Boletim Eletrônico
Sindicalismo e Política
N. 44 - Novembro/Dezembro 2003
 
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Sumário:
 
1) Mensagem do editor
2) Teses
3) Publicações
4) Seminários
5) Recados e Informações Gerais
 
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1) Mensagem do Editor 
 
Colegas,

Aproveito a última edição do ano para agradecer a todos pelas contribuições. Nos últimos quatros anos, graças à leitura atenta dos colegas, suas sugestões e empenho na divulgação, temos conseguido, via o Sindicalismo e Política, ampliar a troca de informações entre nós.

Desejo-lhes boas festas e tudo de bom no ano de 2004.

Marco Aurelio Santana

 
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2) Teses
 

A) Problemas Globais, Respostas Locais

a Indústria de Móveis de Madeira no Brasil à luz  dos enfoques de Cadeias

Produtivas e Sistemas Regionais de Inovação

Tese de doutorado defendida dia 11.11.2003 no DPCT/IG/UNICAMP

 

Autor: Mauro Roese

 

Banca examinadora:

Profª. Drª. Leda Maria Caira Gitahy (IG/UNICAMP) (Orientadora)

Prof. Dr. José Ricardo Ramalho (IFCS/UFRJ) 

Profª Drª Márcia de Paula Leite (FE/UNICAMP)

Profª Drª Sandra de Negraes Brisolla (IG/UNICAMP)

Prof. Dr. André Tosi Furtado (IG/UNICAMP)

 

RESUMO

As últimas décadas colocaram as economias regionais frente à Globalização e a Reestruturação Industrial, obrigando regiões relativamente isoladas e com indústrias preocupadas apenas com a concorrência local, regional ou nacional, a enfrentar ambientes cada vez mais competitivos. A inovação que caracterizava quase exclusivamente setores de alta tecnologia ou intensa competitividade, torna-se fator de sobrevivência da atividade industrial em geral. A Política Industrial nacional e regional se torna estratégica e cada vez mais integrada à Política Científica e Tecnológica. As novas formas de regulação do mercado internacional ocasionaram uma perda relativa de autonomia dos Estados Nacionais, sobretudo para fazer política industrial, além destes disporem de menos recursos para isso devido à crise fiscal. A forma de implementação destas políticas se modifica, a política industrial deixa de ser atribuição exclusiva e  responsabilidade do Estado, para se tornar objeto da ação coletiva dos interessados na capacitação de setores ou regiões. O objeto desta tese são os impactos desta conjuntura sobre o setor moveleiro, o qual passou por grandes transformações nos anos noventa, quando os móveis se tornaram produtos significativos no comércio internacional e o setor se tornou competitivo e inovador mantendo sua estrutura, onde predominam pequenas empresas concentradas em aglomerações locais.  Analisamos as formas usuais pelas quais atores locais diferenciados (empresas, instituições de ensino e pesquisa e poder político local) constituem um Sistema de Inovação.

 

Enviado por: Mauro Roese 
E-mail para contato: maracatu@pop.com.br

 

B) As estratégias sindicais metalúrgicas nos anos 90:

UM ESTUDO NO ABC PAULISTA E NA REGIÃO METROPOLITANA DE PORTO ALEGRE

Tese de doutorado defendida dia 19.12.2003 no IFCH/UNICAMP

Autor: Hildemar Luiz Rech

Banca Examinadora:

Profa. Dra. Angela Maria Carneiro Araujo (Unicamp) (Orientadora)

Prof. Dr. Claudio Batalha (Unicamp)

Prof. Dr. Edilson Graciolli (UFU)

Prof. Dr. Iram Jácome Rodrigues (USP)

Prof. Dr. Marco Aurelio Santana (UNIRIO)

 

RESUMO

O presente estudo analisa a mudança das estratégias políticas e dos eixos de luta do sindicalismo metalúrgico do ABC paulista e da Região Metropolitana de Porto Alegre (RMPA), RS, nos anos 90 em comparação com os anos 80. Com este objetivo foi realizada uma análise comparativa entre as práticas sindicais do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e dos três mais importantes Sindicatos Metalúrgicos da RMPA - os de Porto Alegre, Canoas e São Leopoldo. Esta comparação evidenciou a existência de diferenças entre as condições de intervenção e o perfil de atuação nas duas regiões pesquisadas.

