Boletim Eletrônico
Sindicalismo e Política
N. 36 - Julho/Agosto 2002
 
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Sumário:
 
1) Mensagem do editor
2) Programação GT - 2002 
3) Dissertações
4) Publicações
5) Seminários
6) Recados e Informações Gerais
 
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1) Mensagem do Editor 
 
Colegas,
Entramos na fase final de preparação de nosso encontro na ANPOCS 2002.
Esta edição traz a programação do GT já incluindo os debatedores. 
No próximo boletim divulgaremos os resumos das apresentações.
Assim que os trabalhos forem entregues para a coordenação, eles
serão colocados na página para garantirmos um debate mais ampliado em Caxambu.
Enquanto isso, já está disponibilizado na página o plano de trabalho completo.
Continuamos aguardando textos e resenhas para disponibilizar na página.
Tudo de bom,
Marco Aurélio Santana
 
 
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2) GT  Trabalhadores, sindicatos e a nova questão social
 
 
-  Programação ANPOCS 2002 - 
 
1ª Sessão: Trabalhadores e questões emergentes: meio ambiente, território, política industrial e cidadania

Coordenador: José Ricardo Ramalho (UFRJ)

Debatedor: Leda Gitahy (UNICAMP)

- Paisagens obscuras: o mundo do trabalho e o pensamento crítico - Maria Célia Paoli (USP)

- Trabalhadores, redes sociais e controle do meio ambiente industrial - J.Sergio Leite Lopes (Museu Nacional/UFRJ)

- Trabalhadores e ação sindical em novos espaços de produção: a fábrica da Mercedes-Benz em Minas Gerais - Magda de Almeida Neves e Antonio Carvalho Neto (IRT-PUCMINAS)

- Processos de liberação/desregulamentação/privatização no setor  de telecomunicações e implicações sobre os sindicatos: Brasil em perspectiva internacional - Sônia Guimarães Larangeira (UFRGS)

 

2ª Sessão: Sindicatos e flexibilização de direitos 

Coordenador: Marco Aurélio Santana (UNIRIO)

Debatedor: Adalberto Cardoso (IUPERJ)

- Mudanças na CLT: problemas históricos e dilemas atuais do novo sindicalismo - Arnaldo Mazzei Nogueira (PUC-SP / USP)

 - O sistema de relações de trabalho em xeque: uma nota conceitual - Andréia Galvão (UNICAMP)

 - Flexibilidade das relações de trabalho e flexibilidade produtiva: uma análise da “nova migração” do setor automobilístico brasileiro - Rejane Prevot Nascimento (COPPE/UFRJ) e Lidia Segre (COPPE/UFRJ)

- A negociação do ajuste produtivo e das medidas de flexibilização da legislação trabalhista nas indústrias calçadista, siderúrgica e têxtil - Rosana Ribeiro (UFU)

 

3ª Sessão: Novas abordagens sobre o mundo do trabalho e os sindicatos

Coordenador: Iram Jácome Rodrigues (USP) 

Debatedor: Heloísa Martins (USP)

 - Nas trilhas de uma sociabilidade privada: uma experiência de células de produção em São Paulo - Leonardo G. Mello e Silva e equipe (USP)

- O Processo de instituição de uma doença do trabalho - Diana Antonaz (Museu Nacional/UFRJ)

- Representação política e os interesses no STR de Xapuri: os conflitos e desafios dos anos 90 - Mauro César Rocha da Silva (PESACRE)

- Análise da Estrutura Organizativa e o Corpo Funcional Frente às Transformações Produtivas: Um Perfil do Sindicalismo em Quatro Cidades Brasileiras - Allan Claudius Queiroz Barbosa (UFMG)

Todas as sessões propostas terão um debatedor a ser convidado e indicado posteriormente.

O GT estará oferecendo um Mini-curso na ANPOCS 2002:

As transformações do trabalho e as ações coletivas dos trabalhadores no mundo contemporâneo

Profs: Ricardo Antunes (UNICAMP) e Marco Aurélio Santana (UNIRIO)

 

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3) Dissertações
 

A) O Novo discurso da Qualificação Profissional e os Trabalhadores do "Consórcio Modular" em Resende - RJ. 

