Coordenador: José Ricardo Ramalho (UFRJ)
Debatedor: Leda Gitahy (UNICAMP)
- Trabalhadores, redes sociais e controle do meio ambiente industrial - J.Sergio Leite Lopes (Museu Nacional/UFRJ)
- Trabalhadores e ação sindical em novos espaços de produção: a
fábrica da Mercedes-Benz em Minas Gerais - Magda de Almeida Neves e Antonio
Carvalho Neto (IRT-PUCMINAS)
- Processos de liberação/desregulamentação/privatização no setor de telecomunicações e implicações sobre
os sindicatos: Brasil em perspectiva internacional - Sônia
Guimarães Larangeira (UFRGS)
2ª Sessão: Sindicatos e flexibilização de direitos
Coordenador: Marco Aurélio Santana (UNIRIO)
Debatedor: Adalberto
Cardoso (IUPERJ)
- Mudanças na CLT: problemas históricos e dilemas atuais do novo sindicalismo - Arnaldo Mazzei Nogueira (PUC-SP / USP)
- O sistema de relações de trabalho
em xeque: uma nota conceitual - Andréia Galvão
(UNICAMP)
- Flexibilidade das
relações de trabalho e flexibilidade produtiva: uma análise da “nova migração”
do setor automobilístico brasileiro - Rejane Prevot
Nascimento (COPPE/UFRJ) e Lidia Segre (COPPE/UFRJ)
- A negociação do ajuste produtivo e das medidas de
flexibilização da legislação trabalhista nas indústrias calçadista, siderúrgica
e têxtil - Rosana Ribeiro (UFU)
3ª Sessão: Novas abordagens sobre o mundo do trabalho e os
sindicatos
Coordenador: Iram Jácome Rodrigues (USP)
Debatedor:
Heloísa Martins (USP)
- Nas trilhas de uma sociabilidade privada: uma experiência de células de produção em São Paulo - Leonardo G. Mello e Silva e equipe (USP)
- O Processo de instituição de uma doença do
trabalho - Diana Antonaz (Museu Nacional/UFRJ)
- Representação política e os interesses no STR de Xapuri: os conflitos e desafios dos anos 90 - Mauro César Rocha da Silva (PESACRE)
- Análise da Estrutura Organizativa e o Corpo Funcional Frente às Transformações Produtivas: Um Perfil do Sindicalismo em Quatro Cidades Brasileiras - Allan Claudius Queiroz Barbosa (UFMG)
Todas as sessões propostas terão um debatedor a ser convidado e indicado posteriormente.
O GT estará oferecendo um Mini-curso na ANPOCS 2002:
As transformações do trabalho e as ações coletivas dos trabalhadores no mundo contemporâneo
Profs: Ricardo Antunes (UNICAMP) e Marco Aurélio Santana (UNIRIO)
¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨
A) O Novo discurso da Qualificação Profissional e os Trabalhadores do "Consórcio Modular" em Resende - RJ.
Título: O Novo discurso da Qualificação Profissional e os Trabalhadores do
"Consórcio Modular" em Resende - RJ.
Autor: Lia de
Mattos Rocha
Dissertação de Mestrado.
Instituição: IFCS/UFRJ.
Data
da defesa: 29 de julho de 2002.
Banca: Prof. Dr. José Ricardo Ramalho
(orientador)
Prof. Dr. Marco Aurélio Santana
Prof. Dra. Alice Rangel de
Paiva Abreu.
Resumo:
O objetivo deste trabalho
é compreender como as novas exigências em relação
ao trabalhador,
resultantes das reestruturações produtivas ocorridas nas
últimas décadas,
são apreendidas no processo produtivo tanto pelos
trabalhadores quanto pela
gerência, a partir do novo paradigma de
qualificação - centrado na questão
da competência e em novos atributos,
capacidades e habilidades. Pretende
observar quais as características que o
setor automotivo privilegia na
contratação de seus empregados, como essas
características são compreendidas
pelos trabalhadores e pela gerência e como
os trabalhadores vivenciam esses
novos atributos no chão de fábrica. Busca
ainda compreender como esses
trabalhadores são treinados e como a gerência
lança mão dessas
características no processo da produção. O caso escolhido
para a realização
desse trabalho é a planta da Volkswagen instalada na
região de Resende (no
Sul fluminense) desde 1996, organizada de forma a
inserir os fornecedores
dentro de um "Consórcio Modular", modificando de
forma radical a relação
entre-firmas.