Contudo, nos anos 90, a ação sindical metalúrgica, em ambas as áreas estudadas, foi marcada por um padrão de intervenção de cunho mais pragmático, negocial e propositivo, em comparação com o padrão confrontacionista e altamente conflitivo dos anos 80.

As metamorfoses observadas na orientação política, nas práticas e principais eixo de luta desse sindicalismo são analisadas no contexto de difusão do regime de acumulação flexível e de adoção de políticas neoliberais no país, no decorrer dos anos 90. Neste trabalho , as mudanças nas práticas sindicais são examinadas tendo por base os processos de reestruturação produtiva das empresas do setor metal-mecânico; as mudanças nas políticas macroeconômica, industrial e trabalhista no país; as transformações no mercado de trabalho e na estrutura de emprego desse setor. Além disso, foram examinados os processos de descentralização e flexibilização nas formas de negociação coletiva, bem como a recomposição do conteúdo das cláusulas contratuais firmadas.

 

Enviado por: Hildemar Heck 
E-mail para contato: araujo@obelix.unicamp.br
 

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3) Publicações

A) Mudar o Mundo Sem Tomar o Poder

a Editora Viramundo anuncia o lançamento do livro
 
MUDAR O MUNDO SEM TOMAR O PODER
o significado da revolução hoje
 
de John Holloway
 
traduzido por Emir Sader 
com orelha de Marcos Del Roio
 
Quando a esperança vencer o medo, definitiva e inequivocamente, o “grito de rebeldia” – nos campos e nas cidades, nas florestas e nas minas, nos assentamentos e nas fábricas, nas favelas e nas universidades – se fará tão forte que o mundo dos poderes imperiais e dos poderes patriarcais, das burocracias e dos capitalistas, não poderá mais se sustentar.
 
John Holloway é professor do Instituto de Ciências Sociais e Humanidades da  Universidade Autônoma de Puebla, no México. É autor de muitos livros, entre eles In and Against the State, State and Capital (con Sol Picciotto), Zapatista! Reinventing Revolution in Mexico (con Eloína Peláez), La Rosa Roja de Nissan e Marxismo, Estado y Capital. Publicado pela primeira vez em 2002, na Inglaterra, Mudar o mundo sem tomar o poder já foi traduzido na Espanha, Argentina, Coréia, Alemanha, Turquia e Itália.
 
Enviado por: Graça Druck
E-mail para contato: druck@ufba.br

 

B) O Brasil Republicano

Foi lançada no Rio de Janeiro (no dia 27 de novembro, na Fundação Casa de Rui Barbosa) e em Belo Horizonte (no dia 3 de dezembro, no Palácio das Artes), a coleção O Brasil Republicano, editada pela Civilização Brasileira. Jorge Ferreira, professor do Departamento de História da UFF, e Lucilia de Almeida Neves Delgado, professora do Departamento de História da PUC-Minas, organizaram a coleção. A obra é constituída por quatro volumes e, do crepúsculo do Império até o tempo presente, resgata a experiência republicana no Brasil. Na obra estão reunidos profissionais de diversas universidades e instituições de pesquisas, distribuídas por diferentes estados da federação.

A seguir, o Plano Geral da Obra.

Livro 1 – O tempo do liberalismo excludente – Da proclamação da República à Revolução de 1930

Apresentação

Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves Delgado

1 – Os cenários da República. O Brasil na virada do século XIX para o século XX, Profa. Dra. Margarida de Souza Neves (PUC-Rio); 2 – A consolidação da República: rebeliões de ordem e progresso, Prof. Dr. Elio Chaves Flores (UFPB); 3 – O processo político na Primeira República e o liberalismo oligárquico, Profa. Dra. Maria Efigênia Lage de Resende (UFMG); 4 – Religião e política no alvorecer da República: os movimentos de Juazeiro, Canudos e Contestado, Profa. Dra. Jacqueline Hermann (UFRJ); 5 – Formação da classe operária e projetos de identidade coletiva, Prof. Dr. Cláudio Batalha (UNICAMP); 6 – Primeira República: economia cafeeira, urbanização e industrialização, Prof. Dr. José Miguel Arias Neto (UEL); 7 – Reforma urbana e revolta da vacina na cidade do Rio de Janeiro, Dr. Jaime Benchimol (FIOCRUZ); 8 – O Texto e o Traço: a imagem de nossos primeiros presidentes através do humor e da caricatura, Dra. Isabel Lustosa (FCRB); 9 – Tenentismo e crises políticas na Primeira República, Prof. Dr. Mário Cléber Martins Lanna Júnior (PUC-Mina/FJP-MG); 10 – O Modernismo e a questão nacional, Dra. Mônica Pimenta Velloso (FCRB); 11 – A crise dos anos 1920 e a Revolução de 1930, Profa. Dra. Marieta de Moraes Ferreira (UFRJ/CPDOC) e Profa. Dra. Surama Conde Sá Pinto

