Boletim Eletrônico
Sindicalismo e Política
N. 40 - Março/Abril 2003
 

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Sumário:
 

1) Mensagem do editor
2) Programação do GT
3) Publicações
4) Seminários
5) Recados e Informações Gerais
 

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1) Mensagem do Editor
 
Colegas,
 
Esta edição traz a programação dos encontros que nosso GT realizará em 2003:
o Seminário Intermediário (São Paulo - SP) e o Encontro Anual (Caxambu - MG).
A partir do dia 6 de maio, nossa página começará a disponibilizar os textos completos
a serem apresentados no Seminário Intermediário.
http://sindicalismo.pessoal.bridge.com.br
 
Tudo de bom
Marco Aurelio Santana
 
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2) GT  Trabalhadores, Sindicatos e a Nova Questão Social
 

A) XXVII Encontro Anual da ANPOCS 2003 - Caxambu (MG) - 21 a 25 de outubro de 2003 
 
 
GT 24 – Trabalhadores, Sindicatos e a Nova Questão Social

Programação 2003

1ª Sessão:

Trabalho, trabalhadores e sindicatos em perspectiva comparada.

Coordenadora: Sônia Larangeira (UFRGS) -  sonia21@vortex.ufrgs.br

 - Instituições trabalhistas, desempenho econômico e equidade na América Latina  - Adalberto Moreira Cardoso (IUPERJ)

 - Negociação coletiva e equidade de genero no Brasil e em países selecionados da América Latina: uma  análise comparativa - Laís Wendel Abramo (OIT).

 - Patterns of labour Control and the Erosion of labour Standards in Regimes of Hegemonic Despotism.  Towards an International Study of the Quality of Working life in the Automobile Industry (Brazil, Canada, Italy, Japan and the UK) - Paul Stewart (Bristol Business School), Wayne Lewchuk (McMaster University), Valeria Pulignano, José Ramalho (UFRJ), Marco Santana (UNIRIO), Charlotte Yates (McMaster University), Masaki Saruta (Chukyo University, Nagoya) e Andy Danford (Bristol Business School).

- Mudanças organizacionais e condições de trabalho: percepções dos trabalhadores e gerentes de uma empresa de eletrodomésticos de linha branca - Leda Gitahy (UNICAMP), Nanci Stancki (UNICAMP - CEFET-PR) e Ana Maria Bezerra Pina (UNICAMP)

 

2ª Sessão: 

Entre o local e o global: mudanças sócio-espaciais, relações de trabalho e práticas sindicais.

Coordenador:  Marco Aurélio Santana (UNIRIO) - msantana@bridge.com.br

- As inovações de trabalho nos tempos de ‘globalização’ e sua expressão urbana na metrópole paulistana dos anos noventa - Philip Gunn (USP)

 - Mercado de trabalho e dinâmica sindical – A questão da indústria automobilística no Paraná - Silvia Maria P. de Araújo (UFPR) e Benilde Maria Lenzi Motim (UFPR)

 - Powerful Unions, Vulnerable Workers: The representation of seafarers in the global labour market - Helen Sampson (Seafarers International Research Centre - Cardiff University)

 - Reestruturação produtiva, ação sindical e respostas operárias na indústria de linha branca - Angela Maria Carneiro Araújo (Unicamp) e Mariana Leite Figueiredo (Unicamp)

 

 

3ª Sessão:

Trabalho, emprego e direitos no mundo flexível

Coordenadora: Magda Neves (IRT-PUC-MG) – irt@pucminas.br

- Um Mosaico de Classe: A Terceirização na RLAM e a pulverização dos sindicatos - Graça Druck (UFBA) e Luis Flávio Reis Godinho (UFBA).

 - Trabalhadores rurais em luta pelos direitos - Maria Aparecida de Moraes Silva (Unesp - UFSCar) e Amauri Alves Wensko (Unesp)

-  O trabalho autogestionário em cooperativas de produção: A retomada de um velho paradigma - Jacob Carlos Lima (UFPB)

 - Nas interfaces do trabalho, emprego e lazer - Leila Maria da Silva Blass (PUC - SP)

 
 
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B) Seminário Intermediário - 22 e 23 de Maio - Universidade de São Paulo
 
Trabalhadores e Ações Coletivas no Mundo Contemporâneo
 
Seminário Intermediário do GT Trabalhadores, Sindicatos e a Nova Questão Social - ANPOCS
 
22 e 23 de maio de 2003
FEA-USP
São Paulo - SP
 
 
 
Dia 22 de maio de 2003 - Quinta-Feira
 
10:00 - Sessão de abertura 
 
Sala da Congregação FEA-USP
 
Iram Jácome Rodrigues (FEA-USP - Coordenação do Evento)
Marco Aurélio Santana (UNIRIO - Coordenador do GT)
Maria Tereza Leme Fleury (FEA-USP)
Maria Arminda do Nascimento Arruda (Sec. Executiva - ANPOCS)
 
10:30 - Mesa-redonda: Mudanças no mundo do trabalho na América Latina
 
Sala da Congregação FEA-USP
 
Eduardo Noronha (UFSCAR)
Jorge Walter (Universidade de Buenos Aires)
Maria Cristina Cacciamali (FEA-USP)
 
Coordenação:  José Ricardo Ramalho (UFRJ)
 
12:30 - Almoço
 
13:45 - 16:15 - Sessão de comunicações
 
Sala G-8 (FEA-I)
 
1a. Sessão - Trabalho e trabalhadores nos novos espaços produtivos: qualificação, sociabilidade e associativismo
 
Coordenador: Antônio Carvalho Neto (IRT-PUC-MG) 

Os trabalhadores no contexto da globalização dos alimentos

Josefa Salete Barbosa Cavalcanti (Profa. do Departamento de Ciências Sociais - UFPE), Dalva Mota (Doutoranda do PPGS- UFPE) e Ana Cristina Belo da Silva (Bolsista  CNPq)

Com base em evidências empíricas recentes, este trabalho traz ao debate as características  das mudanças no trabalho e a crescente industrialização da agricultura. Neste sentido, focaliza as estreitas relações entre os espaços agrícolas e aqueles da distribuição e consumo dos alimentos, segundo dados de pesquisa realizada com unidades agroindustriais e familiares das novas regiões produtora de frutas e vegetais do Nordeste do Brasil, e também com supermercados da cidade do Recife. A hipótese a ser examinada é a de que as regras e convenções definidas pelos supermercados estão influenciando fortemente os espaços da produção, ao tempo em que os usos da moderna tecnologia contribuem para a transformação dos produtos, dos postos de trabalho e das qualificações requeridas dos gestores e outros trabalhadores que participam  dos setores de produção, distribuição e consumo dos alimentos. Destarte, serão examinadas mudanças na construção dos produtos e nos tipos de serviços relacionados, destacando os modos como os parâmetros de qualidade instituídos pelos agentes externos, passam a envolver os alimentos, os trabalhadores e o meio ambiente, num conjunto particular de relações sociais, que tende a transformar o trabalho na agricultura, os tempos definidos para a distribuição e consumo dos produtos agrícolas e, conseqüentemente, a sociabilidade e os tipos de controle exercidos sobre os trabalhadores.