B) MEMÓRIA E IDENTIDADE: OS TRABALHADORES NA COMPANHIA VALE DO RIO DOCE EM MARIANA, A ÚLTIMA GERAÇÃO DOS HOMENS DE FERRO?
¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨
4)
Publicações
A) Après-Fordisme
et Participation: Restructuration Productive Contemporaine et Nouvelle
Rationalisation du Travail dans l'Industrie Automobile
Brésilienne
O
Pesquisador Luís Antônio Cardoso, do Laboratório de Engenharia de Produção da
Universidade Estadual do Norte Fluminense - LEPROD/UENF, acaba de ter a sua tese
de doutorado publicada em livro na França.
O livro, para os interessados, pode ser adquirido junto ao autor,
no e-mail luemar@domain.com.br
FICHA TÉCNICA:
Título: Après-Fordisme et Participation: Restructuration Productive
Contemporaine et Nouvelle Rationalisation du Travail dans l'Industrie Automobile
Brésilienne
Editora: Les Presses du
Septentrion, Lille
Ano: 2002
ISBN:
2-284-03501-5
Preço: 40
Euros
Resumo: Este trabalho teve como objetivo o estudo do
fenômeno da participação dos trabalhadores nos mecanismos de gestão de uma
organização industrial do setor automobilístico brasileiro, a FIASA – Fiat
Automóveis S.A. -, desencadeados a partir do processo contemporâneo de
reestruturação industrial. Percebemos que na transição da era fordista para a
nova era após-fordista, o mecanismo de participação e envolvimento dos
trabalhadores nos processos de decisão e de gestão das empresas torna-se um
fenômeno social de extrema relevância, constituindo-se como um dos principais
motores do desenvolvimento dos novos modelos produtivos. Assim, sob uma análise
de natureza crítica, fundada em uma retomada teórica e conceitual e um diálogo
com o pensamento social clássico e moderno, esse mecanismo é compreendido como
uma nova forma de racionalização do trabalho.
Sumário:
Table de
matières
Introduction
01
Partie A
Les éléments de la transformation
Chapitre I – Les postfordismes et leurs interprétations contemporaines : continuités, ruptures et réarrangements 23
I.1 – Les visions de la transition : à la Recherche d'un
nouveau paradigme explicatif du nouveau modèle productif
27
I.1.1 – Le courant néo-schumpéterien : la détermination
technologique
29
I.1.2 – Le courant néo-smithien : la suprématie du marché 33
I.1.3 – Le courant néo-marxiste : la régulation
institutionnelle
40
I.2 – Une alternative analytique : le modèle productif à la
recherche de la cohérence...
49
Chapitre II – Rationalisation, modernisation et leurs
extensions : approches théoriques et conceptuelles
65
II.1 – La rationalisation : visions et discussions sur le
levier de la modernité
67
II.1.1 – Karl Marx : forces productives et aliénation
69
II.1.2 – Max Weber : désenchantement et cage d’acier 94
II.1.3 – Karl Mannheim : disparition des idéologies et des
utopies
111
II.1.4 – Ecole de Francfort : raison instrumentale et
domination
119
Chapitre III – La rationalité après-fordiste et la nouvelle forme
de rationalisation du travail dans la société postindustrielle
131
III.1 – La rationalité du nouveau modèle productif : rupture
radicale ou continuité intensive ?