Anexos: Caderno de fotografias, bibliografia geral e filmografia.

 

Livro 2 - O tempo do nacional-estatismo – Do início da década de 1930 ao apogeu do Estado Novo

1 – Os anos 1930: as incertezas do regime, Dra. Dulce Pandolfi (CPDOC/FGV); 2 – Ação Integralista Brasileira: um movimento fascista no Brasil (1932-1938), Dr. Marcos Chor Maio (FIOCRUZ) & Dr. Roney Cytrynowicz (AHJB); 3 – O PCB, a ANL e as insurreições de novembro de 1935, Profa. Dra. Marly de Almeida Vianna (UFSCar); 4 – O Estado Novo: o que trouxe de novo?, Profa. Dra. Maria Helena Capelato (USP); 5 – Os intelectuais e a política cultural do Estado Novo, Dra. Monica Pimenta Velloso (FCRB); 6 – Historiografia, trabalho e cidadania no Brasil, Prof. Dr. Antonio Luigi Negro (UFBa) e Dr. Alexandre Fortes (FPA); 7 – Estado, classe trabalhadora e políticas sociais, Profa. Dra. Maria Celina D'Araúuo (CPDOC/UFF); 8 – A economia política do primeiro governo Vargas (1930-1945): a política econômica em tempos de turbulência, Profa. Dra. Maria Antonieta Leopoldi (UFF); 9 – O povo na rua: manifestações culturais como expressão de cidadania, Profa. Dra. Rachel Soihet (UFF); 10 – Sinais da modernidade na época de Vargas: vida literária, cinema e rádio, Dra. Lucia Lippi Oliveira (CPDOC/FGV).

Anexos: Caderno de fotografias, bibliografia geral e filmografia.

 

Livro 3 – O tempo da experiência democrática – Da democratização de 1945 ao golpe civil-militar de 1964

1 – A democratização de 1945 e o movimento queremista, Prof. Dr. Jorge Ferreira (UFF); 2 – Trabalhadores, sindicatos e política (1945-1964), Prof. Dr. Fernando Teixeira da Silva (UNIMEP) & Prof. Dr. Antônio Luigi Negro (UFBa); 3 – Forças Armadas e política, 1945-1964: a ante-sala do golpe, Prof. Dr. João Roberto Martins Filho (UFSCar); 4 – Partidos políticos e frentes parlamentares: projetos, desafios e conflitos na democracia, Profa. Dra. Lucilia de Almeida Neves Delgado (PUC-Minas); 5 – Os anos JK: industrialização e modelo oligárquico de desenvolvimento rural, Profa. Dra. Vânia Maria Losada Moreira (UFES); 6 – Do nacional-desenvolvimentista à Política Externa Independente (1945-1964); Prof. Dr. Paulo Gilberto Vizentini (UFRGS); 7 – PCB: a questão nacional e a democracia, Prof. Dr. José Antônio Segatto (UNESP); 8 – Ligas Camponesas e sindicatos rurais em tempo de revolução, Prof. Dr. Antônio Torres Montenegro (UFPE); 9 – Os novos experimentos culturais nos anos 1940/50: propostas de democratização da arte no Brasil, Profa. Dra. Santuza Cambraia Naves (PUC-Rio/UCAM); 10 – Crises da República: 1954, 1955 e 1961, Prof. Dr. Jorge Ferreira (UFF); 11 – O governo Goulart e o golpe civil-militar de 1964, Prof. Dr. Jorge Ferreira (UFF).

Anexos: Caderno de fotografias, bibliografia geral e filmografia.