Título: O Novo discurso da Qualificação Profissional e os Trabalhadores do
"Consórcio Modular" em Resende - RJ.

Autor: Lia de Mattos Rocha
Dissertação de Mestrado.
Instituição: IFCS/UFRJ.
Data da defesa: 29 de julho de 2002.
Banca: Prof. Dr. José Ricardo Ramalho (orientador)
Prof. Dr. Marco Aurélio Santana
Prof. Dra. Alice Rangel de Paiva Abreu. 

Resumo:

O objetivo deste  trabalho é compreender como as novas exigências em relação
ao trabalhador, resultantes das reestruturações produtivas ocorridas nas
últimas décadas, são apreendidas no processo produtivo tanto pelos
trabalhadores quanto pela gerência, a partir do novo paradigma de
qualificação - centrado na questão da competência e em novos atributos,
capacidades e habilidades. Pretende observar quais as características que o
setor automotivo privilegia na contratação de seus empregados, como essas
características são compreendidas pelos trabalhadores e pela gerência e como
os trabalhadores vivenciam esses novos atributos no chão de fábrica. Busca
ainda compreender como esses trabalhadores são treinados e como a gerência
lança mão dessas características no processo da produção. O caso escolhido
para a realização desse trabalho é a planta da Volkswagen instalada na
região de Resende (no Sul fluminense) desde 1996, organizada de forma a
inserir os fornecedores dentro de um "Consórcio Modular", modificando de
forma radical a relação entre-firmas. 
 

Enviado por:  Lia Rocha
E-mail para contato: liademattosrocha@ig.com.br

 

B) MEMÓRIA E IDENTIDADE: OS TRABALHADORES NA COMPANHIA VALE DO RIO DOCE EM MARIANA, A ÚLTIMA GERAÇÃO DOS HOMENS DE FERRO?

Defesa de Dissertacao de Mestrado
Título:  MEMÓRIA E IDENTIDADE: OS TRABALHADORES NA COMPANHIA VALE DO RIO DOCE EM MARIANA, A ÚLTIMA GERAÇÃO DOS HOMENS DE FERRO?
Autor: Paulo Roberto Carvalho 
Mestrado em Memória Social e Documento - CCH-UNIRIO
Dia: 27/mar/2002
Banca Examinadora:
Dr. Marco Aurelio Santana (UNIRIO) (orientador)
Dr. Francisco Palomanes Martinho (UERJ)
Dra. Icleia Thiesen Costa (UNIRIO)
 
Resumo:
O trabalho analisa as memórias e as representações sociais de operários na CVRD da Mina de Timbopeba, buscando articulá-las com o processo de construção de identidades experimentado por aquele grupo operário. Estes trabalhadores foram transferidos ou recrutados pela empresa e assentados em Mariana. Para isto foram construídos 3 novos bairros que expandiram as fronteiras da cidade. Para estes migrantes a experiência na nova cidade trouxe vários problemas de corte econômico e social; além de dilemas afetivos, pois que a separação da família e da terra natal foi acompanhada de hostilidades e estranhamentos no novo espaço. O estudo foi delimitado pelo período de 1980/1990 que compreende a fase de construção e de entrada em funcionamento da referida mina. Este recorte temporal corresponde também ao ápice das transformações espaciais, arquitetônicas, sociais e econômicas que Mariana vinha experimentando desde o final da década de 1960. A metodologia utilizada neste estudo foi a História Oral. Foram realizadas 20 entrevistas, incluindo funcionários da CVRD dos diversos níveis hierárquicos além de integrantes da população local. Buscamos perceber os processos de mutação das identidades e como elas se comportaram na medida em que interagiram com outros elementos humanos e espaciais. Foi possível perceber que aquelas gerações operárias que possuíam características identitárias específicas, ao migrar para outro espaço, acabaram por reconfigurar-se no movimento de refazer os seus laços afetivos e identitários, promovendo tanto linhas de continuidade, como também de ruptura na sua percepção de aspectos como trabalho e sindicato. 
 