134
III.2 – Restructuration du capitalisme et nouvelles
rationalisations de la production et du travail : à la recherche d’une
nouvelle cohérence
147
III.3 - Impératif rationnel instrumental et de valorisation du
capital et avancement technico-scientifique de la gestion : l’émergence de
la participation des travailleurs comme une nouvelle forme de rationalisation du
travail
158
III.3.1 – La nouvelle rationalisation du travail à la lumière de la
critique marxiste
161
III.3.2 – La nouvelle rationalisation du travail à la lumière de la
critique weberienne
168
III.3.3 – La nouvelle rationalisation du travail à la lumière de la
critique marxiste-weberienne
181
Partie B
La réalité transformée
Chapitre IV – FIASA – FIAT Automóveis S.A. : une description
de l'objet d'étude
191
IV.1 – Historique du développement de l’entreprise en Europe
191
IV.2 – Structure et composition hiérarchique du Groupe FIAT
195
IV.3 – Historique du développement du Groupe FIAT au Brésil
205
IV.4 – Structure et composition du Groupe FIAT au Brésil
208
IV.5 – Implantation et trajectoire de la FIASA à Minas Gerais 217
IV.6 – Profil de la FIASA et insertion dans le marché
brésilien
221
IV.7 – Internationalisation de la FIASA : l’entreprise
globale
223
Chapitre V – La restructuration annoncée... la réalité
transformée : la mutation et la métamorphose de l'entreprise
229
V.1 – Les antécédents du travail à FIASA : le fordisme
boiteux 230
V.2 – Fare come in
Giappone : la crise et la restructuration de la FIAT
242
V.3 – La restructuration et l’innovation de la FIASA : l’Usine
Rationalisée
250
V.3.1 – La Première Vague
252
V.3.2 – La Deuxième Vague
257
V.3.3 – Les autres Programmes
264
Chapitre VI – L’appareil productif et l'ampleur des changements
dans la nouvelle rationalisation du travail : la réinvention d’un
fordo-taylorisme participatif
269
VI.1 – La réinvention du modèle traditionnel de gestion : une
esquisse interprétative du changement après-fordiste
270
VI.2 – L’organisation productive : développement de
l’intégration socio-technique de la firme
278
VI.2.1 – L’entreprise maigre : flux tendu et qualité
totale
279
VI.2.2 – L’entreprise horizontale : flexibilisation
structurale et organisation réticulaire
288
VI.2.3 – L’entreprise orientée projet : autonomie et usine
cellulaire
291
VI.2.4 – L’entreprise flexible et intégrée : la démarche par
processus
301
VI.3 – La relation salariale : intensification de la
participation et de l’implication des travailleurs dans la gestion
304
VI.3.1 – L’organisation du travail : organisation qualifiante
et travail enrichi
304
VI.3.2 – Les relations hiérarchiques : réduction des échelons
et assouplissement du processus décisionnel
318
VI.3.3 – Le système de rémunération : réduction des coûts et
nipponisme à la mineira 321
VI.3.4 – Les relations syndicales : exclusion et
totalitarisme
327
Chapitre VII – Les mécanismes de maintien de la nouvelle
rationalisation du travail dans la FIASA : l’implication contrainte du
travailleur, le paternalisme et le despotisme comme clés stratégiques du
changement
333
VII.1 – Les limites de la nouvelle forme de domination capitaliste
dans l’Usine Rationalisée : vers une nouvelle hégémonie ?
334
CONCLUSION
355
BIBLIOGRAPHIE 361
B) Por Trás dos Canaviais - os Nós da Cana.
Acaba de ser lançado o livro Por Trás dos Canaviais - os Nós da Cana de Antonio Thomaz Júnior.
Edição Annablume/FAPESP, São Paulo, 2002.
“DESEMPREGO: ABORDAGENS INSTITUCIONAL E BIOGRÁFICA.
UMA COMPARAÇÃO BRASIL,
FRANÇA, JAPÃO”
CONVIDA
SEMINÁRIOS DE INTERCÂMBIO
16 e 19 de AGOSTO de 2002
16
de agosto
14:30 – 17:00 hs.
“Gênero e Profissões de Nível
Superior”
por Dra. Catherine MARRY
Pesquisadora do LASMAS/Institut du Longitudinal e Diretora do Grupo MAGE/Marché du
Travail et Genre (França)
Local: Fundação Seade –
Rua Casper Líbero, 464-1o andar
(haverá tradução simultânea)
19
de agosto
10:00 – 12:00 hs.
“A Análise de Dados Longitudinais em Ciências Sociais: sua contribuição e novas tecnologias”
por Dr. Alain
DEGENNE
Pesquisador do LASMAS/Institut du Longitudinal (França)
Local: USP - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Rua Luciano Gualberto, 315 – Prédio dos Departamentos de Filosofia
e Ciências Sociais, Térreo, sala 8 (haverá tradução
simultânea)
14:30 – 18:00 hs.
“Desemprego e Transições Ocupacionais na
Região Metropolitana de São Paulo.
