Boletim Eletrônico
Sindicalismo e Política
N. 42 - Julho/Agosto 2003
 

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Sumário:
 

1) Mensagem do editor
2) Programação do GT
3) Publicações
4) Seminários
5) Recados e Informações Gerais
 

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1) Mensagem do Editor
 
Colegas,
 
Esta edição traz a programação e os resumos do nosso encontro na ANPOCS 2003.
No início de setembro nossa página disponibilizará os textos completos a serem
apresentados no encontro. A página já conta com cerca de 30.200 visitas ao longo
de seus 4 anos de existência.
Tudo de bom
Marco Aurelio Santana
 
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2) GT  Trabalhadores, Sindicatos e a Nova Questão Social
 

XXVII Encontro Anual da ANPOCS 2003
Caxambu (MG)
21 a 25 de outubro de 2003 
 
 
Programação e Resumos dos trabalhos

1ª Sessão

Trabalho, trabalhadores e sindicatos em perspectiva comparada

Coordenadora: Sônia Larangeira (UFRGS)  

- Instituições trabalhistas, desempenho econômico e equidade na América Latina - Adalberto Moreira Cardoso (IUPERJ)

O objetivo central deste trabalho é analisar os efeitos, sobre as questões de emprego, distribuição de renda e produtividade durante a última década em quatro países da América Latina (México, Argentina, Brasil e Chile), das instituições que regulam o mercado de trabalho, a partir de um modelo de análise integral que dê conta da natureza complexa das instituições trabalhistas, assim como das distintas funções que desempenham. Pretende-se estabelecer as possíveis conexões entre as características que distinguem as instituições trabalhistas, seu funcionamento e as principias tendências observadas em matéria de emprego, competitividade, produtividade e distribuição de renda, a partir de meados da década de 1980, naqueles quatro países latino-americanos que, neste período, e como é sabido, adotaram políticas públicas orientadas pelo mercado. Pretende-se, igualmente, analisar a relação entre essas instituições e o comportamento dos atores em um contexto de fortes pressões competitivas e reformas estruturais.

 - Negociação coletiva e equidade de genero no Brasil e em países selecionados da América Latina: uma  análise comparativa - Laís Wendel Abramo (OIT).

A análise dos processos de negociação coletiva é um aspecto relevante para a compreensão da capacidade dos sindicatos em uma dada conjuntura ou período histórico tanto para establecer os espaços e parametros da sua relação com os empresários quanto de projetar suas demandas para a sociedade e interferir nas condições de contratação da força de trabalho. As novas realidades do mundo do trabalho tem colocado novos e complexos desafíos para os sindicatos nesse processo, entre eles como responder ao aumento do desemprego e da precarização do trabalho e da crescente heterogeneidade da classe trabalhadora em termos tanto das suas situações de contrataçao quanto do seu perfil em termos de sexo, raça/etnia, idade, etc. O estudo é parte de uma pesquisa de caráter comparativo realizada entre 2000-2002 pela OIT em 7 países da América Latina (Brasil, Argentina, Chile, México, Paraguai e Uruguai) que tem como objetivo analisar de que forma os sindicatos tem conseguido responder à realidade da crescente participação feminina no mercado de trabalho, em especial a sua capacidade de incorporar as demandas relativas à situação da mulher e às relações de genero no mundo do trabalho aos processos de negociação coletiva.

Labour control and the erosion of labour standards: an international study of the quality of working life in the automobile industry (Brazil, Canada, Italy, Japan and the UK)

Paul Stewart (Bristol Business School), Wayne Lewchuk (McMaster University), Valeria Pulignano, José Ramalho (UFRJ), Marco Santana (UNIRIO), Charlotte Yates (McMaster University), Masaki Saruta (Chukyo University, Nagoya) e Andy Danford (Bristol Business School).

This paper draws on survey data collected in Canada, Britain, Brazil, Italy and Japan sets out assessing the widespread claim that lean production represents a positive change in the employment relationship in the automobile industry.  Notwithstanding significant criticisms from the GERPISA network, regarding the appropriateness of the lean production perspective as an account of the trajectory of automobile firms, lean production concepts nevertheless can be seen as constituting a distinctive approach to technological innovation and labour utilisation.  More especially, we argue that lean production can be understood as a particular, if diverse, form of what Burawoy termed a Regime of Hegemonic Despotism oriented in the main to a reversal of post second world war labour standards.  As such it concretises, by sector, what Williams et al understand as an attack on post war social settlements.  Against a background of increased workplace stress and employment insecurity, our paper draws from research examining a range of indices, both inside and outside the workplace, suggesting a deterioration in the quality of working life in the sector.    These are specifically: Worker Empowerment; Workload; Health and Safety; Management Policies.

- Mudanças organizacionais e condições de trabalho: percepções dos trabalhadores e gerentes de uma empresa de eletrodomésticos de linha branca - Leda Gitahy (UNICAMP), Nanci Stancki (UNICAMP -  CEFET-PR) e Ana Maria Bezerra Pina (UNICAMP)



O objetivo deste trabalho é analisar como trabalhadores e gerentes avaliam as suas condições de trabalho a partir das mudanças nos métodos de gestão e organização da produção e do trabalho ocorridas numa empresa de eletrodomésticos de linha branca localizada na região de Campinas, após a aquisição dessa empresa por uma multinacional. Aborda-se o tema a partir das percepções de dois grupos - gerentes e trabalhadores, buscando investigar em que medida as percepções dos gerentes, de um lado, e dos trabalhadores, de outro, se distinguem, uma vez que experimentam as mudanças a partir de posições e interesses distintos. No entanto, ao serem consideradas na análise, variáveis como idade, gênero, escolaridade, cargo ocupado e tempo de serviço na empresa, contempla-se a diversidade intra e inter grupos. A escolha do setor de eletrodomésticos de linha branca para a pesquisa, deve-se ao fato de que ele vem sofrendo, na última década, intensos processos de internacionalização produtiva e concentração de capital, através dos quais a coexistência de pequenas e grandes empresas nacionais tem sido substituída pela presença de um número reduzido de grandes empresas especializadas e internacionalizadas. Tais processos aceleraram o ritmo da difusão de inovações nesse setor, ocasionando mudanças nas condições de trabalho.
 