 

Livro 4 – O tempo da ditadura – regime militar e movimentos sociais em fins do século XX

1 – A Doutrina de Segurança Nacional e os governos militares, Prof. Dr. Nilson Borges (UFSC); 2 – Esquerdas revolucionárias e luta armada, Profa. Dra. Denise Rollemberg (UFF); 3 – Catolicismo: direitos sociais e direitos humanos (1960-1970), Profa. Dra. Lucilia de Almeida Neves (PUC-Minas) e Prof. Dr. Mauro Passos (UFMG/PUC-Minas); 4 – Cultura e política: os anos 1960 e 1970 e sua herança, Prof. Dr. Marcelo Ridenti (UNICAMP); 5 – Espionagem, polícia política, censura e propaganda: os pilares básicos da repressão, Prof. Dr. Carlos Fico (UFRJ); 6 – O “milagre” brasileiro: crescimento acelerado, integração internacional e concentração de renda – 1967-1973, Prof. Dr. Luiz Carlos Delorme Prado (IE-UFRJ) e Prof. Dr. Fábio Sá Earp (IE-UFRJ); 7 – Crise da ditadura militar e o processo de abertura política no Brasil, 1974-1985, Prof. Dr. Francisco Carlos Teixeira da Silva (UFRJ); 8 – Trabalhadores em movimento: o sindicalismo brasileiro nos anos 1980/1990, Prof. Dr. Marco Aurélio Santana (UNIRIO); 9 – A questão agrária no Brasil pós-1964 e o MST, Prof. Dr. Mário Grynszpan (UFF/CPDOC); 10 – O bolivarismo dos antigos e o bolivarismo dos modernos: o Brasil e a América Latina na década de 1990, Prof. Dr. Carlos Aurélio Pimenta de Faria (PUC-Minas) & Prof. Ms. Marco Aurélio Cepik (UFMG).

Anexos: Caderno de fotografias, bibliografia geral e filmografia.

 

 
Enviado por: Jorge Ferreira
E-mail para contato: jorgefer@cruiser.com.br

   

C) Revista Vivência - Número Temático - IMAGENS

Abaixo a proposta do número temático IMAGENS apresentada à Vivência.
Os interessados podem enviar seus artigos para os emails dos organizadores e/ou para o do Editor. At., Márcio M. Valença ( marciovalenca@ufrnet.br )

Título
Imagens
Profa. Dra. Lisabete Coradini (Antropologia) - lisabete@digi.com.br -
Profa. Ms. Anita Maria Queiroz Monteiro (Antropologia) - anitaqm@uol.com.br -
Base: NAVIS (Núcleo de Antropologia Visual)31/10/20032005
Recebe Propostas de artigos até 31 de janeiro de 2004
Resumo:
Hoje, nós nos deparamos com uma diversidade de imagens que, somadas às novas tecnologias digitais, suscitam novas reflexões sobre a concepção de cultura. Pretendemos reunir neste número alguns textos, artigos e entrevistas, que se referem à utilização da imagem fixa e em movimento na pesquisa e no ensino (fotografia, cinema, vídeo, internet, CD-ROM). Para tanto buscaremos articular pesquisadores nacionais e estrangeiros que venham enriquecer o debate sobre as experiências diversas no uso da imagem no âmbito da pesquisa social, principalmente nas Ciências Sociais.
 
 
 
Enviado por: Revista Vivência
E-mail para contato: vivencia@cchla.ufrn.br

 

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4) Seminários
 
 
A) Premier Congrès de l'Association française de sociologie
à l'Université Paris 13,
campus de Villetaneuse, 24-27 février 2004


Programme, Procédure d'inscription, Questions et réponses

Programme du Congrès
Les transformations de la société française contemporaine

Mardi 24 février 2004

8h45       Navettes spécifiques au congrès entre la gare
             SNCF d'Epinay-Villetaneuse et le campus
9h30       Accueil, enregistrement
10h30   Ouverture officielle
11h30   Session plénière
             Les transformations de la société
             française contemporaine
13h         Déjeuner
14h30   Sessions 1 des RTf
16h30      Pause café
17h        Sessions 2 des RTf
19h         Déplacement, par bus spécifique au congrès,
             du campus de Villetaneuse à Saint-Denis
19h30   Buffet soirée proposé par la commune
             de Saint-Denis
             Retour à Paris par les transports en commun
            (des précisions seront données utltérieurement)