Primeiros Resultados”
por Paula MONTAGNER e Margareth
WATANABE
Pesquisadoras da Fundação Seade
Local: CEBRAP – Rua
Morgado de Mateus, 615 – Vila Mariana
Promoção:
Departamento de Sociologia da Universidade de São Paulo (Usp),
Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados e Estatísticas (Seade), Centro
Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), Centro de Estudos da Metrópole
(Cem)
Patrocínio:
Conselho Nacional do Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Cnpq), Centre National de la Recherche Scientifique (Cnrs), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), Fundo para Igualdade de Gênero do Canadá (Fig).
PROGRAMA
– GTS e OFICINAS
VI
ENCONTRO REGIONAL SUL DA UNITRABALHO
Núcleo
Local da Unitrabalho – Universidade Federal do Paraná
Curitiba
- PR
29 a
31 de agosto de 2002
TRABALHO & SOCIEDADE: DINÂMICA E
PERSPECTIVAS
Local:
Setor de Ciências Humanas, Letras e Artes
Ed. D.
Pedro I
Anfiteatro 100 – 1º andar
Rua
General Carneiro, 460
Centro
(ao
lado do Teatro da Reitoria, na Rua XV)
Coordenação
Geral: Prof.ª Dr.ª Silvia Maria de Araújo
Dia 29
de agosto de 2002 – quinta-feira
8:00
horas:
Inscrições e credenciamento
Montagem
dos Painéis (Halls 1º e 2º andares)
9:00
horas:
Sessão de Abertura – Anfiteatro 100 – Ed. D. Pedro
I
Conferência
com o Prof. Dr. Paul Singer (UNESP/ FEA-USP)
“Trabalho & Sociedade: dinâmica e perspectivas em tempos de
flexibilização dos direitos sociais”
10:30
horas:
Coffee
break
11:00
horas:
Debate
14:00
horas:
Grupos temáticos (GTs) – Sessões de Comunicação de
Pesquisa
16:00
horas:
Oficinas (OFs)
18:00
horas:
Lançamento do CIEPET – Centro Integrado de Educação e Pesquisa do
Trabalho da UFPR
20:30
horas:
Reunião dos Coordenadores de Núcleos da Região Sul
Dia 30
de agosto de 2002 – sexta-feira
8:30
horas:
Conferência com a Profa. Dr.ª Liana Carleial/UFPR
“A globalização da economia e o novo perfil do trabalhador”
9:30
horas:
Coffee
break
10:00
horas:
Mesa-redonda:
“Experiências de Trabalho e os parceiros
sociais”
Participantes:
Procuradora do Estado; Sindicalista, Pesquisador.
14:00
horas:
GTs – Sessões de Comunicação de Pesquisa
16:00
horas:
Ofs - Oficinas
18.00
horas:
Lançamentos de livros e revistas
20.00
horas:
Atividade de integração e lazer – Jantar de
confraternização
Dia 31
de agosto de 2002
8:30
horas:
Os Núcleos e a Rede UNITRABALHO, com a Direção
Executiva
10:00
horas:
Coffee break
10:30
horas:
Plenária Final e Avaliação dos trabalhos
GRUPOS TEMÁTICOS (GTS)
COORDENADORES e e-mails:
GT 1.
Emprego e Relações de Trabalho
Prof.ª
Dr.ª Vânia Herédia (UCS)
GT
2.
Economia Solidária (*)
Prof.
Dr. Luis Ignácio Gaiger (UNISINOS)
Prof.ª
Dr.ª Ana Maria Muratori (UFPR)
GT
3. Saúde e
Trabalho
Prof.
Márcio César Ferraciolli (UNOESC)
GT
4.
Trabalho e Educação
Prof.ª Dra. Maria Clara Bueno Fisher
(UNISINOS)
GT 5.
Trabalho Infantil e Juvenil
Prof.ª
Cleide Lavoratti (UEPG)
GT 6.
Trabalho Rural e Questões Agrárias
Prof.
César Goes (UNISC)
GT 7.
Gênero e Discriminação no Mundo do Trabalho
Prof.
Dr. Dinarte Belatto (UNIJUÍ)
GT
8.
Reflexões sobre o Trabalho
Prof.
Dr. José Mário Angeli (UEL)
GT
9.
Sindicalismo e Política de Trabalho
Prof.
Dr. Ariovaldo de Oliveira Santos (UEL)
GT
10.
Trabalho e Meio Ambiente
Prof.
José Edmilson de Souza Lima (FAE-PR)
GT
11.