Enviado por:  Paulo Roberto Carvalho
E-mail para contato: prcarvalho10@ig.com.br
 

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4) Publicações

A) Après-Fordisme et Participation: Restructuration Productive Contemporaine et Nouvelle Rationalisation du Travail dans l'Industrie Automobile Brésilienne

O Pesquisador Luís Antônio Cardoso, do Laboratório de Engenharia de Produção da Universidade Estadual do Norte Fluminense - LEPROD/UENF, acaba de ter a sua tese de doutorado publicada em livro na França.

O livro, para os interessados, pode ser adquirido junto ao autor, no e-mail luemar@domain.com.br

FICHA TÉCNICA:

Título: Après-Fordisme et Participation: Restructuration Productive Contemporaine et Nouvelle Rationalisation du Travail dans l'Industrie Automobile Brésilienne

Editora: Les Presses du Septentrion, Lille

Ano: 2002

ISBN: 2-284-03501-5

Preço: 40 Euros

Resumo: Este trabalho teve como objetivo o estudo do fenômeno da participação dos trabalhadores nos mecanismos de gestão de uma organização industrial do setor automobilístico brasileiro, a FIASA – Fiat Automóveis S.A. -, desencadeados a partir do processo contemporâneo de reestruturação industrial. Percebemos que na transição da era fordista para a nova era após-fordista, o mecanismo de participação e envolvimento dos trabalhadores nos processos de decisão e de gestão das empresas torna-se um fenômeno social de extrema relevância, constituindo-se como um dos principais motores do desenvolvimento dos novos modelos produtivos. Assim, sob uma análise de natureza crítica, fundada em uma retomada teórica e conceitual e um diálogo com o pensamento social clássico e moderno, esse mecanismo é compreendido como uma nova forma de racionalização do trabalho.

Sumário:

Table de matières

Introduction            01

Partie A

Les éléments de la transformation

Chapitre I – Les postfordismes et leurs interprétations contemporaines : continuités, ruptures et réarrangements            23

I.1 – Les visions de la transition : à la Recherche d'un nouveau paradigme explicatif du nouveau modèle productif            27

I.1.1 – Le courant néo-schumpéterien : la détermination technologique            29

I.1.2 – Le courant néo-smithien : la suprématie du marché 33

I.1.3 – Le courant néo-marxiste : la régulation institutionnelle            40

I.2 – Une alternative analytique : le modèle productif à la recherche de la cohérence...            49

Chapitre II – Rationalisation, modernisation et leurs extensions : approches théoriques et conceptuelles            65

II.1 – La rationalisation : visions et discussions sur le levier de la modernité            67

II.1.1 – Karl Marx : forces productives et aliénation            69

II.1.2 – Max Weber : désenchantement et cage d’acier  94

II.1.3 – Karl Mannheim : disparition des idéologies et des utopies            111

II.1.4 – Ecole de Francfort : raison instrumentale et domination            119

Chapitre III – La rationalité après-fordiste et la nouvelle forme de rationalisation du travail dans la société postindustrielle            131

III.1 – La rationalité du nouveau modèle productif : rupture radicale ou continuité intensive ?            134

III.2 – Restructuration du capitalisme et nouvelles rationalisations de la production et du travail : à la recherche d’une nouvelle cohérence            147

III.3 - Impératif rationnel instrumental et de valorisation du capital et avancement technico-scientifique de la gestion : l’émergence de la participation des travailleurs comme une nouvelle forme de rationalisation du travail            158

III.3.1 – La nouvelle rationalisation du travail à la lumière de la critique marxiste            161

III.3.2 – La nouvelle rationalisation du travail à la lumière de la critique weberienne            168

III.3.3 – La nouvelle rationalisation du travail à la lumière de la critique marxiste-weberienne            181

Partie B

La réalité transformée

Chapitre IV – FIASA – FIAT Automóveis S.A. : une description de l'objet d'étude            191