2ª Sessão: 

Entre o local e o global: mudanças sócio-espaciais, relações de trabalho e práticas sindicais

Coordenador:  Marco Aurélio Santana (UNIRIO)

- As inovações de trabalho nos tempos de ‘globalização’ e sua expressão urbana na metrópole paulistana dos anos noventa - Philip Gunn (USP)

O trabalho propõe associar as alterações formais ocorridas nos mercados urbanos de trabalho com os novos contextos empresariais, no Brasil dos anos 90. Com base numa investigação das inovações apontadas na imprensa empresarial, a realidade das atividades de trabalho na metrópole paulistana é examinada a luz da experiência de dez anos das privatizações, terceirizações e informatizações correlatas com o clima empresarial do neoliberalismo. O trabalho prioriza as inovações urbanas de acessibilidade como condicionante mais evidente das alterações empresariais de divisão social do trabalho metropolitano, particularmente nos diversos ramos do setor terciário.  Ao mesmo tempo, os novos padrões de acessibilidade são relacionados com as mudanças registradas nos meios urbanos de transporte, efetuadas principalmente pela indústria automobilística na mesma década. São registrados alguns efeitos territoriais das inovações de trabalho, com o surgimento de algumas "ilhas de prosperidade", mas também com o surgimento de "manchas de ferrugem", com destaque a própria sede histórica de produção automobilística na área de ABC na metrópole paulistana. 

- Mercado de trabalho e dinâmica sindical – A questão da indústria automobilística no Paraná - Silvia Maria P. de Araújo (UFPR) e Benilde Maria Lenzi Motim (UFPR)

A indústria automobilística instalada, no Paraná, na segunda metade da década de 1990, tem produzido mudanças nas relações de trabalho com desdobramentos sobre o mercado de trabalho e a ação sindical. A inserção do Paraná no contexto do sistema produtivo mundial nos moldes do padrão de acumulação flexível ocorre, principalmente, através da implantação das montadoras Renault e Audi/Volkswagen, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). O sistema automobilístico responde, portanto, a uma fase de industrialização integrada, com empresas que se deslocam espacialmente em formação de rede e cadeias produtivas que se estruturam em torno do produto final.  O impacto das transformações nas formas contratuais, organizativas e sociais do trabalho naquelas empresas tem-se traduzido em mudanças no eixo da ação sindical e leva a questionamentos acerca da adoção de padrões de competitividade, produtividade e lucratividade, por parte do complexo automotivo, exigindo a prática de negociações variadas e pontuais por empresa. Esta pesquisa sociológica objetiva compreender, no âmbito das transformações sócio-espaciais, as relações de trabalho e a trajetória dos trabalhadores no contexto dos sistemas flexíveis de produção, dimensionando a participação da indústria automobilística paranaense na dinâmica do emprego.

- Powerful Unions, Vulnerable Workers: The representation of seafarers in the global labour market - Helen Sampson (Seafarers International Research Centre - Cardiff University)

In the late twentieth century, the seafarers labour market, which had always been global to some extent, became increasingly organised on an international basis. Shipping companies registered their vessels with open registers (so called ‘flags of convenience’) and as a result of the related de-regulation they enjoyed went in search of cheap labour sources. Such labour market changes (particularly when combined with a move by many owners to contract the daily running of their vessels out to crew management companies) have resulted in the development of a plethora of crewing agents across the world, from Croatia to the Philippines and beyond. This paper will argue that this situation arises as a direct consequence of the globalisation of the seafarer labour market, and of the industry as a whole.  It will outline the living and working conditions of multinational crews of seafarers and will describe the barriers to their effective collective action aboard ships. In doing so the paper will draw on data collected in the course of five ethnographic voyages conducted by the author, over a period of 118 days at sea, as well as an extended period of fieldwork conducted in India with seafarers and their families.

- Reestruturação produtiva, ação sindical e respostas operárias na indústria de linha branca

Angela Maria Carneiro Araújo (Unicamp) e Mariana Leite Figueiredo (Unicamp)

O objetivo do artigo é discutir o processo de mudanças recentes nas técnicas gerencias e na organização do processo de trabalho em uma empresa do setor de linha branca (setor de eletrodomésticos não portáteis - fogão, refrigeração, microondas, etc.), e verificar a relação existente entre este processo de mudanças e a postura dos trabalhadores frente à organização e atuação sindical. A questão central é entender se as novas formas de gestão do trabalho e, principalmente, o maior envolvimento dos trabalhadores com os objetivos da empresa tem influência na sua relação com o sindicato e na sua disposição para a ação coletiva. A pesquisa vem sendo desenvolvida na região de Campinas em duas plantas do setor. Uma delas, objeto deste artigo, é uma fábrica de fogões, originalmente de capital nacional, que foi recentemente adquirida por um grande conglomerado multinacional.  O estudo desta empresa mostra que a adoção de estratégias de envolvimento dos trabalhadores não foi suficiente, para quebrar os laços entre os trabalhadores e o sindicato. No entanto, os trabalhadores contratados após a aquisição da fábrica pelo grupo multinacional, apresentam uma taxa de sindicalização menor do que a média, o que pode indicar o maior sucesso dos novos métodos de gestão com os trabalhadores mais jovens e mais escolarizados.