Tendências das Experiências de trabalho e produção Solidárias no Brasil

Luiz Inácio Gaiger (Prof. da Universidade do Vale do Rio dos Sinos -RS)

O objeto do trabalho são as iniciativas de associação econômica, dedicadas à geração de trabalho e renda, bem como suas organizações ad hoc, cujas características permitem identificá-las como agentes propulsores de um novo solidarismo popular. Seguindo uma tendência internacional, há no país um perceptível aumento do interesse sobre esses empreendimentos associativos, os quais estariam configurando, ao lado de uma revitalização do cooperativismo e de outras organizações conexas, uma economia solidária, em nítido processo de expansão. Suas características não estão dadas, mas se apresentam como tendências e potencialidades. Buscar compreendê-las significa captar as ambivalências, dificuldades e contradições que tais iniciativas carregam e, por conseguinte, colocar em questão o próprio conceito de economia solidária.

A autogestão e a nova questão social: repensando a relação indivíduo-sociedade

 

Cinara Rosenfield (Profa. da UFRGS).

Este estudo busca analisar o papel social desempenhado pelas iniciativas de produção cooperativadas e autogeridas, sob uma dupla abordagem: 1- análise das empresas autogeridas enquanto projeto político-social alternativo de geração de trabalho e renda (especificamente, no caso empírico aqui analisado, capitaneado pelo sindicato ao constituir uma cooperativa de produção a partir da falência de uma indústria metalúrgica); 2- análise sob a ótica de uma sociabilidade regida pela nova questão social que remete a uma outra relação indivíduo-sociedade, onde associam-se ações e projetos coletivos com estratégias individuais de inserção social.  

O novo discurso da qualificação profissional e os trabalhadores do “Consórcio Modular” em Resende/RJ.

Lia de Mattos Rocha (Mestre pelo PPGSA/UFRJ)

O objetivo deste trabalho é compreender como as novas exigências em relação ao trabalhador, resultantes das reestruturações produtivas ocorridas nas últimas décadas, são apreendidas no processo produtivo tanto pelos trabalhadores, quanto pela gerência, a partir do novo paradigma de qualificação centrado na questão da competência. Pretende-se observar quais as características que a fábrica em questão privilegia na contratação de seus empregados, e compreender como esses trabalhadores são treinados e como a gerência lança mão dessas características no processo da produção. O caso escolhido para a realização desse trabalho é a planta da Volkswagen instalada na região de Resende (no Sul fluminense) desde 1996, organizada de forma a inserir os fornecedores dentro de um “Consórcio Modular”, modificando de forma radical a relação entre-firmas.  

Jovens trabalhadores e integração social no Rio de Janeiro: algumas questões para o debate

Rogério Mendes de Lima (Prof. do Centro Universitário da Cidade /RJ)

As transformações econômicas ocorridas na década de 90 no Brasil alteraram significativamente o panorama do mundo do trabalho em nosso país.  Caracterizada pelo que se convencionou chamar de reestruturação produtiva, essas mudanças redefiniram as formas de organização das relações de trabalho, destruindo e incorporando novas formas de sociabilidade e fazendo emergir, progressivamente, um novo cenário social.  Diante dos recortes possíveis, este trabalho, parte de uma pesquisa em desenvolvimento, enfoca o processo de integração social pelo mundo do trabalho de jovens trabalhadores na cidade do Rio de Janeiro, analisando suas perspectivas de vida, suas formas de integração social, o processo de continuidades e descontinuidades em relação ao passado e quais as reflexões que esta experiência pode trazer para a compreensão das novas configurações do mundo do trabalho no Brasil.  Neste momento, o objetivo deste trabalho consiste em apresentar algumas questões que vão se delineando e que tornam necessária uma reflexão sobre os parâmetros de análise sobre o mundo do trabalho pela sociologia brasileira.

 

 

16:15 - 16:30 - Intervalo

16:30 - 18:30 - Sessão de comunicações

 

Sala G-8 (FEA-I)
 
2a. Sessão - Sindicatos e relações de trabalho: novas formas de organização e negociação?
 
Coordenador: Marco Aurélio Santana (UNIRIO) 

Os componentes do sistema brasileiro de relações de trabalho: permanência e mudança

Cecília Helena Ornellas Renner (Prof. do Mestrado em Direito da Universidade Católica de Santos -SP)

As reflexões apresentadas neste trabalho foram inspiradas, inicialmente, pelo debate aberto devido ao envio, pelo Poder Executivo, ao Congresso Nacional, do Projeto de Lei nº 5.483/2001, que propôs a alteração do artigo 618 da CLT, estabelecendo que “as condições de trabalho ajustadas mediante convenção ou acordo coletivo prevalecem sobre o disposto em lei, desde que não contrariem a Constituição Federal e as normas de segurança e saúde do trabalhador".  Isto se deu, após uma sucessão de reformas que revelavam a tendência à ampliação do espaço dado à negociação das condições de trabalho, que acompanharam a intensificação da discussão acerca da flexibilização das relações laborais, visando possibilitar a predominância das condições negociadas em detrimento daquelas estabelecidas em lei. Sendo o sistema constituído por partes integradas, que aspectos desse sistema se mantiveram e em que componentes incidiram as mudanças ocorridas no sistema? Quem tem sido o beneficiário das mudanças ocorridas? Enfim, com que modificações e atendendo a interesses de que grupos têm esse sistema sobrevivido às práticas atuais de um Estado neoliberal? Propomos assim analisar os componentes desse sistema, suas funções e quais as alterações que têm sido introduzidas de forma a responder à questão porque supôs-se que as negociações coletivas poderiam auxiliar a flexibilização das relações de trabalho, tal como está implícito no projeto acima citado.

O processo de negociação na Mercedes Benz-ABC: novo governo, novos desafios.

Renan Bandeirante de Araújo (Pesquisador do NEG-Unesp/Marília)

Alçado como sendo um processo de negociação paradigmático entre capital e trabalho, interessa-nos expor, considerando o novo momento político no qual atravessa o país, os alcances, desafios e possibilidades das práticas sindicais propositivas como as que vem sendo desenvolvidas, desde os anos 90, na Mercedes Benz-ABC. Se, de um modo geral, os metalúrgicos daquela região tem procurado pautar sua atuação no sentido de buscar saídas negociadas para o processo de reestruturação produtiva. Ou seja, propor e interferir nas mudanças relativas ao processo de modernização das empresas, sem dúvida alguma, foi na MBB-ABC que o Sindicato dos Metalúrgicos imprimiu de maneira relevante seu modelo de atuação caracterizado como sendo um “novo padrão sindical propositivo”. Nesta transnacional, é que foram acordados inúmeros Contratos Coletivos de Trabalho versando sobre; Terceirização, Manufaturas celular, Melhorias Contínuas, Trabalho em Grupo, Participação nos Lucros e Resultados, Flexibilidade da Jornada de Trabalho, Readequação Salarial, Banco de Horas, etc. Se, na produção, a postura sindical propositiva aposta na constituição de parcerias entre capital e trabalho, no plano político, seus pressupostos vinculam-se ao novo pacto social. Nesse contexto, a concertação sindical conformar-se-ia como parte constituinte, vital ao sucesso da ampla concertação social proposta pelo Partido dos Trabalhadores (PT).  Analisar as potencialidades, fortalecimento e disseminação desse novo processo político-sindical, tomando como referência as negociações em curso na MBB, constituiu o objetivo de nossa participação.