IV.1 – Historique du développement de l’entreprise en Europe            191

IV.2 – Structure et composition hiérarchique du Groupe FIAT            195

IV.3 – Historique du développement du Groupe FIAT au Brésil            205

IV.4 – Structure et composition du Groupe FIAT au Brésil            208

IV.5 – Implantation et trajectoire de la FIASA à Minas Gerais  217

IV.6 – Profil de la FIASA et insertion dans le marché brésilien            221

IV.7 – Internationalisation de la FIASA : l’entreprise globale  223

Chapitre V – La restructuration annoncée... la réalité transformée : la mutation et la métamorphose de l'entreprise            229

V.1 – Les antécédents du travail à FIASA : le fordisme boiteux 230

V.2 – Fare come in Giappone : la crise et la restructuration de la FIAT            242

V.3 – La restructuration et l’innovation de la FIASA : l’Usine Rationalisée            250

V.3.1 – La Première Vague            252

V.3.2 – La Deuxième Vague   257

V.3.3 – Les autres Programmes            264

Chapitre VI – L’appareil productif et l'ampleur des changements dans la nouvelle rationalisation du travail : la réinvention d’un fordo-taylorisme participatif            269

VI.1 – La réinvention du modèle traditionnel de gestion : une esquisse interprétative du changement après-fordiste            270

VI.2 – L’organisation productive : développement de l’intégration socio-technique de la firme            278

VI.2.1 – L’entreprise maigre : flux tendu et qualité totale    279

VI.2.2 – L’entreprise horizontale : flexibilisation structurale et organisation réticulaire             288

VI.2.3 – L’entreprise orientée projet : autonomie et usine cellulaire            291

VI.2.4 – L’entreprise flexible et intégrée : la démarche par processus            301

VI.3 – La relation salariale : intensification de la participation et de l’implication des travailleurs dans la gestion            304

VI.3.1 – L’organisation du travail : organisation qualifiante et travail enrichi            304

VI.3.2 – Les relations hiérarchiques : réduction des échelons et assouplissement du processus décisionnel             318

VI.3.3 – Le système de rémunération : réduction des coûts et nipponisme à la mineira 321

VI.3.4 – Les relations syndicales : exclusion et totalitarisme            327

Chapitre VII – Les mécanismes de maintien de la nouvelle rationalisation du travail dans la FIASA : l’implication contrainte du travailleur, le paternalisme et le despotisme comme clés stratégiques du changement            333

VII.1 – Les limites de la nouvelle forme de domination capitaliste dans l’Usine Rationalisée : vers une nouvelle hégémonie ?            334

CONCLUSION                 355

BIBLIOGRAPHIE                361

 

Enviado por: Luís Antonio Cardoso
E-mail para contato: luemar@domain.com.br

 

B) Por Trás dos Canaviais - os Nós da Cana.

Acaba de ser lançado o livro Por Trás dos Canaviais - os Nós da Cana de Antonio Thomaz Júnior.

Edição Annablume/FAPESP, São Paulo, 2002.

Enviado por: Antonio Thomaz Júnior
E-mail para contato: thomazjr@prudente.unesp.br
 
 
 
 
C ) Trabalho e Resistência na "fonte misteriosa": os bancários no mundo da eletrônica e do dinheiro
Nise Jinkings lançou seu novo livro na Bienal do Livro em São Paulo (2002). Intitulado Trabalho e resistência na "fonte misteriosa": os bancários no mundo da eletrônica e do dinheiro, ele foi editado em co-edição pela Editora da Unicamp e a Imprensa Oficial do Estado.