3ª Sessão:

Trabalho, emprego e direitos no mundo flexível

Coordenadora: Magda Neves (IRT-PUC-MG)

- Um Mosaico de Classe: a Terceirização na RLAM e a pulverização dos sindicatos -  

Graça  Druck (UFBA) e Luis Flávio Godinho (UFBA)

O objetivo do trabalho é analisar a terceirização na Refinaria Landulfo Alves (RLAM) da Petrobrás, situada na cidade de São Francisco do Conde na Região Metropolitana de Salvador (RMS), enquanto um processo que cria uma cisão estrutural no interior da classe trabalhadora, dificultando a organização e a luta sindical. A precarização das condições do emprego industrial, com a intensa rotatividade da força de trabalho, salários decrescentes, redução e flexibilização de direitos trabalhistas, cria uma complexa redefinição na “classe-dos-que-vivem do trabalho”.  Um mosaico de classe representado pelos: i) efetivos ou estáveis que fazem parte do núcleo mais protegido – mesmo em vias de redução de direitos –, ii) os de “segunda categoria”, aqueles temporários permanentes que labutam como terceirizados há cerca de 20 anos trocando de crachá e de empresa a todo momento que vence um contrato,  iii) os de “terceira categoria”,  que são os temporários rotativos, trabalhadores de paradas e de contrato por tempo determinado, e iv) os de “quarta categoria”,  são os terceirizados das terceiras, os trabalhadores daquelas empresas que não garantem direitos mínimos aos seus contratados. É o que Huw Beynon tem chamado de “hifenização” da classe trabalhadora.

- Trabalhadores rurais em luta pelos direitos - Maria Aparecida de Moraes Silva (Unesp - UFSCar) e Amauri Alves Wensko (Unesp)

O presente texto tem como objetivo a análise das formas de resistência dos trabalhadores rurais dos setores canavieiro e citrícola da região de Ribeirão Preto/SP durante a década de 1990, período marcado por um intenso processo de mecanização, desemprego, exclusão e precarização do trabalho. Os dados coligidos nos processos trabalhistas e os referentes aos relatos orais atestam que, embora tenha havido a diminuição das greves, houve um deslocamento das lutas para o campo jurídico, considerado não como um campo neutro, porém como o enjeu das relações de forças entre os representantes do capital e do trabalho. As contradições de classe, no caso analisado, eclodiram no interior do campo jurídico, impondo aos detentores do poder econômico o cumprimento dos direitos, ainda que por meio de acordos, que, ao fim e ao cabo, lhes asseguravam vantagens, já que os valores das indenizações pagas nunca corresponderam  aos valores das petições iniciais. A metodologia empregada baseou-se na análise dos processos trabalhistas movidos por estes trabalhadores, na Junta de Conciliação e Julgamento de Araraquara/SP. Ademais dos dados quantitativos, foram realizadas entrevistas com advogados, sindicalistas e alguns trabalhadores envolvidos nos processos.

- O trabalho autogestionário em cooperativas de produção: A retomada de um velho paradigma - Jacob Carlos Lima (UFPB)

Este estudo busca analisar as diferentes formas organização de cooperativas de produção industrial, dentro de um contexto de flexibilização da produção e do trabalho e da retomada da discussão da autogestão como opção ao desemprego e autonomia dos trabalhadores. A pesquisa analisa cooperativas organizadas no nordeste como empreendimentos solidários ou apenas “pragmáticas” organizadas para terceirizar atividades de empresas. Procura verificar a percepção dos trabalhadores sobre o caráter do trabalho nesses empreendimentos. Dois elementos presentes na organização das cooperativas se destacam no debate: a externalidade de seus organizadores, ou seja, a presença do Estado, Sindicatos, ONGs e mesmo empresas;  e sua heterogenidade no espectro ideológico que vai de grupos empresariais a movimentos socialistas. Todos com a perspectiva, contraditória, de inserção no mercado. As cooperativas atenderiam, dependendo de quem as organiza, desde o rebaixamento de custos para empresas, passando pela formação de novos empreendedores capitalistas, até a uma complexa democracia no trabalho. Questões polêmicas, sem dúvida, para as quais a pesquisa busca apresentar contribuições.

- Nas interfaces do trabalho, emprego e lazer - Leila Maria da Silva Blass (PUC - SP)

Em que medida o debate contemporâneo acerca da chamada nova questão social contempla as relações entre trabalho, emprego e lazer? Esta comunicação gira em torno dessa temática, verificando até que ponto a sua análise indaga a noção de trabalho, criada e imaginada na modernidade ocidental européia, onde trabalho se confunde com emprego a partir do surgimento da fábrica moderna, no final do século XVIII, na Inglaterra, e com a generalização das relações assalariadas de trabalho, no decorrer do século XIX.   A análise aqui proposta, tendo por referência a pesquisa recente e em andamento sobre a produção dos desfiles de carnaval pelas escolas de samba de São Paulo que abrange uma pluralidade de processos de trabalho, desde a elaboração de um enredo, até a construção das alegorias, confecção dos adereços e fantasias, focalizará a figura síntese do carnavalesco. Suas funções e papel mesclam práticas de trabalho e de emprego, no chamado mundo do não trabalho (ou da festa). Nessa medida, fornece alguns subsídios para o estudo das metamorfoses contemporâneas do trabalho, repondo as temáticas sobre o entrelaçamento das práticas sindicais e lúdicas e as relações entre trabalho, emprego e lazer.

 
 
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3) Publicações
 
A) Operários sem patrões: os trabalhadores da cidade de Santos
 
 
Foi lançado, no dia 14 de julho, no Bar Cacilda (Rua Tito, 237 - Vila Romana/São Paulo),
o livro "Operários sem patrões: os trabalhadores da cidade de Santos no entreguerras" (Ed. Unicamp),
de Fernando Teixeira da Silva.
 