Mercredi 25 février 2004

8h45      Navettes spécifiques au congrès entre la
            gare SNCF d'Epinay-Villetaneuse
            et le campus
9h30    Sessions en parallèle dans deux amphis
            Session A   
            La France à la croisée des chemins ? 
            (resp. Daniel Bertaux)
            Session B   
             La société est-elle soluble dans l'individu ?
             (resp. Dominique Desjeux, Sylvia Girel,
             Pierre Lenel)
13h         Déjeuner
14h30   Sessions 3 des RTf
16h30     Pause café
17h       Sessions 4 des RTf
19h         Navettes pour la gare SNCF
             d'Epinay-Villetaneuse
             Soirée libre 

Jeudi 26 février 2004

8h45      Navettes spécifiques au congrès entre la
            gare SNCF d'Epinay-Villetaneuse
            et le campus
9h30    Sessions en parallèle dans deux amphis
            Session C   
            Où va le capitalisme français ? 
            (resp. Pierre-Paul Zalio)
            Session D   
            Dynamique des rapports de pouvoirs
             et inégalités (titre provisoire)
            (resp. Agnès Van Zanten, Louis Chauvel)
13h        Déjeuner
14h30  Sessions 5 des RTf
16h30     Pause café
17h       Assemblée générale de l'AFS
19h30  Cocktail sur place
            Navettes pour la gare SNCF
            d'Epinay-Villetaneuse

Vendredi 27 février 2004

8h45      Navettes spécifiques au congrès entre la
            gare SNCF d'Epinay-Villetaneuse
            et le campus
9h30    Sessions en parallèle dans deux amphis
            Session E  
            Où va la protection sociale ?
            (resp. Anne-Marie Guillemard)
            Session F  
             Quels rapports populaires au politique ?
            (resp. Dominique Memmi)
13h        Déjeuner
14h30  Sessions d'organisation interne des RTf
16h30     Pause café
            Navettes pour la gare SNCF
            d'Epinay-Villetaneuse


Procédure d'inscription

L'inscription se fait uniquement par courrier postal accompagné d'un chèque couvrant les frais d'inscription (tarifs : voir plus loin). Doivent figurer les mentions suivantes : nom, prénom, institution de rattachement, adresse postale, adresse électronique.
L'envoi est à adresser  à :
AFS  
IRESCO 
59-61 rue Pouchet
75849 Paris cedex 17

Les frais d'inscription donnent droit à :

L'utilisation des navettes entre la gare SNCF et le Campus ainsi que le déplacement à Saint-Denis

La remise du livret de programme et du livret de l'ensemble des résumés de toutes les sessions

La restauration sur place pour les déjeuners

Les pauses café

La participation à la soirée à Saint-Denis et au Cocktail de fin d'Assemblée générale


Plus globalement l'inscription donne droit à la participation au colloque : le campus étant fermé pendant la période du Congrès, seules pourront y pénétrer les personnes munies du badge prouvant leur inscription.

Montant des frais d'inscription : afin de pouvoir prévoir correctement le nombre de participants, les inscriptions devront se faire avant le 31 décembre. Il sera possible de s'inscrire après cette date mais à un tarif supérieur.

Afin de faciliter la participation des doctorants non subventionnés (et équivalents) un tarif réduit de 50 euros leur est réservé. Le tarif normal est de 120 euros.

Après le 15 décembre le tarif des doctorants non subventionnés (et équivalents) sera de 75 euros et le tarif normal de 150 euros.

Les chèques sont à mettre à l'ordre de l'AFS.


Questions et réponses


Est-il nécessaire d'être membre de l'AFS pour participer au congrès ?

Le congrès est le congrès des membres de l'Association, il serait anormal que (sauf exception pour des invités) des non-membres puissent y participer, en particulier à l'Assemblée générale.


Est-ce que cela veut dire qu'il faut être à jour de sa cotisation ?

Evidemment, il faut avoir payé sa cotisation pour l'année 2003-2004 et le faire, si on ne l'a pas encore fait, au moment de l'inscription (et donc majorer son versement de 30 euros pour le tarif ordinaire et de 15 pour les doctorants et équivalents).

Peut-on n'assister qu'à une partie du Congrès ?

C'est habituel dans ce genre de manifestations.

Alors on peut ne payer qu'une partie des frais d'inscription ?

Les frais engagés sont prévus à l'avance et sont pour une bonne part des frais fixes : il est donc impossible (et de plus ingérable) d'envisager une telle procédure.

