Elina
Goncalves da Fonte Pessanha (UFRJ)
Regina Lúcia de Moraes Morel (UFRJ)
Angela Maria de Castro Gomes (CPDOC-FGV)
e-mail de contato: pessanhaef@aol.com , morelrlm@aol.com e acastro@fgv.br
Marcelo Medeiros (IPEA)
ResumoO
artigo enfoca a desigualdade social no Brasil. Discute-se em que medida políticas
públicas de educação, erradicação da discriminação e supressão das
desigualdades regionais no mercado de trabalho seriam capazes de abrir à massa
da população a oportunidade de pertencer ao estrato dos ricos. Conclui-se que
é muito pouco provável que políticas públicas sejam capazes de transformar o
mercado de trabalho ao ponto de permitir a elevação dos rendimentos da massa
da população brasileira ao nível da população rica, mesmo considerando-se
uma definição de riqueza bastante abrangente, no qual o estrato rico se define
a partir de rendas não muito altas. Versão preliminar concluída.
Enviado por: Patrícia Trópia
E-mail para contato: tropia@uol.com.br
RESUMO
Este trabalho teve como enfoque principal a reestruturação produtiva e organizacional do sistema bancário no Brasil e o efeito deste processo na subjetividade do trabalhador bancário , relacionando o processo de mudanças no Sistema Financeiro Nacional (SFN), principalmente da década de 80 e 90, à abertura econômica e comercial do Brasil, conjuntamente com a reinserção em nosso país de fluxos internacionais de capitais. O trabalho divide-se em duas partes. A primeira buscou um visão macro do processo de reestruturação capitalista no Sistema Financeiro Nacional (SFN) , onde foi necessário uma pequena análise sobre: a globalização, sob a égide da mundialização do capital; a reestruturação produtiva, como resposta do capital para recuperar seu ciclo produtivo e assim permanecer com seu projeto de dominação societal; e, esta reestruturação produtiva aplicada aos bancos. A segunda parte analisou o problema de reestruturação sob uma ótica mais delimitada. Buscou-se os efeitos deste processo. Foram estudados os programas de privatizações, terceirizações e outras formas de apropriação da subjetividade do trabalhador bancário pelo capital. As pesquisas feitas no campo teórico foram enriquecidas com pesquisas empíricas de vários sociólogos , economistas, educadores e operadores do direito. Os dados documentais foram levantados em pesquisa no Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro (SEEB/RJ), na Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN), na Confederação Nacional dos Bancários (CNB) e no Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos (DIEESE).
Palavras chaves: Globalização, Sistema Financeiro, Reestruturação Produtiva, Flexibilização, Precarização
C) “Vamos responder com legalidade”: estudo sobre o papel e o significado da atividade mobilizatória Operação Padrão no Brasil.
Mestrado
em Ciências Jurídicas e Sociais (Programa de Pós–Graduação em
Sociologia e Direito da Universidade Federal Fluminense).
Profª
Drª Marília Medeiros (Orientadora)
Prof
Dr André Laino (UFF)
Prof.
Dr. Pedro Castro (UFF)
Prof.
Dr. Marco Aurélio Santana (UNIRIO)
Data:13
de julho de 2004
Resumo
Esta dissertação analisa a atividade mobilizatória operação padrão que possibilita pressionar o patronato ou Estado, ofensiva ou defensivamente, através da execução exata das prescrições dadas pelos seus superiores, podendo causar transtornos desagradáveis ou, até mesmo, paralisar a produção, instituição ou serviço dentro da mais estrita legalidade. Não se trata de um movimento novo, mas é pouco utilizado pelos trabalhadores, principalmente diante da precarização das relações trabalhistas frente ao medo da perda de determinadas conquistas após a implementação do projeto neoliberal em nosso país. Assim, analisa-se um movimento reivindicatório tradicional de certas categorias profissionais, que apresenta peculiaridades especialmente no âmbito jurídico, mesmo que esta forma de protesto ocasione prejuízos à produtividade e não somente a produção, dificilmente os responsáveis serão punidos, porque seguem exatamente os procedimentos, e em alguns casos a própria lei. Com isso, este trabalho estuda o papel e o significado da operação padrão para algumas categorias profissionais no Brasil, destacando através de pesquisa empírica a utilização pela Polícia Federal Brasileira, sempre com vista às mudanças que estão ocorrendo hoje no mundo do trabalho.
WORKSHOP
INDÚSTRIA
AUTOMOBILÍSTICA:TRABALHO E TERRITÓRIO
11
e 12 de novembro de 2004
8:30
às 18:30 horas
Edifício
D. Pedro I Anfiteatro 100
Rua
Gal. Carneiro, 460, 1º and. Curitiba-PR
PROGRAMA
11
de novembro 2004
8:30
horas
Inscrições
e Credenciamento
10:00 horas
Mesa
redonda
A
re-espacialização da indústria automobilística no Brasil
Prof.
Dr. José Ricardo Ramalho - UFRJ
Sr.