Operários sem patrões
Os trabalhadores da cidade de Santos no entreguerras

Fernando Teixeira da Silva

 

O livro focaliza as lutas dos trabalhadores do porto de Santos no período entre as duas Guerras Mundiais.

A análise dos dois elementos centrais da interpretação — a noção de “operários sem patrões” e o complexo

de práticas e valores englobados no conceito de valentia — permite uma nova compreensão das bases sociais das diversas estratégias sindicais encontradas em Santos e das suas mudanças no decorrer do período.

456 pp. 16 x 23 cm

ISBN 85-268-0654-8

 

SUMÁRIO

Prefácio de Michael Hall

Introdução                                                                              
PARTE I - O CONTROLE OPERÁRIO -

TRABALHADORES SEM PATRÕES

Capítulo 1

“Artistas”, Construtores e Engenheiros                                       

1. Vida de “artistas”                                                           

2. Os efeitos da Primeira Guerra Mundial                             

3. Roberto Simonsen e a Companhia Construtora                           

4. Engenheiros e construtores de “primeira classe”                          

Capítulo  2

Redefinição das Relações de Trabalho nos Canteiros de Obras   

1. O Centro dos Construtores e Industriais de Santos                    

2. A greve de 1917 e a Câmara de Trabalho                            

3. Patrióticos ensaios patronais em clima de guerra                          

4. “A lei infalível da oferta e da procura”                                 

5. A “década de ouro” da construção civil                          

6. Engenheiros e sindicatos e “sindicato de engenheiros”              

Capítulo 3

“Estado de Natureza” e Cultura Portuária                              

1. Generalizações sobre uma cultura operária                             

2. A comunidade portuária de Santos                                      

3. Diferenciações internas e rivalidades profissionais                       

4. Navalhadas e beneméritos valentões                                   

Capítulo 4

Tentáculos do Polvo e Closed Shop                                      

1. A polifonia portuária                                                   

2. A formação do Polvo                                                

3. Companhia Docas versus estivadores “avulsos”                   

4. Capital e “sindicalismo pragmático“                                

5. A crise de 1929 e seus efeitos entre os estivadores                

6. A conquista da closed shop                                         

7. “Para que servem os patrões?”                                           

8. Institucionalizando o controle operário                             

PARTE II - O MOVIMENTO OPERÁRIO:

DA BARCELONA À MOSCOU BRASILEIRA

Capítulo 5

Cidade Portuária, Guerra e “Revolução”                                     

1. Composição social dos trabalhadores e correlações políticas    

2. “A desculpa de sempre é a guerra”                                      

3. A greve parcial de 1917                                                 

4. Anarquistas e sindicalistas revolucionários                            

5. Reforma ou revolução?                                                 

Capítulo 6

Esperança e Medo: Greves nas Docas (1919-1921)                       

1. “Soou a hora das nossas reivindicações”                           

2. União dos Estivadores: libertários versus reformistas         

3. Greve de fura-greves: o golpe final                                               

4. O crepúsculo da Barcelona Brasileira                                   

Capítulo 7

Questão de Polícia, Caso de Justiça                                      

1. O delegado vítima e a vítima do delegado                            

2. “Covarde assassinato”: (des)montagem de um processo            

3. “Nacionalismo estrangeiro e anarquista”                        

4. O direito da força e a força do direito                                       

Capítulo 8

Sindicalismo Reformista e Oficial                                          

1. Carroceiros, carroças e caminhões                                  

2. Trabalhadores em café e unidade patronal                            

3. “Década infame” e “Castelos dos Burgos” em chamas         

4. O “General Estivador”                                                  

5.   “A brisa suave da liberdade trazida pela revolução”        

6. “Princípios liberais da revolução” e corporativismo                   

Capítulo 9

Partido Comunista: do Isolamento e às Alianças                   

1. Comunistas versus anarquistas no Centro Internacional              

2. Da “Frente Única” eleitoral ao isolacionismo obreirista        

3. Alianças: primeiros ensaios                                             

4. Comunistas, greves e sindicalismo oficial                       

5. Unidade sindical e “Frente Popular”                                    

Capítulo 10

Pacificação da Estiva e Origens do Porto Vermelho                  

1. Os comunistas e a dura parede de cada dia                            

2.   Rodízio e as “três barrigas” dos contramestres                

3.   “Roda Grande” e criativas experiências éticas no trabalho    

4. Triste fim de Antoninho Navalhada                                  

Considerações Finais                                                          

Arquivos e Fontes                                                                         
Referências Bibliográficas                                                                      
 
Enviado por: Fernando Teixeira da Silva
E- mail para contato: fernando_teixera@uol.com.br
 
 
 
B) Revista Outubro
 
Já está no ar a página da Revista Outubro na Internet (www.revistaoutubro.com.br).
Através dela é possível acessar os artigos em formato PDF das edições anteriores e
consultar o índice da edição atual, além de obter informações sobre o conselho editorial
e normas de publicação da revista.

A Revista Outubro, publicada pelo Instituto de Estudos Socialistas, é
indexada por Ulrich's Periodical Directory e por Citas Latinoamericanas de
Ciencias Sociales (Clase).
 