Est-ce que ceux qui interviennent à une session d'un RTf doivent en plus payer leur inscription ?

Leur effort de participation trouve une contribution sous forme de mention dans le programme du Congrès et dans le volume des résumés. Comme dans toutes les manifestations analogues, chacun est tour à tour auditeur et intervenant et, comme auditeur, s'acquitte des frais d'inscription. Cependant il est habituel que les labos prennent en charge les frais d'inscription de leurs membres qui font une intervention : il leur suffit de demander une attestation à leur responsable de RTf (et non au secrétariat de l'AFS).

Mais ceux qui "oublieront" de s'inscrire auront  une rétribution symbolique du fait de la publication de leur résumé, sans contribution financière ?

Non : une date limite d'inscription est fixée aux intervenants pour s'inscrire. S'ils ne l'ont pas fait avant le 31 décembre, ils ne seront pas portés sur le programme ni dans le livret des résumés afin que le programme corresponde bien à des gens réellement engagés à venir faire ce qu'ils ont annoncé.

Est-ce que vous ne trouvez pas que les frais d'inscription sont trop élevés ?

Le cout marginal d'un nouveau participant est le tarif qui a été retenu pour les doctorants auxquels on ne demande pas de prendre en compte les frais fixes qui sont pris en charge par l'ensemble des participants ordinaires.
Pour la détermination du tarif ordinaire, qui prend donc en compte les frais fixes, il a fallu faire une hypothèse sur le nombre de participants. Si ce chiffre n'est pas atteint, l'Association s'endette lourdement ; s'il est atteint, l'opération est blanche ; s'il est dépassé, des réserves sont faites pour l'avenir (ce qui permettrait par exemple de diminuer le tarif de la cotisation annuelle future ou de subventionner la participation ultérieure de doctorants à diverses activités, l'Assemblée générale donnera des indications sur ces questions). Quant aux tarifs d'après le 15 décembre, ils sont dissuasifs, mais c'est fait exprès et personne n'est forcé de les prendre.


Philippe Cibois
Secrétaire général - PhCibois@wanadoo.fr
 
 
Enviado por:  Eunice Stenger
E-mail para contato: eunicestenger@superig.com.br
 
 
B) Association Internationale de Sociologie

Comité de Recherche 52, Sociologie des Groupes Professionnels
Conférence Intermédiaire
22-24 septembre 2004

Université de Versailles-Saint-Quentin-en-Yvelines
Laboratoire Printemps, UMR CNRS 8085

Appel à contributions
Savoirs, travail et organisation

Les mutations des groupes professionnels peuvent être utilement analysées à partir d’interrogations sur les transformations des savoirs : la spécialisation, la valorisation, la reconnaissance, l’obsolescence des savoirs participent directement aux recompositions des activités de travail. Ces phénomènes sont inscrits au cœur des dynamiques professionnelles telles que la naissance, la constitution, la délimitation, la catégorisation, le renforcement, l’essor, la légitimation, la recomposition, la fragilisation, le déclin, la disparition de groupes professionnels ou de segments.
Cette perspective conduit certes à s’intéresser aux métiers de la connaissance et aux activités qui émergent à la suite du développement des sciences, des techniques et des formes d’organisation. Mais elle doit être comprise de manière plus large. Les savoirs professionnels ne sont pas associés de façon exclusive aux professions établies cumulant diplôme élevé, prestige, haut revenu, et monopole d’exercice, ou encore aux emplois qualifiés généralement appelés métiers. Toute activité de travail suppose la mise en œuvre de savoirs spécifiques, plus ou moins repérés, codifiés, et donc valorisés. Les savoirs ouvriers, les compétences et connaissances mobilisées par les " métiers modestes ", en particulier dans les emplois de service, sont aussi intéressants que ceux des ingénieurs et des médecins. Plus globalement, les organisations, que ce soient des entreprises privées ou des administrations publiques, contribuent à façonner de manière différenciée les savoirs professionnels, de sorte que ceux-ci deviennent une composante importante de la tension entre les exigences organisationnelles pesant sur les salariés et les définitions que ces derniers défendent de leur activité professionnelle.
Les groupes professionnels mettent en œuvre des savoirs qu’ils ont eux-mêmes élaborés, ou qu’ils se sont appropriés en tant qu’applications des connaissances techniques et scientifiques. Ils les valorisent et en tirent souvent argument pour délimiter des domaines d’intervention dont ils revendiquent l’exclusivité au nom de leur compétence spécifique. Mais le propre de la connaissance est de dépasser en se développant l’état des connaissances antérieures et, à ce titre, de déstabiliser les positions sociales ancrées sur un état donné des savoirs. Le lien entre les savoirs et les groupes professionnels ne peut donc être que mouvant et historiquement situé.
A partir de cette base, de multiples axes d’investigation peuvent être explorés et nous souhaitons que des travaux s’inspirant de directions de recherche diversifiées viennent alimenter les débats et permettre un enrichissement mutuel. Des connexions peuvent être établies à cette occasion entre la sociologie des groupes professionnels et d’autres disciplines (économie, gestion, histoire, anthropologie, sciences de l’éducation, etc.) ou d’autres spécialités de la sociologie (rapports sociaux de sexe, sociologie économique, sociologie de l’éducation, stratification et mobilité sociale, sociologie du travail, etc.).
Parmi les dimensions possibles, une attention particulière sera portée aux thèmes suivants, qui pourront faire l’objet de sessions spécifiques :