CUT-cidadã: uma avaliação do sindicalismo recente

Marcos Alexandre dos Santos Ferraz (Doutorando – FFLCH-USP)

O presente trabalho tem por objetivo uma avaliação dos desdobramentos da ação sindical cutista nos anos 90. Ação que passou do campo do confronto explícito para novas formas de negociação e de participação propositiva na esfera pública. Conjunto de ações que ficou conhecido no meio sindical por CUT-Cidadã. Entretanto, tal padrão de ação, ainda pouco avaliado por pesquisadores e sindicalistas, não deixa de provocar conflitos, visto que suas ambigüidades o colocam em uma fronteira nebulosa que separa direitos sociais e filantropia. Em oposição/complementação da ação sindical tradicional – de defesa dos direitos trabalhistas e da reposição de perdas salariais – o Sindicalismo CUT, influenciado fortemente pelo novo marco institucional da Constituição de 88 e pelo desafio de resistir a políticas neoliberais, desenvolveu novos padrões de ação. Estes novos padrões caracterizam-se fundamentalmente pela participação na formulação, gestão e implementação de políticas públicas – seja através da intervenção em Conselhos (Codefat, Conselhos de Saúde, Conselhos de Educação, etc...), seja através da implementação de agências de emprego e renda e de cooperativas de trabalhadores.

O (atual) debate sobre organização sindical no sindicalismo-CUT

Sérgio Tadeu dos Santos (Prof. da Universidade Estácio de Sá - RJ)

O trabalho analisa a retomada do debate sobre estrutura sindical pelo sindicalismo-CUT dentro do esforço de atualizar sua estratégia sindical para atuação em uma conjuntura que é marcada por profundas transformações no mundo do trabalho, principalmente a partir da década de 1990. Tendo como pano de fundo este debate buscamos verificar os possíveis rumos do sindicalismo-CUT em um cenário inédito no qual sua mais expressiva liderança, Luís Inácio Lula da Silva, foi eleito presidente e diversos ex-dirigentes sindicais cutistas agora assumem a direção do rumo das propostas de reformas trabalhistas e sindicais que figuram como propostas centrais no governo do Partido dos Trabalhadores (PT). Assim, a partir das teses congressuais, bem como das entrevistas com seus dirigentes nacionais, analisamos as concepções atuais do sindicalismo-CUT sobre reforma trabalhista e sindical, discutindo os rumos do sindicalismo-CUT em um momento no qual diversas de suas lideranças vão dirigir o processo de reforma das leis trabalhistas no Brasil dentro da perspectiva que vem caracterizando o movimento sindical cutista desde o seu nascimento: uma atuação que se caracterizou pela ampliação dos espaços de democracia e liberdade para os trabalhadores.

18:30 -  Vídeo comentado

Sala G-8 (FEA-I)

The flickering flame - 50' (Documentário dirigido por Ken Loach sobre a greve dos doqueiros de Liverpool nos anos 90 - José Ricardo Ramalho (UFRJ) 

 

Dia 23 de maio de 2003 - Sexta-feira

10:00 -  Mesa-redonda: Os trabalhadores e a nova conjuntura política brasileira 

Sala da Congregação FEA-USP

Jorge Nazareno (Sind. Metalúrgicos de Osasco)
Tarcísio Secoli (Sind. Metalúrgicos do ABC)
Maria Sílvia Portella de Castro (Assessora da CUT)
Helio Zylberstajn (FEA-USP)
 
Coordenação:  Heloísa Martins (FFLCH-USP)
 
 
12:15 - Almoço
 
13:30 - 16:00 - Sessão de comunicações
 
Sala G-8 (FEA-I) 

3a. Sessão - Redesenhando instituições e práticas sindicais

Coordenador: Arnaldo Mazzei Nogueira (FEA-USP) 

O Redirecionamento e a Globalização da Luta Sindical

Lúcia Maria de Barros Freire (Profa. da UERJ )

Este trabalho objetiva apresentar o resultado de pesquisa em andamento, em continuidade à investigação realizada de 1996 a 1998, sobre as perdas e desestruturação social provocadas pela reestruturação produtiva neoliberal, em grandes empresas no Brasil. Paralelamente ao estilhaçamento analisado por Cruz (2000), evidenciou-se uma nova via dominante de luta dos trabalhadores organizados em torno da Central Única dos Trabalhadores (CUT), antes predominantemente nas fábricas, que passa a aglutinar-se na direção “de fora”, com a sociedade, através de fóruns de controle social e eventos do movimento social, para “dentro” daquelas. Esta proposta ressalta o avanço que representa a nova direção, junto com os novos obstáculos frente às novas expressões da questão social, considerados como desafios e alternativas de luta, no permanente movimento dialético da história.

O Novo Desenho Institucional do Sistema Previdenciário Argentino: Estratificação de Interesses e Exclusão Social

Sidney Jard da Silva (Doutorando em Ciência Política, USP)

A Argentina foi pioneira na implementação de um sistema previdenciário multipilar na América Latina. Com a criação do Sistema Integrado de Jubilaciones y Pensiones, em 1994, o sistema previdenciário argentino foi dividido em três pilares: um primeiro pilar público e mandatório, com objetivo resdistributivo; um segundo pilar misto (público/privado) e mandatório, com objetivo de poupança e seguro social; e, finalmente, um terceiro pilar privado e facultativo, para aqueles interessados em receber uma renda previdenciária maior ou antecipar a aposentadoria. O presente trabalho analisa o novo desenho institucional do sistema previdenciário argentino, chamando atenção para o seu caráter estratificador e excludente. O material empírico analisado refere-se à nova legislação previdenciária argentina, dados fornecidos por órgãos governamentais e entrevistas realizadas com sindicalistas daquele País.

Terceirização na Petrobras - Modernizaçâo e exclusão sob o paradigma de rede: desafios para o sindicalismo petroleiro

Valeria Rosa Bicudo (Profa. Substituta da ESS/UFRJ) e Fernando Guilherme Tenório (Prof. da EBAPE/FGV-RJ)

As reflexões propostas neste artigo constituem parte dos resultados do trabalho de campo do projeto de pesquisa do Mestrado em Administração Pública da EBAPE/FGV, sobre terceirização na indústria do Petróleo. O objetivo é evidenciar ambigüidades e impactos do fenômeno da terceirização - viabilizado por um novo tipo de competição capitalista por intermédio de redes inter-empresas - em determinado segmento da indústria do petróleo, assim como os desafios para o movimento sindical petroleiro. Desenvolveu-se, assim, uma pesquisa empírica tendo como locus de investigação o setor de manutenção industrial de uma refinaria de petróleo do Rio de Janeiro, durante o período de 1999 a 2001. A leitura dessa problemática considerou as ópticas sindical e dos próprios trabalhadores terceirizados enquanto atores e sujeitos sociais que sofrem significativos impactos, a partir do fenômeno em questão.