Número 8
Artigos:
 
Democrático e Popular?
Edmundo Fernandes Dias
 
A materialidade do Trabalho e o "trabalho imaterial"
Sergio Lessa
 
Paradoxos do presente e lições de Marx
Luciano Vasapollo
 
Avanço ou retorcesso?
Edgardo Logiudice
 
A Lógica do pacto: do ABC paulista para Brasília
Teones Pimenta de França
 
Hegemonia em Tempos de cólera: a difícil construção de uma ordem mundial
Alvaro Bianchi
 
 
Resenhas:
 
Mike Davis.Holocausto Coloniais. Clima, fome e imperialismo na formação do terceiro mundo.
HENRIQUE CARNEIRO
 
Michel löwy. A teoria da revolução permanente no jovem Marx
MARCELO GUIMARÃES LIMA
 
Marcelo Ridenti e Daniel Aarão Reis Filho(orgs.). História do Marxismo no Brasil (v.5). Partidos e organizações dos anos 20 aos 60
JEAN RODRIGUES SALES
 
Ruy Fausto. Marx: lógica e política-Investigações para uma reconstituição do sentido da dialética(tomo III).
HECTOR BENOIT
 
Encomendas enviar e-mail : redação@revistaoutubro.com.br
Site: www.revistaoutubro.com.br
 
 
Enviado por: Roberto Mosca Junior
E- mail para contato: robertomoscajr@hotmail.com
 
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4) Seminários
 
 
A) A Educação Superior e a Nova Economia: Uma Comparação Entre Brasil e Inglaterra 
 

Mesa Redonda na ANPOCS 2003 - 21 a 25 de outubro

O propósito da mesa é discutir a relação entre educação superior e as eventuais demandas da “Nova Economia”, ou a economia baseada nas tecnologias de informação. Essa Mesa Redonda conta com apoio do CNPq e do British Council, além da ANPOCS, e é parte das atividades da rede WORLLD (Work, Occupational Restructuring, Labour and Labour Market Dynamics), coordenada por Nadya Guimarães (USP e Cebrap) e Kate Purcell (University of West of England - Bristol) e que tem ainda Adalberto Cardoso (IUPERJ), Álvaro Comin (USP e Cebrap), José Ricardo Ramalho (IFCS-UFRJ), Peter Elias (Institute for Employment Research - Warwick) Paul Stewart (University of West of England – Bristol) e Valéria Pero (IE-UFRJ) entre seus membros regulares.

Peter Elias: Higher education expansion and occupational change in the UK

Access to higher education in the UK grew dramatically in the last quarter of the 20th century as a result of progressive government policies.  This move from an elite to a mass system has had a fundamental impact on the labour supply and the occupational structure.  Peter Elias's paper will introduce a new occupational classification based on the proportions of UK job-holders with degrees in different age groups, in the light of a detailed investigation of occupational characteristics and pre-requisites. Using this classification, an analysis of aggregate UK labour market trends and occupational change has been undertaken, showing how expansion of the UK higher education system has affected the structure of the workforce between 1975 and 2000. He will then examine the distribution among the new occupational categories of a large UK graduate survey, conducted seven years after graduation. The characteristics of graduates in each category and the different access to different jobs of different types of graduate - in terms of demographic attributes, type of university, type of course and levels of achievement - will be examined. This paper reveals a new map of the graduate population of the 'class of 1995' and also addresses the widely-made allegation that there has been an overproduction of graduates resulting in widespread underemployment of those with degrees.

Kate Purcell: Graduate employment in 'the knowledge society'

Government policies are predicated upon the conviction that increasing higher education participation rates are good for the economy and the community, but the success of this relies substantially upon the achievement of a good fit between the skills and knowledge developed within the HE system and the competences sought by employers. The paper presented by Elias charts change and stability in patterns of graduate employment, but it throws little light on the quality or content of new graduate jobs. Drawing predominantly on the very detailed qualitative interviews with a sub-sample of 200 respondents in the Graduate Careers Seven Years On survey, a further 'intrinsic' analytic model has been developed to look at the substantive content of the jobs that graduates do and the extent to which these cut across, or are concentrated in, the 'external' graduate job classification categories outlined by Elias. This enables us to explore the extent to which the expansion of higher education in UK reflects the growth of 'the knowledge economy' and increased demand for 'symbolic analysts' - as argued by Robert Reich in The Work of Nations (1991), and as postulated by social theorists from Daniel Bell's The Coming of Post Industrial Society (1973) onwards.

Simon Shwartzman: Educação Superior e as Demandas da Nova Economia

O Banco Mundial trabalha com a hipótese de que existe uma nova economia que demanda novas habilidades e competências, e os sistemas educacionais que temos não estão respondendo a isto de forma adequada; conseqüentemente, seria necessário ajustar as instituições para que elas respondam melhor. Contra esta idéia, o que trato de mostrar é que as transformações no mercado de trabalho trazidas pela "nova economia" não são muito grandes em nossa região, em termos de demanda por habilidades e competências de alto nível; e que o processo de expansão do ensino superior obedece a uma lógica própria, que não tem relação direta com as mudanças no mercado de trabalho.

Coordenador: Carlos Benedito
Debatedor: Adalberto Cardoso
 
 
Enviado por: Nadya Guimarães
E-mail para contato: nadya@uol.com.br 
 
 
B) II Simpósio do Fórum Interdisciplinar sobre trabalho, política e sociedade

Tema: Trabalho, Qualificação e Geração de Emprego e Renda

DATA:
26 e 27/08/2003

LOCAL:
CAP - Centro de Aperfeiçoamento Profissional da UESB
Campus Universitário da UESB
Estrada do Bem Querer, Km 04
Vitória da Conquista - BA


O FÓRUM INTERDISCIPLINAR SOBRE TRABALHO, POLÍTICA E SOCIEDADE é uma
atividade de extensão realizada pelo Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre
Trabalho, Política e Sociedade (NETPS)
, vinculado ao Departamento de
Filosofia e Ciências Humanas (DFCH), em parceria com o Departamento de
Geografia (DG), Departamento de Estudos Linguísticos e Literários (DELL),
Departamento de Ciências Sócias Aplicadas (DCSA) e Departamento de Estudos
Básicos e Instrumentais (DEBI) da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
(UESB).
O objetivo deste fórum é promover a reflexão e o debate acerca das demandas
por qualificação profissional existentes nas formulações e ações dos
principais seguimentos da sociedade: trabalhadores, empresários e governo.