· transmission des savoirs entre les générations,
· les " savoirs coupables " d’aujourd’hui
· savoirs professionnels et genre
· domination, stigmatisation et segmentation : savoirs vils et savoirs nobles
· légitimation des savoirs et luttes de juridiction
· production des savoirs à partir des situations de travail,
· gestion des savoirs par le management, entreprise cognitive, capitalisme cognitif : quels enjeux pour les métiers et groupes professionnels ?
· du profane au professionnel : savoirs expérienciels et savoirs professionnels
· évolution des connaissances et émergence des métiers
· mutualisation, coordination, confrontation des savoirs au sein des collectifs de travail
· de la science au marché : les professionnels de l’application et de la vulgarisation
· le marché des savoirs : les professionnels de la connaissance
· évolution des connaissances et formation continue des professionnels
· la " professionnalisation " des formations universitaires
· obsolescence/renouvellement des savoirs et dynamiques/rigidités de l’organisation
· la valeur des savoirs : les registres de légitimation des savoirs et formations
· validation et certification des savoirs : rôle de l’Etat et négociation entre acteurs sociaux
· les relations entre professionnels et usagers/consommateurs : appropriation des savoirs, contestation, vénération, substitution, etc.

Il est attendu que les communications se rattachent de manière explicite à un ou plusieurs de ces domaines de recherche. Les contributions pourront prendre la forme de monographies, c'est-à-dire d’études d’orientation empirique consacrées à un groupe professionnel donné (ou un segment de groupe professionnel), décrit avec précision à un moment spécifique de son histoire présente ou passée. De même, les textes à vocation théorique, interrogeant les auteurs de référence ou ouvrant de nouvelles pistes, seront également acceptés, à condition toutefois qu’ils fassent bien référence, de manière explicite, aux savoirs relatifs à un ou plusieurs groupes professionnels. Les communications engageant des comparaisons internationales ou développant des perspectives socio-historiques seront les bienvenues.


Comité scientifique et d’organisation :
Valérie Boussard (Versailles-St Quentin), Virginie De Luca (Versailles-St Quentin ), Didier Demazière (CNRS, Versailles-St Quentin), Sophie Divay (Rouen), Claude Dubar (Versailles-St Quentin), Julia Evetts (Nottingham), Charles Gadea (Rouen), Anne Guardiola (Versailles-St Quentin), Mirella Giannini (Naples), J. Heinen (Versailles-St Quentin), S. Hervieu (Rouen), Louis Orzak (Rutgers), A. Morin (Rouen), K. Narsimha Reddy (Hyderabad), Mike Saks (Lincoln), Lorenzo Speranza (Arcavacata), Lennart Svensson (Göteborg), Gilles Verpraet (Paris).