Mercado de Trabalho: formal e informal
Dr.ª
Katy Maia (UFPR)
GT
12.
A responsabilidade social corporativa e seus
limites
Prof.ª
Dr.ª Eliza Bernardo Rocha (UEM)
(*)
Integra este GT a ITCP – Rede de Incubadoras Tecnológicas de Cooperativas
Populares e Economia Solidária e Autogestionária.
OFICINAS
COORDENADORES e e-mails:
OF 1.
Terceirização e efeitos da privatização em setores chave da economia
nacional
Prof.ª
Dr.ª Benilde Maria Lenzi Motim (UFPR)
OF
2.
Sociedade & Trabalho: pesquisas e pesquisadores da
UFPR
Prof.ª
Dr.ª Acácia Kuenzer (UFPR)
Prof.ª
Dr.ª Silvia Maria de Araújo (UFPR)
OF
3.
Organização coletiva e o resgate da cidadania
Prof.ª
Dr.ª Maria Nezilda Culti (UEM)
O Programa CLACSO-CROP de Estudos sobre Pobreza na América Latina e Caribe e a Fundação Joaquim Nabuco - FJN
convocam para um Seminário Internacional, que conjuntamente organizam, sobre:
O PAPEL DO ESTADO E A LUTA CONTRA A POBREZA NA AMÉRICA LATINA E CARIBE
CONVOCATÓRIA
ANTECEDENTES
O Seminário pretende dar continuidade aos congêneres “A demografia da pobreza na América Latina” (Buenos Aires, Argentina, novembro/2000), “Populações indígenas e pobreza: enfoques multidisciplinares” (Antigua, Guatemala, novembro/2001) e “Estratégias de redução da pobreza no Caribe, os atores externos e seu impacto na redução da pobreza na região” (previsto para Havana, Cuba, novembro/2002). No propósito de fortalecer a perspectiva regional dos estudos sobre pobreza, promovendo a pesquisa comparativa, com ênfase especial na situação dos países menos desenvolvidos da região, o Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (Clacso), o Comparative Research Programme on Poverty (Crop) e a Fundação Joaquim Nabuco (FJN) convocam para o Seminário Internacional sobre “O papel do Estado e a luta contra a pobreza na América Latina e Caribe”, que se realizará na cidade do Recife, Brasil, de 19 a 21 de março de 2003.
OBJETIVO
O objetivo do
Seminário, que ocorrerá nas dependências da Fundação Joaquim Nabuco (FJN), é
examinar o papel do Estado na redução e erradicação da pobreza. O evento reunirá
estudiosos de vários países e diversas áreas do conhecimento com o propósito de
promover um debate orientado a esboçar as possíveis alternativas de ação do
Estado frente à pobreza, à exclusão e às desigualdades sociais nos países em
desenvolvimento, especialmente os da região latino-americana e
caribenha.
A problemática
sucintamente descrita acima sugere perguntas como as
seguintes:
-
De que forma as políticas de ajuste
neoliberal e reforma do Estado afetaram e afetam a capacidade dos Estados
nacionais, estaduais e municipais de redução da
pobreza?
-
Quais são os enfoques alternativos e
os instrumentos concretos de intervenção capazes de sustentar política estatais
de redução da pobreza e quais são as condições requeridas para sua
viabilidade?
-
Quais são e por que subsistem os
impedimentos mais visíveis que limitam as políticas estatais de redução da
pobreza?
-
De que forma os grupos dominantes
nacionais e transnacionais influenciam a configuração de um Estado incapaz de
reduzir efetivamente a pobreza?
-
Como influem as recomendações dos
grandes atores internacionais
- tais como o FMI, o Banco
Mundial, os governos do G-7 - no desenho e execução de políticas públicas de
redução da pobreza que não atingem os objetivos
propostos?
-
Quais são os mecanismos públicos e
privados de controle da eficiência das políticas de redução da pobreza e qual é
a sua efetividade para produzir as mudanças
necessárias?
-
Qual é o papel dos parlamentos no
desenho, execução e controle das políticas de redução da pobreza, principalmente
através dos orçamentos nacionais e estaduais?
Estas são
algumas das perguntas que, à guisa de enunciados, são formuladas para orientar a
seleção temática das propostas que forem apresentadas, e de forma alguma
pretendem ser excludentes em relação a outros temas que os candidatos considerem
pertinentes.