PROGRAMAÇÃO

Dia 26/08/2003

Das 19:00 às 21:30h

Conferência:
"Crise do Capital, Trabalho e Conhecimento: perspectivas para o mercado de
trabalho"
Conferencista: Prof. Dr. Gaudêncio Frigotto (NEDDATE/UFF)

Mediadora: Prof. Jussara Marques de Macedo (NETPS/UESB)

Das 21:30 às 22:00h

Apresentação Cultural:
Grupo Littera


Dia 27/08/2003

Das 8:00 às 12:00h

Palestra:
 "Trabalho, qualificação e políticas de geração de emprego e renda no
contexto da crise do capital"

Palestrante: Prof. Dr. Gaudêncio Frigotto (NEDDATE/UFF)

Comentários:

Natália Sudsilowsky (SENAC)
Cláudio Ribeiro Cardoso (SEBRAE)
Cristiane Maciel Viana (SENAI)
Prof. José dos Santos Souza (NETPS/UESB)


Das 12:00 às 14:00h
Intervalo para Almoço


OFICINAS TEMÁTICAS
Das 14 às 16:00h
Área: Trabalho, Política e Sociedade
1. AS RELAÇÕES ENTRE SINDICALISMO E ESTADO NO BRASIL
(Paula Marcelino - Doutoranda em Ciências Sociais/UNICAMP)
2. ESTADO, PRODUÇÃO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL NA TRAJETÓRIA DA
FORÇA SINDICAL
(José dos Santos Souza - Doutorando em Ciências Sociais/UNICAMP)
3. O BANCO MUNDIAL E AS POLÍTICAS DE QUALIFICAÇÃO PARA O
TRABALHO DOCENTE
(Jussara Marques de Macedo - Mestre em Educação / UFF)

Área: Políticas de Geração de Emprego e Renda
4. DESAFIOS DO ASSOCIATIVISMO E ESTRATÉGIAS DE AGREGAÇÃO DE
VALOR
(Márcio Carneiro dos Reis - Doutorando do CPDA / UFRRJ)


Das 16:00 às 18:00h
Área Temática Trabalho e Educação
1. RELAÇÃO EDUCAÇÃO E TRABALHO NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL
(Angélica Mª Renaldy C. Leahy - SENAC; Gygyane Carla Ferraz de
Oliveira - SENAC; Natália Maria Sudsilowsky Ferreira - SENAC)
2. BANCO MUNDIAL E AS POLÍTICAS DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL NO
BRASIL
(Célia Tanajura Machado - Doutoranda em Educação/UFBa)

Área: Reestruturação Produtiva e Reforma do Estado
1. O ESTADO DA BAHIA NA REORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO SOCIAL
(Cristiano Lima Ferraz - Doutorando em Ciências Sociais / UNICAMP)


Das 19:00 às 22:00h

Mesa redonda:
"Reestruturação produtiva e o projeto empresarial de formação do 'Novo
Trabalhador' "

Debatedores:
Profª. Ms. Paula Marcelino (Doutoranda - Unicamp)
João Luiz dos Santos Jesus (Sind. do Comércio)
Prof. Dra. Ana Elizabeth Santos Alves (UESB)
Cezar Merlo  (AINVIC)

Mediador:
Célia Tanajura Machado (NETPS/UESB)

Maiores informações poderão ser obtidas pelo endereço eletrônico
/netps@uol.com.br <mailto:netps@uol.com.br 
ou pelo fone: (77) 425-9334, com Marluce ou Eliane

 
Enviado por: José dos Santos Souza
E-mail para contato: netps@uol.com.br 
 
 
C) VII Encontro da ABET
 
O VIII Encontro da ABET que aborda a temática Reformas trabalhista e previdenciária,
crescimento econômico e distribuição de renda será realizado de 13 a 16 de outubro
na FEA/USP.
Contamos com seu apoio para uma ampla divulgação
através de mailing lists e webpags de sua instituição e/ou pessoal.
 
Enviado por:  Iram Jácome Rodrigues
E-mail para contato:
ijrodrig@usp.br
 

D) Reunião de Antropologia do Mercosul
 
Os coordenadores do GT abaixo, gostariam de convidá-los(as) a enviar
propostas de trabalhos para a próxima Reunião de Antropologia do Mercosul
(V RAM) a ser realizada em Florianópolis, de 30/11 a 3/12/2003
www.vram.ufsc.br Prazo de envio de propostas: 25/08/2003

GT: "ANTROPOLOGIA, TRABALHO DE CAMPO E SUBJETIVIDADE: DESAFIOS
CONTEMPORÂNEOS" Coordenadores: Vagner Gonçalves da Silva -- USP
vagnergo@usp.br e Elisete Schwade -- UFRN schwade@digizap.com.br Este GT
tem por objetivo problematizar questões relacionadas ao trabalho de campo e
seus resultados, tais como as condições políticas de interlocução entre
observador e observado, o papel da subjetividade nesta interlocução, a
dimensão epistemológica na transposição de uma experiência subjetiva em
conhecimento objetivo e as novas possibilidades na produção de etnografias
inovadoras que problematizem o próprio fazer etnográfico enquanto processo
de conhecimento de mão dupla. Pretende-se abordar esta temática por meio de
três eixos principais: 1) O trabalho de campo como uma prática que
atravessa os diferentes campos de construção de conhecimento e temas
pesquisados pela antropologia (no Brasil e no exterior); 2) Novas
experiências na construção de etnografias e 3) Problemas e perspectivas no
processo de reprodução/absorção deste conhecimento por meio do ensino
acadêmico (sobretudo na área de métodos e técnicas de pesquisa).
 