Jamil Dávila - SIMEC
Moderador:
Profa. Dra. Silvia Mª de Araújo - UFPR
14:00 horas
Comunicação
de Pesquisas
Trabalho,
trabalhadores e sindicatos
Coord.:
Profa. Dra. Silvia Mª de Araújo - UFPR
17:00 horas
Palestra
O
sindicalismo e o desenvolvimento regional: a experiência do ABC
Prof.
Dr. Iram Jácome Rodrigues - USP
12
de novembro 2004
8:30 horas
Mesa
redonda
Localização
industrial e novos territórios da indústria no Brasil
Prof.
Dr. Eliseu Saveiro Sposito – Univ. NESP/ Pres. Prudente
Sr. Willhelm Eduard de Azevedo Meiners - Diretor Geral da Secretaria
de
Estado do Planejamento e Coordenação Geral
Moderador:
Profa. Dra. Olga Lúcia F. Firkowski - UFPR
12
de novembro 2004
10:00 horas
Comunicação
de Pesquisas
Indústria
automobilística e território
Coord.:
Profa. Dra. Olga Lúcia F. Firkowski - UFPR
14:00 horas
Mesa
redonda
Novas
configurações do mercado de trabalho no Brasil
Prof. Dr. Márcio Pochmann – UNICAMP e Secr. do Desenvolvimento,
Trabalho
e Solidariedade - Prefeitura de São Paulo
Profa.
Dra. Liana Carleial - UFPR
Moderador:
Profa. Dra. Benilde M. Lenzi Motim - UFPR
16:00 horas
Comunicação
de Pesquisas
Mercado
de trabalho e trajetórias de trabalhadores
Coord.:
Profa. Dra. Benilde M. Lenzi Motim – UFPR
Organização:
GETS
– Grupo de Estudos Trabalho e Sociedade (DECISO/UFPR)
LAGHUR
– Laboratório Geografia Humana e Regional (DEGEO/UFPR)
Apoio:
Fundação
Araucária
Universidade Federal do Paraná
Informações
e Inscrições: workshopautomotiva@ufpr.br
Departamento
de Ciências Sociais - UFPR
A
NEW VISION OF INDUSTRIAL RELATIONS FOR
HARMONISING SOCIAL AND ECONOMIC STRATEGIES IN A GLOBALISING WORLD
When
we met in 2002 in Stellenbosch for the 3rd African Regional Congress, we
witnessed the African Renaissance in the context of employment relations.
Three years on, we now need to consider the new vision of industrial relations
that this renaissance has or should lead to.
The challenges of globalisation are not only still there but are making
still greater demands upon the African economies, requiring further
adjustments in its policies. African
countries have, however, resolutely favoured economic policies with a human
face, requiring a harmonisation of economic and social policies. This, however,
is often more easily stated than achieved in the African context where one
must come to terms with particular difficulties such as the threat of HIV/AIDS
and its impact on social protection systems or the growing importance of the
informal economy.
African
particularities are, however, not all negative. On the brighter side, we have
seen increased collaboration among African countries through the emergence of
regional economic blocs. This new element has, however, given rise to a new
problematic of its own, how to reconcile it with traditional thinking about
social dialogue. This particular
African context spurs us on to develop African solutions. The suggestion is
that the reform of the labour market is a good starting point for this venture.
Track
1:
LABOUR
MARKET REFORMS: RECONCILING FLEXIBILITY AND WORKERS’ ASPIRATIONS
Flexibility, however, is a multi-faceted concept. At one level it implies, for example, a gradual withdrawal of the State from the field of labour, leaving social partners to autonomously determine their relationship in line with a true social democracy. At another level it may imply a greater versatility required from the labour market actors and institutions.
Whatever be its form, there is, on the side of workers, a constant fear that it will impact negatively on their income and on their social protection and may ultimately lead to exploitation. This fear is compounded in the case of many African countries as they operate in an unstable environment that impairs development. For some, far from requiring “flexibilisation”, this environment on the contrary requires stabilization.
This
track proposes to examine the very concept of flexibility within the context
of
-
is
flexibility the answer for
-
what
are the ingredients for an “African flexibility”?
- what
is the institutional environment that we need to put in place to allow
adjustment while at the same time meeting workers’ aspirations?
-
what
linkage does the labour market need to make with other components of the
social and economic environment?
Track
2:
HARMONIZING
AFRICAN CULTURAL HERITAGE FOR SOCIAL DIALOGUE AND REGIONAL INTEGRATION
In
light of these developments, there is the need to explore the issues in the
social dialogue agenda at the sectoral, national and regional levels in
-
examine
the state, and the nature and character of social dialogue in
-
the
consequences of regional integration for social dialogue at the regional,
national and sectoral levels.
-
bearing
in mind the cultural heritage of African States, examine how social dialogue
promote or contribute to regional integration.
-
explore
how social dialogue can become integral to rationalisation in the continent.
-
identify
and analyze any existing experience of the use of social dialogue at the
regional level.
Track
3:
BEYond
Formal Labour Relations: The challenge of the Informal economy
This
track will explore the possibility of broadening labour relations beyond
formal employment, to embrace the informal economy.