Sindicalismo rural e movimentos sociais: notas sobre o caso pernambucano

Marcelo Carvalho Rosa (Doutorando em Sociologia, IUPERJ e Pesquisador Estagiário de pós-graduação no PPGAS/Museu Nacional/UFRJ)

O objetivo deste trabalho é discutir algumas das recentes transformações no sindicalismo rural brasileiro a partir da emergência de novos grupos e organizações que, de diversas maneiras, passaram a mobilizar trabalhadores rurais outrora filiados aos sindicatos de trabalhadores rurais. De forma mais específica, trata-se de apreender - através de um estudo de caso - alguns dos desdobramentos práticos que o estabelecimento de uma competição explícita entre uma das principais federações de trabalhadores rurais do país (a FETAPE de Pernambuco) e o MST  (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) tem gerado para a atividade sindical naquela região, considerada por muitos como exemplar para boa parte do sindicalismo brasileiro.

Ação sindical no pólo automotivo do Sul Fluminense: projeto coletivo ou trajetórias individuais ?

Sérgio Martins Pereira (doutorando PPGSA/IFCS/UFRJ)

Este trabalho tem por ponto de partida é a trajetória de um sindicalista que teve ascensão em meio à implantação de um pólo industrial automotivo no sul do estado do Rio de Janeiro na década de 1990. Este processo servirá de "pano-de-fundo" para uma avaliação de como o desenvolvimento da ação sindical e a projeção que teve este sindicalista não estão exclusivamente relacionados às "modernas" relações de trabalho ou ao considerável aumento da base de trabalhadores que foram proporcionados pelas novas fábricas. Enfocando a história de vida deste "personagem" e a disputa que se estabeleceu entre ele e outros sindicalistas em torno da representação dos novos operários, o estudo mostra a organização dos trabalhadores do Sul Fluminense como uma complexa relação entre um "projeto coletivo" e as finalidades mais imediatas levadas a cabo pelos participantes deste. Num plano mais teórico, a intenção é inserir-se no debate sobre o engajamento individual em ações coletivas de modo a problematizar as formas de tratamento que as ciências sociais têm dado aos estudos biográficos.

16:00 - 16:15 - Intervalo

16:15 - 18:15 - Sessão de comunicações

Sala G-8 (FEA-I) 
 
 
4a. Sessão - Neoliberalismo e lutas sociais no Brasil
 
Coordenação:  Magda Neves (IRT-PUC-MG)

Neoliberalismo e relações de classe no Brasil

Armando Boito Jr. (Prof. do Departamento de Ciência Política, Unicamp)

O trabalho analisa o impacto das reformas neoliberais nas relações de classe da sociedade brasileira. São examinadas as alterações ocorridas no bloco no poder, a nova composição das frações burguesas, as alianças de classe e as posições das classes trabalhadoras nesse novo modelo de capitalismo. O texto sustenta que o neoliberalismo representa uma nova hegemonia burguesa no capitalismo brasileiro: o bloco no poder neoliberal detém o controle da política de Estado e a ideologia neoliberal difundiu-se em alguns setores das classes populares.

Estrutura de Posições de Classes no Brasil: mapeamento, mudanças e efeitos na renda, 
 
José Alcides Figueiredo Santos (Prof. do Departamento de Ciências Sociais, UFJF - MG)
 
O trabalho apresenta uma investigação inédita das diferenciações de classe da sociedade brasileira, das mudanças ocorridas na estrutura social do país nas duas décadas finais do século XX e dos efeitos das posições de classe na vida das pessoas. Em termos mais específicos, o estudo promove um mapeamento da disposição estrutural e dos perfis específicos das posições e segmentos de classe no Brasil de hoje, empregando uma tipologia derivada originalmente do esquema de classe de Erik Olin Wright, porém alterada em diversos aspectos em relação ao seu ponto de partida, e cujas categorias empíricas refletem as possibilidades e limitações da base de microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). A abordagem de padronização e decomposição de mudança é aplicada para interpretar a direção, o alcance e os fatores determinantes das transformações nas posições e sua configuração estrutural de 1981 a 1996. São analisados os efeitos das posições de classe, representando distintos mecanismos geradores de renda, sobre o montante da renda obtida pelas pessoas. O estudo considera o poder explicativo intrínseco das posições de classe, a importância relativa entre os determinantes posicionais de classe e os atributos de capital humano, os efeitos de origem de classe e os efeitos interativos entre a posição de classe e a educação sobre a renda.

Ascensão e refluxo do MST e da luta pela terra na década neoliberal

Claudinei Coletti  (Doutorando em Ciências Sociais, Unicamp)

O objetivo deste trabalho é analisar a trajetória do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem- Terra (MST) na década de 1990, especialmente na “era FHC”. Quando observamos mais atentamente o período pós-1995 notamos um crescimento expressivo das ações do MST durante o primeiro mandato de Fernando Henrique Cardoso (1995-98) e um refluxo do movimento nos anos recentes. Nossa intenção, neste sentido, será explicar as razões desse crescimento e os fatores responsáveis por esse refluxo. Nossa hipótese geral é que o avanço do MST no primeiro mandato do governo FHC foi possível, em primeiro lugar, graças aos efeitos perversos causados pelo aprofundamento das políticas neoliberais no Brasil – o aumento expressivo do desemprego (urbano e rural) nos anos 90 e a inviabilidade da pequena produção agrícola fizeram com que inúmeros desempregados e ex-pequenos produtores rurais engrossassem as fileiras do MST -, em segundo lugar, pelo caráter, pelo menos à primeira vista, mais democrático  do governo FHC no início do seu primeiro mandato, fato que abriu caminho para o avanço da luta pela terra naquele momento. Já o refluxo das ações do MST, a nosso ver, estaria diretamente relacionado a um conjunto de medidas duramente repressivas adotadas pelo governo FHC, em seu segundo mandato, contra o movimento.

A adesão da Força Sindical ao neoliberalismo 

Patrícia Vieira Trópia (Doutoranda em Ciências Sociais, Unicamp e Profa. da Puc-Campinas)

O neoliberalismo tem suscitado reações muito heterogêneas no sindicalismo brasileiro, variando da política de resistência à política de adesão. Este artigo analisa a adesão da central de trabalhadores Força Sindical ao neoliberalismo.  Desde a sua criação, em 1991, esta central tem defendido e apoiado a implantação das políticas de privatização e de desregulamentação das relações de trabalho. Apesar do caráter socialmente perverso do neoliberalismo, este apoio não se restringe apenas às direções dos sindicatos filiados. Os metalúrgicos de São Paulo, principal base da Força Sindical, também aderiram, ainda que de forma passiva, ao neoliberalismo. As razões do crescimento da central ao longo da década e do apoio do operariado metalúrgico de São Paulo ao antiestatismo são analisadas neste trabalho.