Enviado por:  BRASALIST
E-mail para contato: BRASA@LIST.UNM.EDU
 

E) Colóquio internacional "Direito e mudança social"

Informo sobre o colóquio internacional "Direito e mudança social" sendo
organizado pela Universidade de Nantes na França. O tema central será em
torno do "Atores sociais na história do direito do trabalho":

 Droit et changement social (UMR 6028 du CNRS - université de Nantes)
 organise les 18 et 19 septembre 2003 un colloque international
 consacré au
 thème : Les acteurs dans l'histoire du droit du travail.
 35 communications seront présentées autour de quatre thèmes :
 - Doctrine et catégories juridiques
 - Patronats, syndicats et courants d'idées
 - Juges et fonctionnaires
 - Jeux d'acteurs.

 Le programme complet est disponible sur le site :
 
http://www.droit.univ-nantes.fr/labos/dcs/actu.htm

 Pour tout renseignement : Katia Ragot-Barragan
 Tél : 02-40-20-65-21 ou 02-40-14-15-97
 Mél :
katia.barragan@droit.univ-nantes.fr


Pour poster un message dans Reinet, adressez-le à : reinet@cru.fr
Archives (réservées aux abonnés) : http://listes.cru.fr/wws/arc/reinet ,
puis cliquez sur login

Enviado por:  Eunice Stenger
E-mail para contato: eunicestenger@uol.com.br

 

F) Encuentro Internacional Capital Social Generador de un Mundo Mejor 

 


La Pontifícia Universidad Católica de Rio Grande do Sul – PUCRS

La Fundación Irmão José Otão - FIJO

La Iniciativa Interamericana de Capital Social, Ética y Desarrollo del BID

Lo Invitan a Ud. a Participar del

ENCUENTRO INTERNACIONAL

CAPITAL SOCIAL GENERADOR DE UN MUNDO MEJOR: 

 



Porto Alegre, Brasil, 10, 11, 12 y 13 de Septiembre de 2003.

Información referente al programa del Encuentro puede encontrarse en el sitio web de la Iniciativa Interamericana de Capital Social, Ética y Desarrollo: www.iadb.org/etica o vía correo electrónico: fundacao@fijo.com.br

Enviado por: Paula Ritter
E-mail para contato: Pritter@bridge.com.br
 
 
G) PROJETO HOMEM COM h: ARTICULANDO SUBALTERNIDADES MASCULINAS


GRUPO DE ESTUDOS: RAÇA E GÊNERO


Como uma das atividades do Projeto Homem com h: Articulando Subalternidades Masculinas, apoiado pelo Programa GRAL da Fundação Carlos Chagas/John D. and Catherine T. MacArthur Foundation, o Centro de Estudos Afro-Brasileiros estará promovendo a partir do dia 22 de agosto de agosto de 2003 reuniões quinzenais do Grupo de Estudos Raça e Gênero. O Grupo, coordenado pelo antropólogo e pesquisador do AFRO, Osmundo Pinho (Doutor em Ciências Sociais/UNICAMP), discutirá em reuniões seminarizadas textos clássicos e contemporâneos relevantes para uma abordagem bem fundamentada e problematizadora da raça, do gênero e de suas complexas interrelações no contexto brasileiro. Poderão participar do Grupo ativistas do movimento social, assim como estudantes de graduação e pós-graduação que se disponham a acompanhar as reuniões e se comprometam a realizar as leituras e a apresentar os seminários. As reuniões serão realizadas quinzenalmente, as 17:00 h no Centro de Estudos Afro-Brasileiros/AFRO da Universidade Candido Mendes, Praça Pio X, no. 7, 7o andar. Informações com Herculis Toledo. E-mail: htoledo@candidomendes.edu.br . Tel: (21)2516-2916.


1. Racialização

2. As Ilusões da Liberdade: O Contexto

3. Raça

4. Gênero nas Religiões Afro-Brasileiras

5. Mulheres Negras comentam Homens Negros

6. Políticas de Identidade

7. Políticas de Raça e Gênero


Enviado por:  BRASALIST
E-mail para contato: BRASA@LIST.UNM.EDU
 
 
H) Metodologia Quantitativa e Qualitativa em Pesquisa Social - CURSO
Local:PUC-Rio Rua Marquês de São Vicente, 225 - casa XV -
Gávea/RJ
Período de Aulas:De 25/08 a 24/11/2003 - 2ª feira, das 19:00
às 22:00h
Objetivo:   O curso pretende introduzir os alunos na prática
da pesquisa e análise de dados quantitativos e qualitativos,
ensinando as diferentes etapas de um projeto de investigação
social e de opinião, desde o desenho e seleção da amostra,
até a experiência de campo e análise de relações. Serão
abordadas as principais técnicas metodológicas das ciências
sociais.
Programa: Introdução: Objetivos da pesquisa social,
triangulação de informações e construção de projeto de
pesquisa.
Módulo I: Pesquisa quantitativa: survey, amostragem,
construção de variáveis, elaboração de questionário,
levantamento de dados; análise: relação entre variáveis,
inferência.
Módulo II: Pesquisa qualitativa: etnografia e
etnometodologia; entrevista em profundidade; grupo de
discussão.
Carga Horária:   42 horas.
Coordenação:  
Alessandra Aldé, Doutora e pesquisadora,
IUPERJ. Professora da PUC-Rio.
Felícia Picanço, Mestre, IUPERJ. Professora da PUC-Rio e
UERJ. 
Matrícula:   Até 18/08/2003
A matrícula poderá ser realizada por qualquer um dos
seguintes modos:
1. Pela Internet
2. Pela Central de Atendimento - 0800 90 9556
3. Presencial - Comparecimento do candidato ou seu
representante, munido de instrumento particular de procuração
à CCE/PUC-Rio na Rua Marquês de São Vicente, 225 casa XV
Gávea/RJ ou na Av. Marechal Câmara, 186 7º andar Centro/RJ,
onde será informado dos procedimentos.
A realização do curso estará sujeita à quantidade mínima de
matrículas.
 Investimento  Para matrículas até 11/08 desconto de 5% no
primeiro pagamento. Após esta data o curso poderá ser pago em
4 parcelas de R$ 200,00, sendo a primeira no ato da matrícula
e as restantes nos meses subseqüentes.
 