Apresentação

O livro analisa o complexo movimento do capitalismo contemporâneo, marcado
pela mundialização financeira e pelo apogeu da mercadorização do mundo, com
suas consequências dramáticas no universo da produção: desmonte de núcleos
produtivos, precarização e intensificação do trabalho, desemprego
estrutural, agravamento de problemas de saúde e aumento do sofrimento físico
e mental dos trabalhadores, fragilização da luta sindical e das práticas de
resistência nos ambientes laborais.
Voltado para as singularidades deste movimento no mundo bancário onde, como
"fonte misteriosa" - na feliz expressão de Marx - o dinheiro parece gerar
mais dinheiro, independente da esfera produtiva, o livro trata das condições
de vida e trabalho
dos homens e mulheres que lidam na sua atividade diária com símbolos de
valor cada vez
mais volatilizados e abstratos, no contexto de financeirização da economia e
de intensa automatização do trabalho nos bancos. Mostra como as mudanças em
curso invadem os ambientes produtivos, dominados pelas máquinas
informatizadas e por práticas do poder organizacional que se apresentam
sintetizadas em programas de "qualidade total" e "remuneração variável" e se
destinam a maximizar a produtividade do trabalho e construir o trabalhador
integrado ideologicamente ao capital. Revela o modo concreto como as formas
contemporâneas de organização, controle e disciplinação do trabalho afetam o
cotidiano laboral de bancários e bancárias, agora compungidos a vender
serviços e "produtos" financeiros para "pagar seus salários", como declaram
os gestores do sistema financeiro. Por fim, o livro analisa as
possibilidades de resistência dos trabalhadores e os impasses com os quais
se confronta o sindicalismo bancário, em um cenário econômico e político
hostil às lutas da classe trabalhadora.
 
Enviado por: Nise Jinkings
E-mail para contato: nise.jinkings@floripa.com.br
       
 
D) Revista Lutas Sociais
 
Foi lançado o  número 8 da Revista Lutas Sociais. A revista é uma edição do NEILS - NÚCLEO DE ESTUDOS DE IDEOLOGIAS E LUTAS SOCIAIS.
O lançamento ocorreu no dia 21 de junho de 2002, às 19h30min, na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Sala P-65 (prédio velho). Na oportunidade, ocorreu a Mesa-redonda Marxismo e ação política que contou com Jair Pinheiro, Andréa Galvão, Marcos Del Royo e Álvaro Bianchi.
 
O número 8 contam com o seguinte conjunto de artigos: 
Isabel Monal. Carlos Marx, la sociedad civil y el socialismo.
Maria Cristina Paniago. A questão da transição na teoria marxista e na teoria democrática.
Jair Pinheiro. Comunidade versus classes na luta pelo espaço urbano.
Carlos Montaño. O projeto neoliberal de resposta à "questão social" e a funcionalidade do "terceiro setor".
Célia Motta. Ricos discursos (e miseráveis efeitos) da política neoliberal.
Gilbert Achcar. O "pessimismo histórico" de Perry Anderson.
Dossiê:
De comunas a cacerolazos: dois séculos de lutas sociais.
Paulo Barsotti, Waldir Rampinelli, Andréia Galvão, Eliel Machado, Nicolás Carrera e Maria Cotarello, Lúcio Flávio de Almeida e Luis Menéndez.
 
 
NEILS - NÚCLEO DE ESTUDOS DE IDEOLOGIAS E LUTAS SOCIAIS
30 ANOS DO PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS-GRADUADOS EM CIÊNCIAS SOCIAIS DA PUC-SP
 
Enviado por: NEILS
E-mail para contato: lubejo@pucsp.br
 
 
D) Comunicação, Cultura e Política - on line
Comunicação, Cultura e Política
http://sites.uol.com.br/denisdemoraes

Nesta edição:
Antonio Gramsci, Octavio Ianni, Oscar Niemeyer, Pierre Lévy, Philippe Breton, Eliseo Verón, Raimundo Rodrigues Pereira, Pier Paolo Pasolini, Umberto Eco, Manuel Bandeira, Beatriz Sarlo, Dossiê antiglobalização, Bossa Nova, Literary Locales.

Enviado por: COMCULT
E-mail para contato: comcult2002@uol.com.br
 

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5) Seminários
 
 
A) CICLO DE SEMINÁRIOS USP-SEADE-CEBRAP-CEM
 
 PROJETO DE COOPERAÇÃO INTERNACIONAL CNPq/CNRS – USP/ SEADE /CEM/CEBRAP

 DESEMPREGO: ABORDAGENS INSTITUCIONAL E BIOGRÁFICA.

UMA COMPARAÇÃO BRASIL, FRANÇA, JAPÃO

CONVIDA

SEMINÁRIOS DE INTERCÂMBIO

16 e 19 de AGOSTO de 2002

16 de agosto  

14:30 – 17:00 hs.