 
 
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3) Publicações
 
A) Revista Eletrônica Memória e Caminhada - Chamada de Artigos
 
O periódico eletrônico Memória e Caminhada: revista de estudos sobre as Comunidades Eclesiais de Base, editado pelo Prof. Sérgio Ricardo Coutinho, e publicado pela Editora UNIVERSA da Universidade Católica de Brasília (UCB), convida aos interessados a enviar artigos para publicação.

Esta revista visa cobrir uma lacuna nos estudos sobre a Igreja Católica e movimentos sociais. Durante os anos de 1970 e 1980, as principais editoras católicas e universitárias publicaram uma centena de títulos acerca das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), Teologia da Libertação (TdL) e propriamente da chamada “Igreja da Libertação”. No entanto, devido às profundas mudanças no cenário sócio-político e, por que não, eclesial brasileiro, o interesse pelo assunto decaiu bastante.

No ano de 2000, procurando atender a uma solicitação vinda da Ampliada Nacional das CEBs, a UCB, por meio das Pró-reitorias de Pesquisa e Pós-Graduação (PRPPG) e de Extensão (PROEx), especialmente da Diretoria de Programas de Pastoral (DPP) colocou sua estrutura a serviço da Igreja e, em particular, destas comunidades, para organizar um Centro de Documentação e Pesquisa (sob a coordenação do Prof. Pedro Ribeiro de Oliveira).

Além de manter um acervo, único no Brasil, que resgata e preserva a história de mais de 40 anos das CEBs, também publica uma revista acadêmica, no formato Word, nos campos da sociologia, antropologia, história, ciência política, ciência da religião e teologia.

Esta possui um Conselho Editorial bastante respeitado sobre o assunto (entre seus membros destacamos Clodovis Boff, Carlos Alberto Steil, Ivo Lebauspin, José Oscar Beozzo, Dom Pedro Casaldáliga, Frei Betto, entre outros) e já foram lançadas 3 números e já alcançamos o número de 215 assinaturas eletrônicas.

Ela está organizada da seguinte forma: artigos acadêmicos, resenhas de livros, documentação (reprodução de alguns documentos interessantes de nosso acervo) e resumo de teses e dissertações. Sua periodicidade é semestral com edições nos meses de maio e novembro de cada ano.

Desse modo, seria muito importante para a revista receber produções recentes sobre as Comunidades Eclesiais de Base ou mesmo indicações de colegas, estudantes e outros pesquisadores que vem trabalhando com o tema e tem interesse de divulgar os resultado de suas pesquisas.

 
Enviado por: Sérgio Ricardo Coutinho
E-mail para contato: memocebs@ucb.br
 
 
 
B) Revista Outubro
 
Já está no ar a página da revista Outubro na Internet
(
www.revistaoutubro.com.br). Através dela é possível acessar os artigos em
formato PDF das edições anteriores e consultar o índice da edição atual,
além de obter informações sobre o conselho editorial e normas de publicação
da revista.

A revista Outubro, publicada pelo Instituto de Estudos Socialistas, é
indexada por Ulrich's Periodical Directory e por Citas Latinoamericanas de
Ciencias Sociales (Clase).
 

 
Enviado por: Brasalist
E-mail para contato: BRASA@LIST.UNM.EDU
 
 
 
C) Revista de Sociologia e Política
 
O número mais recente da Revista de Sociologia e Política está on line na Scielo.
 
http://www.scielo.br/

A Scientific Electronic Library Online - SciELO é uma biblioteca eletrônica que abrange uma coleção selecionada de periódicos científicos brasileiros. A SciELO é o resultado de um projeto de pesquisa da FAPESP - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, em parceria com a BIREME - Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde. A partir de 2002, o Projeto conta com o apoio do CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.

Sumário
Rev. Sociol. Polit. n.19 Curitiba nov. 2002
Editorial


Dossiê "Globalização"

· Apresentação
Alves, Giovanni; Corsi, Francisco Luiz

· texto em português · pdf em português

· A questão do desenvolvimento à luz da globalização da economia capitalista
Corsi, Francisco Luiz

· resumo em português | inglês | francês · texto em português · pdf em português

· Santiago de Chile faces globalization: another city?
Mattos, Carlos A. de

· resumo em português | inglês | francês · texto em espanhol · pdf em espanhol

· Globalização e investimento direto estrangeiro: um estudo exploratório da indústria automotiva brasileira
Guedes, Ana Lucia; Faria, Alexandre

· resumo em português | inglês | francês · texto em português · pdf em português

· Trabalho e sindicalismo no Brasil: um balanço crítico da "década neoliberal" (1990-2000)
Alves, Giovanni

· resumo em português | inglês | francês · texto em português · pdf em português

Artigos


· O legado sociológico de Pierre Bourdieu: duas dimensões e uma nota pessoal
Wacquant, Loïq J. D.

· resumo em português | inglês | francês · texto em português · pdf em português

· Razões da crise de implementação do Estado gerencial: desempenho versus ajuste fiscal
Rezende, Flávio da Cunha
· resumo em português | inglês | francês · texto em português · pdf em português

· Comportamento eleitoral volátil e reeleição: as vitórias de Jaime Lerner no Paraná
Cervi, Emerson Urizzi

· resumo em português | inglês | francês · texto em português · pdf em português

Resenhas


· Instituições, política e idéias econômicas: o caso do Banco Central do Brasil (1965-1998)
Silva, Ricardo

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· L' intervention sociologique en entreprises: de la crise à la régulation sociale
Kirschner, Ana Maria

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· A crise da política externa: autonomia ou subordinação?
Viggiano, Juliana Lyra

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· Reformas constitucionais no Brasil: instituições políticas e processo decisório
Souza, Saulo Santos

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Revista de Sociologia e Política

Rua General Carneiro, 460 - sala 904
80060-150 Curitiba PR - Brasil
Tel./Fax: (55 41) 360-5093

contato@revistasociologiaepolitica.org.br
 
Enviado por: Brasalist
E-mail para contato: BRASA@LIST.UNM.EDU
 
 
C) Reestruturação e Fim da Segurança no Emprego no Banco do Brasil - Livro
 
Livro publicado em dezembro de 2002: Reestruturação e fim da segurança no 
emprego no Banco do Brasil. Editado pela CNB-CUT.
 
Autor: Francisco Alexandre
 
O livro é resultado de monografia orientada por Arnaldo Mazzei Nogueira no Curso de Economia e 
Gestão das Relações de Trabalho da COGEAE-PUC-SP.
 