REQUISITOS
-
As propostas deverão ser enviadas sob a
forma de resumos que não excedam UMA PÁGINA (A4). O resumo deverá indicar o
título da comunicação, a teoria, métodos e achados da proposta. Importante:
Anexar um breve CV com uma lista das publicações mais recentes. Informar
claramente nome, país, titulação, nacionalidade, endereço postal e eletrônico,
telefone e número do fax.
- A data limite para o recebimento dos resumos será 1° de outubro de 2002
- Os participantes serão avisados a partir de 10 de novembro se suas propostas foram aceitas ou não, como ainda serão informados sobre os detalhes do formato em que os papers serão preparados.
- Os idiomas oficiais do seminário serão português, espanhol e inglês. Tanto as comunicações quanto os resumos deverão ser apresentados numa dessas línguas.
- Cada expositor terá 20 minutos para sua apresentação e 30 minutos para a discussão. Haverá um debatedor para cada trabalho, previamente selecionado entre os participantes pelo Comitê do Seminário.
- O texto completo da comunicação deverá ser enviado por correio eletrônico até 15 de janeiro de 2003 aos endereços (e-mails) abaixo mencionados.
- As despesas de hospedagem e alimentação dos participantes, durante os dias do evento, serão cobertas pelos organizadores.
- Os assistentes deverão financiar as
respectivas passagens aéreas. No entanto, as instituições organizadoras disporão
de um número reduzido de bolsas para ajudar a pagar as passagens dos expositores
selecionados, principalmente os procedentes da América Latina e do Caribe que
tenham dificuldade de assumir o custo das
passagens.
APRESENTAÇÃO DE
COMUNICAÇÕES
As comunicações devem ser apresentadas no formato que será indicado oportunamente, na data determinada, e dirigidas aos endereços a seguir:
Helenilda Cavalcanti - FJN - E-mail: helen@fundaj.gov.br
Com cópia para: Fabiana Werthein – Clacso - E-mail: fabiana@clacso.edu.ar
CROP E-mail: crop@uib.no
****************** ACONTECEU ******************
D)
Rede
Tématica: GEN - Relaciones de género
TERCER CONGRESO INTERNACIONAL DE
LATINOAMERICANISTAS EN EUROPA
NETHERLAND
ASSOCIATION for LATIN AMERICA STUDY-
AMSTERDAM
3-6 JULHO 2002
Sesion
Rede Tématica: GEN - Relaciones de
género
GLOBALIZANDO LOS DERECHOS DE LAS TRABAJADORAS. CRUZANDO FRONTERAS
ENTRE AMERICA LATINA Y EUROPA
Los
diferentes procesos que han alcanzado las sociedades latinoamericanas y europeas
- democratización, globalización y neoliberalismo - sugieren repensar sobre los
desafíos económicos, sociales y culturales que se plantean al principio de
igualdad de oportunidades entre hombres y mujeres en los lugares de trabajo. Los
programas y políticas de igualdad de oportunidades en las empresas han sido
bastante diferentes en cada país si consideramos el involucramiento de los
actores sociales, la definición de los mecanismos legales, los modelos de
negociación y en fin las experiencias de las trabajadoras. Sin duda los modelos
construídos en los años 80 pueden hoy ser revisitados a la luz de las enseñanzas
y los resultados alcanzados. Las modificaciones recientes en la
internacionalización económica, sugieren poner atención en aquellas nuevas
presiones que pueden haber
modificado las relaciones y las imágines de género en los lugares de
trabajo.
Algunas
consideraciones más generales nos ayudan a proponer este panel sobre las
relaciones entre América Latina y Europa. Primeramente el hecho que la movilidad
de las empresas se ha realizado
muchas veces cruzado las fronteras nacionales, actuando en los dos continentes.
Simultáneamente, la demanda de igualdad de oportunidades en los lugares de
trabajo ha tenido amplia resonancia internacional fomentando políticas y
programas nacionales e internacionales desde los años 80. Algunas preguntas
pueden guiar la propuesta de un panel comparativo. ¿Cómo los clásicos actores sociales
-Estado nación, sindicatos y movimientos de trabajadoras- han adoptado y
negociado este principio ?
¿
Cuáles nuevas cuestiones la globalización económica requiere para mantener su
preservación?