Enviado por:  Felícia Picanço
E-mail para contato: felicia@uol.com.br
 
 
******************* ACONTECEU *******************
 
 
I) Os desafios do sindicalismo diante do governo Lula - DEBATE/LANÇAMENTO
 
DATA: 24 DE JULHO, QUINTA-FEIRA, ÀS 19 HORAS.
LOCAL: AUDITÓRIO DO INSTITUTO MAURÍCIO GRABOIS (IMG/SP)
(Rua Condessa de São Joaquim, 272, Bela Vista, SP, próximo ao Metrô São Joaquim)
 
 
"Os desafios do sindicalismo diante do governo Lula"
 
- Giovanni Alves - professor de sociologia da Unesp/Campus Marília;
- João Guilherme Vargas Netto - consultor sindical;
- Altamiro Borges - editor da revista Debate Sindical.
 
 
Após o debate ocorreu um coquetel de lançamento do livro:
 
"Limites do sindicalismo - Marx, Engels e a crítica da economia política", de Giovanni Alves
 
PROMOÇÃO: IMG/SÃO PAULO
 
 
Enviado por: Giovanni Alves
E-mail para contato: giovanni.alves@uol.com.br
 
 
J) Seminário Em direção à liberdade do trabalho?

Bernard Friot

Bernard Friot é professor e pesquisador
em Sociologia e Economia

Laboratoire  Travail et Mobilités

 Universidade Paris X – Nanterre/Paris

As pesquisas sobre trabalho, emprego e proteção social na Comunidade Européia, e na França de forma particular, evidenciam mudanças nas instituições e normas elaboradas no período de expansão do assalariamento. O reconhecimento social do desemprego e das formas precárias de trabalho, ameaças aos direitos sociais dos assalariados, como as reformas das aposentadorias, constituem questões de pesquisa, debates e movimentos sociais. Neste contexto, tanto na Europa como na América Latina, especialmente Brasil, é também observado um apelo generalizado à educação e à formação profissional com o objetivo de levar a bom termo estas mudanças.

P r o g r a m a 

12 de Agosto

às 14:00

Salão Nobre da FE/Unicamp

Conferência:

Trabalho e Direitos Sociais
Debatedora: Liliana Segnini - DECISAE/FE /UNICAMP

13 de Agosto

às 14:00

Auditório da Adunicamp

Conferência:

Contradições das Reformas de Proteção Social na União Européia

Debatedor: Wilson Cano - IE/UNICAMP

14 de Agosto

às 14:00

Sala da Congregação
da FE/Unicamp

Conferência:

Emprego e direitos sociais: trabalhadores, assalariados e cidadãos

Debatedora:

Aparecida Neri de Souza

Márcia de Paula Leite

DECISAE/FE /UNICAMP

Organização:

Acordo Capes – Cofecub

Projeto Trabalho e Formação

Profa. Dra. Liliana Segnini (coord.)

Profa. Dra. Aparecida Neri de Souza

Prof. Dr. Vicente Rodriguez

Profa. Dra. Márcia de Paula Leite

Profa. Dra. Neusa Maria Mendes Gusmão

Prof. Dr. José Roberto Montes Heloani

Realização:

UNICAMP

DECISAE

Departamento de Ciências Sociais

 Aplicadas à Educação

Faculdade de Educação

GEPEDISC

Grupo de Estudos e Pesquisa em Educação

em Diferenciação Sócio-Cultural

Apoio:

ADUNICAMP

Enviado por: Nadya Guimarães
E-mail para contato: nadya@uol.com.br 
 

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5) Recados e Informações Gerais

Estresse no trabalho é preocupante
 
De acordo com uma pesquisa feita pela operadora Sirocom (divulgada pelo site IDGNow!), no Natal deste ano haverá um acréscimo de 30% no número de pessoas trabalhando em casa, em relação ao ano passado. No total, o estudo revela que 2,5 milhões de pessoas abrirão seus escritórios remotos neste final de ano. Mas mesmo trabalhando em casa ou no escritório, outro estudo, realizado pela NFI Research em 50 países, mostra que o estresse aumentou entre executivos e gerentes. O problema já afeta 79,3% destes profissionais de forma intensa ou moderada. Somente 2% dos participantes da pesquisa negam ter estresse com o trabalho. Cerca de 44% informam estar tão estressados quanto seus chefes e 27% garantem que já estão mais estressados do que seus superiores. Entre as principais causas do estresse, apontadas pela pesquisa, estão obstáculos com orçamentos, prazos, demandas de clientes e horas trabalhadas.  

(Retirado do Jornal Voz do Paraná - Edição 1775) 
  
Enviado por: Ricardo Belinski
E-mail para contato: rbelinski@uol.com.br
 

 

 
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Este boletim é um informativo do GT Trabalhadores, Sindicatos e a Nova
Questão Social
 
Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais
 - ANPOCS -
 
Coordenadores do GT:
Marco Aurélio Santana (UNIRIO) (
msantana@bridge.com.br )
José Ricardo Ramalho (UFRJ) (
jramalho@ifcs.ufrj.br )
 
Editor: Marco A