Prefácio: O fim do paraíso no Banco do Brasil - Arnaldo Mazzei Nogueira

 
Enviado por: Arnaldo Nogueira
E-mail para contato: ajfranca@usp.br
 
 
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4) Seminários
 
 
A) III Seminário do Trabalho - UNESP/Marília

Perspectivas do Trabalho no Brasil

Data:  26, 27 e 28 de maio de 2003

Local: Anfiteatro I - Faculdade de Filosofia e Ciências - UNESP/Marília

Dia 26 de maio - segunda-feira

Manhã

10: 00 hs

Abertura da Exposição de Pinturas sobre o Mundo do Trabalho

Biblioteca do Campus

(organização: Dr. Ariovaldo Santos/UEL)

Tarde

14:00-17:00 hs

Análise do Filme “Tempos Modernos”.

Projeto Cinema Como Experiência Crítica

Exposição: Dr. Giovanni Alves (UNESP)

Debatedor: Dr. Marco Aurélio Santana (UNIRIO)

Noite

19:00 Lançamento de Livros

19: 30: Abertura Oficial

Mesa Redonda

Tema: Perspectivas do Trabalho no Brasil

Francisco Soares Teixeira (UECE/IDT)

Dr. Ricardo Antunes (UNICAMP)

Dra. Fátima Cabral (UNESP) e Dr. Giovanni Alves (UNESP) - Coordenadores

Dia 27 de maio - terça-feira

Manhã

Tema: Trabalho. Técnica e Subjetividade

Dra. Meriti de Souza (UNESP-Assis)

Dr. Giovanni Alves (UNESP-Marilia)

Dr. Ariovaldo Santos (UEL)

Dra. Fátima Cabral (UNESP)

Dr. Leni Sato (USP)

Silvia Helena de Oliveira (Mestrado-UNESP) - Coordenação

Tarde

Sessão de Comunicações

Noite

Tema: Trabalho e Capital Em Debate

Dra. Maria Orlanda Pinassi (UNESP-Araraquara)

Dr. Sérgio Lessa (UFAL)

Dr. Antonio Carlos Mazzeo (UNESP – Marilia)

Ms. Renan Bandeirante de Araújo (Projeto NEG) - Coordenação

Dia 28 de maio - quarta-feira.

Manhã

Tema: Trabalho e Reestruturação Produtiva

Dra. Vera Navarro (USP – Ribeirão Preto)

Dr. Antonio Thomaz Jr. (UNESP –Presidente Prudente)

Dr. Claudio Reis (UNESP-Assis)

Dr. Marco Aurélio Santana (UNIRIO)

Ms. Roberto Batista (UNESPAR – Paranavaí) - Coordenação

Tarde

Defesa de Dissertação

Anfiteatro I

Noite

Tema: Trabalho e Política: Perspectivas do Governo Lula

Osvaldo Bargas - Secretario de Relações do Trabalho (TEM – Governo Lula)

Técnico do DIEESE (A combinar)

Altamiro Borges (CES - Centro de Estudos Sindicais)

Dr. José Meneleu Neto (UECE)

Dr. Giovanni Alves (UNESP) – Coordenação

 

Taxa de Inscrição:

Graduação – R$ 10,00

Pós-graduação: R$ 15,00

Profissionais: R$ 20,00

Taxa de inscrição para apresentação de comunicação: R$ 5,00

e-mail: saepe@marilia.unesp.br

Organização Geral:

Dr. Giovanni Alves (UNESP)

Dra. Fátima Cabral (UNESP)
 
 
 
Enviado por: Giovanni Alves
E-mail para contato: giovanni.alves@uol.com.br
 
 
B) VII Encontro da ABET
 
O VIII Encontro da ABET que aborda a temática Reformas trabalhista e previdenciária,
crescimento econômico e distribuição de renda será realizado de 13 a 16 de outubro
na FEA/USP.
Contamos com seu apoio para uma ampla divulgação
através de mailing lists e webpags de sua instituição e/ou pessoal.
 
Enviado por:  Iram Jácome Rodrigues
E-mail para contato:
ijrodrig@usp.br
 

C) Asociación de Historiadores Latinoamericanos y del Caribe (ADHILAC)
 
ASOCIACIÓN DE HISTORIADORES LATINOAMERICANOS y DEL CARIBE    (ADHILAC)    
La Asociación de Historiadores Latinoamericanos y del Caribe (ADHILAC) y la Revista “América a Debate” de la Facultad de Historia de la Universidad Michoacana de San Nicolás de Hidalgo convocan al IV Congreso de Historiadores Latinoamericanistas con el tema “América Latina y el Caribe en la historiografía mundial; procesos históricos, identidades y los retos de la globalización para el subcontinente”, en torno a cuyo enunciado se propone una reflexión sobre los problemas actuales de la historiografía latinoamericana y caribeña a través de los siguientes aspectos específicos:
-Presencia e importancia de los procesos latinoamericanos y caribeños en la historiografía universal contemporánea
-La historiografía de América Latina y el Caribe en el actual debate historiográfico internacional
-La enseñanza de la historia en América Latina y el Caribe
-Los retos de la globalización neoliberal: movimientos migratorios, mentalidades, conciencia histórica e  identidades
-Movimientos sociales, reformas, revoluciones y contrarrevoluciones en la historia latinoamericana
-América Latina y el Caribe en la historia de la economía mundial
-Etnicidad, fronteras e identidad en la historia latinoamericana y caribeña
-La historiografía regional y local en la hora de la globalización: realizaciones y perspectivas
-El enfoque de género en la historiografía latinoamericana y caribeña
-Procesos y fenómenos políticos en la historia del subcontinente: universalidad y particularidades
-La integración y las relaciones interamericanas en perspectiva histórica; del Congreso Anfictiónico al ALCA
-Ciudades y urbanización en la historia latinoamericana
-Cosmopolitismo y autoctonía en la historia del pensamiento latinoamericano y caribeño
-El Caribe y la independencia haitiana: reflexiones en torno a un bicentenario
Este congreso internacional tendrá lugar entre los días 17 y 21 de noviembre de 2003 y su sede principal será la Casa del Benemérito de las Américas Benito Juárez, situada en la calle Mercaderes esquina a Obrapía, Habana Vieja, Cuba.  El evento esta coauspiciado por las instituciones y asociaciones que a continuación se relacionan:
Departamento de Historia de la Universidad de La Habana (Cuba)
Oficina del Historiador de la Ciudad de La Habana
Asociación por la Unidad de Nuestra América (AUNA)
Universidad del Norte (Colombia)
Universidad de Buenos Aires (Argentina)
Universidad de Santiago de Compostela (España)
Universidad de Vigo (España)
Universidad Veracruzana (México)
Instituto de Estudios Latinoamericanos de la Universidad  Nacional de Costa Rica
Taller de Historia Económica (Ecuador)-ADHILAC
Universidad Autónoma de Yucatán (México)
Universidad de Cádiz (España)
 