Traditionally, labour relations and labour market regulation in
It is therefore desirable that the challenge of the informal economy be examined. Among the issues that will form the focus of this track are:
-
to
what extent is it possible to broaden labour relations and labour market
regulation beyond formal employment?
-
what
strategies can be adopted to link the formal and informal economies if at all?
-
what
kind of institutions and actors are needed to broaden labour relations beyond
formal employment in the workplace?
-
what
effects would such broadening have on the labour market?
Track
4:
BUILDING SOCIAL PROTECTION SYSTEMS AND THE THREAT OF HIV/AIDS AND OTHER BARRIERS IN THE WORKPLACE
Social
protection comprises a range of rights and responsibilities that afford
security to workers and their dependants. It also contributes to and reflects
a balanced process of social and economic development. Key aspects of social
protection – such as income security (before, during and after individuals’
working life), a safe and healthy work environment, access to education and
training, and maintaining the organizational rights of workers – present
challenges in developed economies.
Within
African countries social protection for workers raises additional difficulties
due to low levels of economic development, limited resources for education and
training or social security, migration, and the relatively small size of the
formal economy – with employees embedded within wider social structures that
straddle the informal and subsistence sectors of the economy as well as the
unemployed.
The
AIDS pandemic that is gripping sub-Saharan
Among the main themes to be examined under this track are:
-
social
protection and economic development, with focus on the role of workplace and
stakeholders.
-
employment
and social protection, by exploring the provision of effective social
protection within the African context.
-
the
challenges HIV/AIDS presents to social protection and the opportunities
presented to different workplace stakeholders.
Abstracts
should be sent to the Organizing Committee at
Mr.
Pradeep Dursun
13a
La Chaussee, 1st Floor, Cerne House
Port
Louis, Mauritius
Tel. :
(+230) 212-1599 or (+230) 212-4012
Fax :
(+230) 212-6725
E-mail:
p.dursun@mef-online.org
Abstracts
should reach the Committee not later than
Intending
contributors should kindly send copy of abstracts to the IIRA Secretariat in
F)
VI TALLER INTERNACIONAL SOBRE PARADIGMAS
EMANCIPATORIOS
Corte
Mundial de Mujeres “El Sur frente a la Globalización Neoliberal”
La
Habana, Febrero 2-4 2005
Centro
de Convenciones del Hotel Nacional de Cuba
(Una
vez concluido el Foro Social Mundial en Porto Alegre…)
Amigos
y amigas:
El
Grupo “América Latina: Filosofía
Social y Axiología” (GALFISA)
del Instituto de Filosofía de La Habana, la Facultad de Filosofía
y Letras de la Benemérita Universidad Autónoma de Puebla, Pasado
y Presente XXI, el Centro
Memorial Martin Luther King Jr.,
el Colectivo de Investigación Educativa “Graciela Bustillos” y la Organización
“El Taller Internacional”, en coauspicio con otras instituciones y
organizaciones internacionales, convocan a cientistas sociales, maestros,
educadores populares y activistas sociales, políticos y culturales de América
Latina y el Caribe y de todas las regiones del planeta al VI Taller
Internacional sobre Paradigmas Emancipatorios, a celebrarse en La Habana del
2 al 4 de febrero de 2005, en el Hotel Nacional de Cuba.
Este
evento comenzará con la “Corte Mundial de
Mujeres “El Sur frente a la Globalización Neoliberal”, en la que
20 mujeres de todas las regiones del planeta mostrarán a través de sus
voces la diversidad de formas de resistencia y lucha, de identidades y
cosmologías que inspiran las batallas por la dignificación de nuestros
pueblos. La Corte contará con un Tribunal simbólico al que han sido
invitadas personalidades de reconocida obra y trayectoria humanista.
Propuesta
de Agenda temática
Primer
día
9:
30 a.m. CORTE MUNDIAL DE MUJERES “EL
SUR FRENTE A LA GLOBALIZACIÓN NEOLIBERAL”
Apertura
Las
Cortes de Mujeres: Resistencia y lucha por una nueva dignidad de la especie
humana (Proyección de video sobre las Cortes)
Presentación
de 20 testimonios internacionales sobre la diversidad de formas de
resistencia y lucha contra la globalización neoliberal (América Latina,
Asia, Pacífico, África subsahariana, Medio Oriente, Europa y Estados
Unidos). (Intermedios artísticos)
Intervenciones
del Jurado
Segundo
día
9:
00 a.m. Panel El Discurso Dominante: Violencia y falacias del universalismo
neoliberal. La diversidad y las identidades en la resistencia al Pensamiento
Unico
11:
00 a.m. Receso
2: 30 p.m. Panel. La política como
afirmación de la vida (Etica y política, la transversalidad de lo político)
Tercer
día
9:
00 Panel. Diversidad y articulación
11:
00 a.m. Receso
11:
45 a.m. Trabajo en grupos: La pluralidad de resistencias y luchas. Pistas
para propuestas de articulación
1:
30
a.m. Almuerzo
2:
30 p.m. Plenario de socialización. Debate
4:
00 p.m. Cierre
5:
00 p.m. Gala artística y actividad de despedida
Nota: Habrá