¿Las
experiencias de políticas de igualdad de oportunidades han conseguido alterar
las culturas nacionales de las empresas en relación a las imágenes de
género?
¿Los vínculos de solidaridad sindical
entre los dos continentes han evidenciado algunas nuevas modificaciones de este
principio?
Las
investigadoras invitadas (Brasil, Chile, Francia, Italia y Uruguay) tienen vasta
experiencia en este campo de estudio, acompañando as transformaciones de las
relaciones de género en el mundo del trabajo.
Presidente
de Mesa:
Paola
Cappellin
- Universidade Federal do Rio de Janeiro
Rosario
Aguirre - Departamento de Sociología. Facultad de
Ciencias Sociales. Universidad de la
República. Uruguay
Moderador:
Vera
Soares
- ELAS Assessoria - S. Paulo
Comentarista:
Helena Hirata - GERS - Genre et Rapports
Sociaux - IRESCO/CNRS - France
Ponencias
:
Etta
Olgiati - Fondazione Regionale Pietro Seveso y Gillian Shapiro - Univerity of
Brigton
Igualdade de Género en los mercados Europeos en
transformación.
El
paper sistematiza los resultados de una investigación realizada en veinte estudios de caso en varios paises -
Italia, Francia, Reino Unido, Holanda, Alemania, Finlandia, España - recuperando
la tématica de la igualdad de oportunidades y les estrategias empresariales
Rosario
Aguirre - Departamento de Sociología. Facultad de
Ciencias Sociales. Universidad de la
República. Uruguay
" Los derechos de las trabajadoras y los desafíos en el nuevo
contexto económico y político. El caso de
Uruguay".
Uruguay
posee una legislación antidiscriminatoria
y ha ratificado los principales convenios de la Organización
Internacional del Trabajo, sin embargo
la movilización de los intrumentos jurídicos de la igualdad por parte de
las trabajadoras ha sido muy escasa. Las acciones de la cooperación
internacional y de los organismos especializados (misiones de expertos y el
funcionamiento de un organismo tripartito que tiene por objetivo promover
políticas de igualdad) no han
logrado por el momento medidas tendientes a "producir igualdad". El artículo
explorará las dificultades y resistencias que generan las acciones sociales y
políticas en este campo. La participación de las trabajadoras dentro de los
espacios de negociación que se han
abierto en el proceso de
integración (MERCOSUR) abre nuevas
posibilidades en tanto está contribuyendo a estimular la acción sindical y la formulación de iniciativas, tanto a nivel supranacional como
nacional.
Paola
Cappellin - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Didice
Delgado - ELAS Assessoria /SP y Vera Soares - ELAS Assessoria
/SP
Las grandes empresas en Brasil: relaciones de género, trabajo e
igualdad de oportunidades.
El
documento analiza las prácticas empresariales y sindicales en relación a las
demandas de igualdad de oportunidades, en el contexto de reorganización e
internacionalización económica en Brasil. Serán analizadas cuatro empresas que
actúan en Brasil: Parmalat (Italia), UNILEVER (Holanda) y Santander (España)
recuperando los estudios realizados por el
Observatorio Social en
cumplimiento de las convenciones sociales de OIT relativas a la igualdad
salarial y de oportunidades.
Nuestra meta es reconstituir la práctica y el discurso empresarial en la
designación de los espacios ocupacionales femeninos, las demandas y las
conquistas de las trabajadoras en defensa del derecho a la igualdad de
oportunidades.
María
Elena Valenzuela - Centro de Estudios de la Mujer - Chile
Feminización de la micro y pequeña empresa: Oportunidades o
callejón sin salida para las mujeres?
La
micro y pequeña empresa ha adquirido creciente atentión por su capacidad de
innovación, crecimiento económico y creación de empleo, y de adaptación frente a
los rápidos cambios económicos globales. Se identificarán los principales
problemas de las mujeres micro-pequeñas empresarias en Europa y América Latina,
la emergencia de demandas por políticas de empleo igualitarias y los desafíos
que enfrentan las políticas de igualdad para responder frente a las barreras
ligadas a la condición de género de las microempresarias.
Ximena
Díaz Berr y Julia Medel Riquelme -
Centro de Estudios de la Mujer
Flexibilidad del uso del Tiempo de trabajo en Chile: ¿hacia una mayor igualdad de
oportunidades o nuevas inequidades de
género?