El Comité Organizador está integrado por los Doctores Sergio Guerra Vilaboy, (Universidad de La Habana – ADHILAC), Alejo Maldonado Gallardo (Universidad Michoacana de San Nicolás de Hidalgo - ADHILAC), Carlos Sixirei Paredes (Universidad de Vigo) y Pilar Cagiao (Universidad de Santiago de Compostela)
Las ponencias deberán ser comunicaciones concisas que no excedan las 10 cuartillas, pues los participantes sólo contarán con 15 minutos para su exposición, y deberán ser entregadas en formato electrónico.
La cuota de inscripción para los ponentes será de 50 u.s.d. y la de estudiantes y observadores 25 u.s.d.
Para formalizar su inscripción los interesados deberán enviar los resúmenes de sus trabajos, de uno o dos párrafos de extensión, antes del 1 de noviembre del 2003,  a las siguientes direcciones:
Dr. Sergio Guerra Vilaboy
Secretario Ejecutivo de ADHILAC
Casa Fernando Ortiz, L y 27, Vedado, Ciudad de La Habana, Cuba
Tel (537) 8323200 Fax (537) 8329115, e.mail:
adhilac@ffh.uh.cu
 
Dr. Alejo Maldonado Gallardo
Vicepresidente ADHILAC y Director de la Revista “América a Debate”
Facultad de Historia, Universidad Michoacana de San Nicolás de Hidalgo, Morelia, Michoacán, México.
Tel y Fax (524) 3164177, e.mail:
malejo@zeus.ccu.umich.mx
En próximas circulares se brindará más información.
 

Enviado por: Francisco Martinho
E-mail para contato:
Martinho@uerj.br
 

D) XI Encontro de Ciências Sociais do Norte e Nordeste
 
O XI Encontro de Ciências Sociais do Norte e Nordeste. O encontro já está organizando sua programação. Foram priorizadas as propostas que tinham coordenação inter-institucional e que mais se aproximavam da proposta indicativa retirada na  reunião da última ANPOCS. Quanto às mesas redondas, tínhamos pouco espaço de manobra. Por razões estruturais e de espaço não podíamos prever além de 6 mesas redondas (02 para cada dia); como já havíamos decido na reunião citada as primeiras quatro mesas (as quais foram montadas a partir de indicações das coordenações de Pós- graduação), tivemos que escolher apenas duas das diversas propostas recebidas (todas de muito interesse para nossas discussões).
Pedimos aos coordenadores de GT's que fiquem atentos às datas para envio dos resumos dos trabalhos selecionados à coordenação do encontro : 05/06/2003. Cabe aos coordenadores também a publicização das chamadas de seus GT's.
Pedimos-lhes também que adotem esse email como email oficial do evento:
gepec@ufs.br
Estaremos, em breve, enviando maiores informações acerca da organização do evento, mas desde já pedimos a todos que dêem a maior publicidade a esse documento.
Paulo Neves
 
Enviado por: Frederico Romão
E-mail para contato:
fredromao@uol.com.br
 

E) XI ENCONTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS DO NORTE E NORDESTE
Aracaju, SE, 05 a 08 de agosto de 2003 
 
GT 15 - TRABALHO, DESENVOLVIMENTO E DIREITOS SOCIAIS - Chamada deTrabalhos
 
Coordenadores:
Jacob Carlos Lima(UFPB) jacobl@uol.com.br
Brasília Carlos Ferreira (UFRN) brasilia@natal.digi.com.br
Edna Castro (UFPA) edna@amazon.com.br
 
CHAMADA DE TRABALHOS
 
O GT Trabalho, desenvolvimento e direitos sociais  pretende discutir as transformações recentes no mundo do trabalho, suas implicações para os trabalhadores como categoria social; formas organizativas e sindicalismo;trajetórias e identidades profissionais; culturas do trabalho; a nova e a velha informalidade; associativismo, autogestão, cooperativismo de trabalho e produção; políticas públicas, emprego e temas afins.  
 
As propostas deverão ser encaminhadas por e-mail aos coordenadores do GT, até 10 de maio e deverão seguir as seguintes normas:
 
a) constar título, nome e endereço completo do(s) autor(es), filiação institucional, e-mail e telefone;
b) Resumo de, no máximo, 20 linhas, espaço simples, letra Times New Roman, 12 pt;
c) os textos dos trabalhos selecionados deverão ser encaminhados para Jacob Carlos Lima, Rua São Gonçalo 923 ap.201, João Pessoa, PB 58038-350 até dia 30 de junho. O texto completo não deverá ultrapassar  20 páginas, papel A4, Times New Roman, 12 pt, espaço 1.5, incluindo bibliografia e anexos.
 
Cordialmente
 
Jacob Carlos Lima, Brasília Carlos Ferreira, Edna Castro
 
Enviado por: Jacob Carlos Lima
E-mail para contato: jacobl@uol.com.br
 
 
 
F) Fórum Interdisciplinar Sobre Trabalho Política e Sociedade

É com satisfação que informamos a realização do FÓRUM INTERDISCIPLINAR SOBRE TRABALHO POLÍTICA E SOCIEDADE,
(primeira etapa - I Simpósio Sobre Trabalho, Qualificação e Políticas de Geração de Emprego
e Renda), a realizar-se entre os dias 14 e 15 de maio deste ano, organizado
pelo NETPS do DFCH em parceria com o DG, DELL, DCSA e DEBI e com o apoio da
Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista, do Sindicato dos Bancários,
ADUSB dentre outros.
As oficinas temáticas do Fórum Interdisciplinar são atividades de reflexão e
debate acerca do trabalho, qualificação e políticas de geração de emprego e
renda, com duração de duas horas, dirigidas a participantes do evento com
limite de vagas pré-estabelecido (máximo de 25 participantes para cada
oficina). As oficinas temáticas estão divididas em:
* Reestruturação produtiva e reforma do Estado
* Negociação coletiva e flexibilização de direitos
trabalhistas
* Trabalho e sindicalismo
* Políticas de geração de emprego e renda
* Qualificação profissional

UESB - Departamento de Filosofia e Ciências Humanas
Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Trabalho, Política e Sociedade - NETPS
Estrada do Bem Querer, Km 04  /  Caixa Postal 95
CEP 45083-900 - Vitória de Conquista - BA

Atenciosamente,

Prof. Vitória Carme C. Santos Coord. do Fórum Téc.
Rosana Márcia Tinoco Leite Coord. do Fórum
 
Enviado por: José dos Santos Souza
E-mail para contato: jsantos@uesb.br
 
 
G) Economia e Gestão das Relações de Trabalho 
 
Estão abertas as inscrições para a Quarta Turma do Curso de Economia e 
Gestão das Relações de Trabalho - COGEAE-PUC-SP - http.//cogeae.pucsp.br

 
Enviado por: Arnaldo Nogueira
E-mail para contato: ajfranca@usp.br

 
 
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5) Recados e Informações Gerais

A) A Nova Página  do DIESAT
 
Visite a nova página do DIESAT
www.diesat.org.br
 
Enviado por: DIESAT
E-mail para contato: diesat@diesat.org.br
 
 

B) Patrimônio Industrial

Carta Manifesto pela Preservação do Patrimônio Industrial no Brasil.