Calendrier d’organisation du colloque
Dates limites
1/12/2003Diffusion de l’appel à contribution
1/04/2004 Envoi des propositions de communication
30/04/2004Sélection et réponse aux auteurs 
31/05/2004 Inscription au colloque
20/06/2004Envoi d’un programme provisoire
30/06/2004 Envoi des textes définitifs des communications
31/07/2004Mise enligne des textes des communications
31/08/2004Envoi du programme définitif et du volume des résumés

Les normes et formats de transmission des documents
 Propositions de communicationTextes définitifs des communications
Taille requise400 mots maximum mentionner le nom de l’auteur, son appartenance institutionnelle, son email40.000 signes maximum (notes et bibliographie incluses)
Date limite de réception1er avril 200430 juin 2004
Format de transmissionDocument Word (.doc) par email et fichier joint ou courrier postal (disquette jointe)
Adresse de transmissiondidier.demaziere@printemps.uvsq.fr <mailto:didier.demaziere@printemps.uvsq.fr> Laboratoire Printemps, UVSQ, UFR SSH, 47 Bd Vauban, 78047 Guyancourt Cedex, France Charles.Gadea@epeire.univ-rouen.fr <mailto:Charles.Gadea@epeire.univ-rouen.fr> Centre Associé au Céreq de Rouen, Université de Rouen Département de sociologie, rue Lavoisier, 76130 Mont Saint Aignan, France
 
Enviado por:  Eunice Stenger
E-mail para contato: eunicestenger@superig.com.br
 
 
 
 

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5) Recados e Informações Gerais
 

Universidade Federal de Alagoas

Centro de Ciências Humanas Letras e Artes

Departamento de Ciências Sociais

 

CONCURSO PÚBLICO PARA PROFESSOR ADJUNTO

Setor de Estudo: SOCIOLOGIA

Vagas:         1 uma

Período de inscrição: 19/ novembro/ 2003 a 19/janeiro /2004

Local de inscrição: Secretaria do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes— CHLA / UFAL Telefones: 0xx82-214-1 321 — 0xx82 214-1322

Valor da inscrição:R$ 66,00— a ser recolhido na agência 3057-0, Conta corrente no. 40.020-3, Banco do Brasil.

Titulação exigida: Doutorado em Sociologia e áreas afins, área de concentração Sociologia.

Documentação p/inscrição:         

1) Fotocópia autenticada da Identidade e Diploma de Doutor (acompanhado do respectivo histórico escolar)

2) Curriculum Vitae em 4 (quatro) vias, uma das quais documentada, onde constem além dos dados pessoais, a indicação dos títulos relativos a:

formação académica e cursos correlatos;

atividades didáticas desenvolvidas;

atividades profissionais;

trabalhos e publicações versando matéria relacionada com o Setor

de Estudo objeto da inscrição, veiculados em revistas indexadas reconhecidas nacional ou internacionalmente;

atividades cientificas, artísticas e de cultura geral;

outros títulos e atividades.

3) Documentos exigidos antes da assinatura de provimento do cargo: prova de quitação com a justiça militar - sexo masculino apenas; prova de quitação com a justiça eleitoral.

Poderão ser solicitados os originais dos documentos apresentados em fotocópia, para comprovação.

Provas:  Escrita, didática e de títulos.

Programa:

1.         Metodologia das Ciências Sociais

2.       Teoria Sociológica Clássica

3.         Movimentos Sociais

4.         Políticas Públicas no Brasil

5.       Teoria Política Clássica

6.         Ideologia, Estado e Sociedade

7.         Partidos Políticos no Brasil

8.       Teoria Social Contemporânea

9.       Mundo do Trabalho na Sociedade Contemporânea

10.         Ideologia e Representação Social.

 

Cronograma: As provas serão realizadas a partir do décimo quinto dia após o encerramento das inscrições, na conformidade de cronograma a ser publicado nos Quadros de Avisos do respectivo Departamento e/ou Centro até três dias úteis após o encerramento das inscrições, no qual se defina, explicitamente, horários para as realizações de todas as etapas do concurso.

Maiores Informações: O     Edital no. 5512003-PROGRAD está disponível na Home Page da UFAL:

http://www. prograd.ufal.br/concursos.htm

 

Enviado por:  Sérgio Ricardo Castilho
E-mail para contato: sergiocastilho@ofm.com.br
 
 
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Este boletim é um informativo do GT Trabalhadores, Sindicatos e a Nova Questão Social
Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais
 - ANPOCS -

Editor : Marco Aurélio Santana
 
Editoração: Núcleo de Estudos e Referências SobreTrabalho, Trabalhadores e Sindicatos
                      (NETS - UNIRIO)
 
 
Contribuições devem ser remetidas para: Boletimgt@bridge.com.br
 
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