Chile
registra uno de los promedios más altos de horas de trabajo del mundo. Los
empresarios tienen amplias facultades para definir extensión y distribución
horaria. Los acuerdos negociados en esta materia son escasos. La participación
laboral femenina aumenta pero la distribución del tiempo social de trabajo por
sexo cambia poco. Para conciliar, las mujeres demandan empleos flexibles -mayoritariamente precarios-
(temporales, parciales, a domicilio)
ajustándose a necesidades de reorganización productiva y laboral del
capital. Se reproducen segmentaciones en mercado laboral. Políticas de Igualdad
de Oportunidades no han alterado la cultura empresarial ni sindical. Hay algunas
experiencias positivas en empresas públicas y de capital transnacional.
“El Movimiento Sindical Frente a los Desafíos
de la Crisis”
Buenos Aires, 20 al 22 de Enero de
2002
INFORME
INTRODUCCIÓN
Durante los días 20, 21 y 22 de Enero de 2002, respondiendo a una
convocatoria del Taller de Estudios Laborales (TEL), sindicalistas de Brasil,
Uruguay, Chile y de nuestro país se reunieron para analizar y debatir los
principales problemas y desafíos que enfrenta el movimiento sindical y obrero en
la hora actual.
Colaboraron con la organización del encuentro las oficinas del
Transnational Information Exchange (TIE) de Brasil y
Chile.
La propuesta fue ofrecer un espacio, por fuera de los ámbitos
orgánicos de discusión y decisión, donde los asistentes pudieran reflexionar e
intercambiar ideas, planteando libremente dudas, ideas no elaboradas del todo, y
preocupaciones.
Consideramos que este tipo de espacios informales son siempre
necesarios, ya que los compromisos y obligaciones de los ámbitos orgánicos ponen
inevitablemente ciertos límites a la reflexión colectiva. Pero son aun mas
necesarios en momentos de crisis y cambios acelerados como el que estamos
viviendo, ya que enfrentamos
desafíos graves y urgentes muy novedosos y muchas verdades previas
resultan, por lo menos, insuficientes. La posibilidad de realizar esta reflexión
junto a militantes de diversas ramas de actividad, con diferentes niveles de
responsabilidad, y provenientes de varios países y provincias, lo hacían aún más
interesante.
Aunque no nos propusimos llegar a acuerdos y la discusión giro en
torno a temas mas bien generales, creemos que no fue un divague inconducente ya
que los participantes son todos militantes directamente vinculados y
comprometidos con luchas sociales y políticas concretas de los trabajadores y el
pueblo. Apostamos a que todos se llevaran de este encuentro conceptos, contactos
y propuestas de acción, que sirvieran para elevar su capacidad de lucha
cotidiana en los lugares de trabajo, en sus sindicatos y en la
sociedad.
ORGANIZACIÓN Y OTRAS ACTIVIDADES
La actividad central del encuentro fue un debate en plenario con la
asistencia de una cantidad limitada de invitados realizado durante los días 21 y
22 de Enero.
El 22 por la noche se organizó una Mesa Redonda-Debate con
invitación abierta.
Simultáneamente, se organizaron algunas actividades para que los
invitados extranjeros se pusieran contacto con algunas organizaciones
populares.
El Encuentro
Se funciono en forma plenaria durante dos jornadas. A los efectos
de organizar mínimamente el debate se propusieron dos ejes de reflexión: 1. El
primer día se abordaron los principales problemas y desafíos del movimiento
sindical y obrero en la hora actual. 2. Durante el segundo día, el eje propuesto
fueron las tareas y líneas de acción del movimiento sindical y
obrero.
El carácter abierto del temario procuraba dejar espacio para que
los participantes plantearan y compartieran francamente sus principales
inquietudes.
La Mesa Redonda-Debate
El 22 de enero
por la tarde y como culminación del encuentro se realizó una mesa redonda en la
que se presentaron, y se pusieron en discusión, las principales ideas que
surgieron durante el encuentro.
Se realizó en
al local la Federación Judicial Argentina y asistieron unas 100 personas,
pertenecientes en su mayoría a diversas organizaciones sindicales, sociales y
políticas.
La actividad fue coordinada por el TEL, y expuso un compañero de cada país elegido por el resto de los integrantes de las respectivas delegaciones. As