 

Reunidos em São Paulo no dia 15 de março de 2003, os profissionais e instituições que subscrevem esta Carta convocam todos os interessados na preservação do patrimônio industrial no Brasil a se unirem em torno do Comitê Provisório pela Preservação do Patrimônio Industrial no Brasil, fundado nessa data.

A idéia de criação desse Comitê surgiu em discussões informais de profissionais das áreas de História, Sociologia, Arquitetura e outras, sobre fatos concretos de destruição/deterioração que vem ocorrendo no país, dada a velocidade das transformações  que vêm atingindo o nosso parque industrial. São inúmeros os riscos que ameaçam a preservação de um patrimônio que diz respeito a grandes contingentes da população brasileira. Em todas as regiões do Brasil existem exemplos de patrimônio industrial, de grande importância histórica, econômica, tecnológica e social, que precisam ser preservados.

A aceleração das mudanças tecnológicas, as transferências de fábricas para outros Estados, os processos de fusão e incorporação de empresas tradicionais por grupos estrangeiros, bem como o processo de desindustrialização de algumas regiões do país, tem provocado o fechamento de fábricas e manufaturas, a deterioração das edificações e equipamentos e até mesmo a simples demolição de muitas delas.

Muitas dessas fábricas possuem importante valor arquitetônico, representando diversas fases do desenvolvimento industrial brasileiro, e também profundas relações históricas e culturais com as comunidades que as circundam. No entanto, até mesmo os responsáveis pela preservação do patrimônio histórico e cultural do país, em seus três níveis de atuação – municipal, estadual e federal, frequentemente subestimam o patrimônio industrial, considerando-o pouco relevante no conjunto do patrimônio a ser preservado. Além disso, os próprios proprietários encaram esses antigos espaços fabris apenas como fonte de recursos, abrindo espaço para a voracidade da especulação imobiliária.

Por outro lado, a preservação de fábricas e de todos os elementos que integram a atividade fabril já é, há algumas décadas, uma forte tendência urbanística e turística em várias partes do mundo. Além do aspecto histórico de tal preservação, sem dúvida fundamental, o impacto educacional e cultural de tais iniciativas, tem se mostrado bastante promissor em várias destas experiências, com desdobramentos positivos nos campos econômico,  social e ambiental. A preservação de espaços industriais, embora ainda em pequena escala, já é também uma realidade no Brasil. Basta ver os exemplos do SESC Pompéia e Belenzinho na cidade de São Paulo, a Serraria Souza Pinto, em Belo Horizonte, o Espaço Mascarenhas, em Juiz de Fora/MG e a recente iniciativa do município de Guarulhos/SP em transformar a antiga fábrica têxtil Adamastor num Centro Educacional.

Já existe uma organização internacional que luta pela preservação do patrimônio industrial, o The International Comittee for the Conservation of the Industrial Heritage – TICCIH. Essa organização possui instituições afiliadas em vários países, inclusive na América Latina. No Brasil, porém, há um vácuo de organizações nesta área.  Aproveitando a mobilização em torno da preservação de algumas antigas indústrias como Matarazzo Petybom e Nitro Química, em São Paulo, e da Fábrica de Marzagão, em Sabará/MG, considerando ainda o clima político favorável, atualmente existente no país,  achamos que é possível fundar um Comitê pela Preservação do Patrimônio Industrial também aqui no Brasil. Queremos que esse Comitê sirva como instrumento de pressão e eventual apoio ao poder público e às comunidades, visando iniciativas de preservação industrial. Além disso, deve servir também como órgão de estudos e pesquisa, divulgação da causa preservacionista, articulando comunidades, organizações da sociedade civil, entidades empresariais e sindicais, tanto na preservação desse patrimônio, quanto na busca de alternativas para a sua revitalização.

Assim, convidamos todos aqueles interessados no debate sobre patrimônio industrial a somar esforços conosco. Para tanto, abrimos um grupo de discussão na Internet. Neste grupo pretendemos debater os mecanismos para a estruturação de um Comitê Permanente no Brasil, bem como iniciar uma troca mais sistemática de experiências. Assim, solicitamos a todos que se inscreverem no grupo, que enviem uma mensagem de apresentação, indicando, se possível, a filiação institucional e que tipo de experiência ou interesse possui em relação ao patrimônio industrial. Desejamos convocar para breve uma nova reunião que, após a divulgação e debate via (Lista de Discussão) correio eletrônico, encaminharia a fundação do Comitê Brasileiro pela Preservação do Patrimônio Industrial. Para participar do grupo de discussão sobre Patrimônio Industrial, basta enviar uma mensagem para:

patrimonioindustrialbrasil-subscribe@yahoogrupos.com.br

Membros do Comitê Provisório pela Preservação do Patrimônio Industrial no Brasil

PAULO FONTES -Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo

MOEMA MOREIRA GONTIJO-Centro de Memória do Sistema FIEMG – Fed. das Indústrias do Estado de Minas Gerais

LEONARDO G. MELLO E SILVA- Depto. Sociologia USP

SILVANA B. RUBINO -PUC-Campinas

HENRIQUE TELLES VICHNEWSKI- Unicamp

TELMA BESSA SALES

MICHAEL L. MOGENSEN

TAÍS VIUDES DE FREITAS

RENATA FALEIROS CAMARGO MORENO

MARINA GURGEL NEVES

APARECIDO PERPÉTUO MARCONDES

RODRIGO SALVADOR LOCHI 

Enviado por: Paulo Fontes

E-mail para contato: pfontes@mandic.com.br

 

C) Brazil Strategy Network

You are invited to add your email address to the Brazil Strategy Network
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name removed from this list, please reply to me and I will remove it. I
do not intend to send an unwanted message.
If you have already subscribed to the listserv, thank you, and please
forgive me for bothering you!
The Brazil Strategy Network is an independent association of academics,
non-governmental organization activists, journalists, scholars,
unionists, Church groups, and other interested organizations and
individuals who want to support the progressive measures of the
Brazilian government of President Luiz Inácio Lula da Silva and the
social movements working for economic and social justice in Brazil.
The purpose of the network is to coalesce forces and develop strategies
to (1) educate U.S. government officials and the public about the
current situation in Brazil, (2) encourage accurate reporting on events
about Brazil in the media, and (3) work to avoid U.S. government
policies that might undermine the progressive agenda of the new
government and Brazil's social movements.

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Este boletim é um informativo do GT Trabalhadores, Sindicatos e a Nova
Questão Social
 
Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais
 - ANPOCS -
 
Coordenadores do GT:
Marco Aurélio Santana (UNIRIO) (
msantana@bridge.com.br )
José Ricardo Ramalho (UFRJ) (
jramalho@ifcs.ufrj.br )
 
Editor: Marco Aurélio Santana
Editoração: Núcleo de Estudos e Referências SobreTrabalho, Trabalhadores e Sindicatos
                      (NETS - UNIRIO)
 
Contribuições devem ser remetidas para: Boletimgt@bridge.com.br
 

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