Gênero e Profissões de Nível Superior

por Dra. Catherine MARRY

Pesquisadora do LASMAS/Institut du Longitudinal  e Diretora do Grupo MAGE/Marché du Travail et Genre (França)

Local: Fundação Seade – Rua Casper Líbero, 464-1o andar 

(haverá tradução simultânea)

19 de agosto

 

10:00 – 12:00 hs.

A Análise de Dados Longitudinais em Ciências Sociais: sua contribuição e novas tecnologias

por Dr. Alain DEGENNE

Pesquisador do LASMAS/Institut du Longitudinal (França)

Local: USP - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas

Rua Luciano Gualberto, 315 – Prédio dos Departamentos de Filosofia e Ciências Sociais, Térreo, sala 8 (haverá tradução simultânea)

 

14:30 – 18:00  hs.

Desemprego e Transições Ocupacionais na Região Metropolitana de São Paulo.

Primeiros Resultados”

por Paula MONTAGNER e Margareth WATANABE

Pesquisadoras da Fundação Seade

Local: CEBRAP – Rua Morgado de Mateus, 615 – Vila Mariana

  

Promoção:

Departamento de Sociologia da Universidade de São Paulo (Usp), Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados e Estatísticas (Seade), Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), Centro de Estudos da Metrópole (Cem)

 Patrocínio:

Conselho Nacional do Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Cnpq), Centre National de la Recherche Scientifique (Cnrs), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), Fundo para Igualdade de Gênero do Canadá (Fig).


 
Enviado por: Nadya Araújo Guimarães 
E-mail para contato: nadya@uol.com.br
 
 
 
B) VI ENCONTRO REGIONAL SUL DA UNITRABALHO 
 

PROGRAMA – GTS  e   OFICINAS

VI ENCONTRO REGIONAL SUL DA UNITRABALHO

Núcleo Local da Unitrabalho – Universidade Federal do Paraná

Curitiba - PR

29 a 31 de agosto de 2002

TRABALHO & SOCIEDADE: DINÂMICA E PERSPECTIVAS

Local: Setor de Ciências Humanas, Letras e Artes

Ed. D. Pedro I             Anfiteatro 100 – 1º andar

Rua General Carneiro, 460    Centro

(ao lado do Teatro da Reitoria, na Rua XV)

Coordenação Geral: Prof.ª Dr.ª Silvia Maria de Araújo

 

Dia 29 de agosto de 2002 – quinta-feira

8:00 horas:          Inscrições e credenciamento

Montagem dos Painéis (Halls  1º e 2º andares)

9:00 horas:          Sessão de Abertura – Anfiteatro 100 – Ed. D. Pedro I

Conferência com o Prof. Dr. Paul Singer (UNESP/ FEA-USP)

“Trabalho & Sociedade: dinâmica e perspectivas em tempos de flexibilização dos direitos sociais”

10:30 horas:          Coffee break

11:00 horas:          Debate

14:00 horas:          Grupos temáticos (GTs) – Sessões de Comunicação de Pesquisa

16:00 horas:         Oficinas (OFs)

18:00 horas:         Lançamento do CIEPET – Centro Integrado de Educação e Pesquisa do Trabalho da UFPR

20:30 horas:          Reunião dos Coordenadores de Núcleos da Região Sul

 

Dia 30 de agosto de 2002 – sexta-feira                 

8:30 horas:          Conferência com a Profa. Dr.ª Liana Carleial/UFPR

“A globalização da economia e o novo perfil do trabalhador”

9:30 horas:          Coffee break

10:00 horas:         Mesa-redonda:

“Experiências de Trabalho e os parceiros sociais”

Participantes: Procuradora do Estado; Sindicalista, Pesquisador.

14:00 horas:          GTs – Sessões de Comunicação de Pesquisa

16:00 horas:         Ofs - Oficinas

18.00 horas:          Lançamentos de livros e revistas

20.00 horas:          Atividade de integração e lazer – Jantar de confraternização

                 

Dia 31 de agosto de 2002              

8:30 horas:         Os Núcleos e a Rede UNITRABALHO, com a Direção Executiva

10:00 horas:         Coffee break

10:30 horas:         Plenária Final e Avaliação dos trabalhos

 

GRUPOS TEMÁTICOS (GTS)

COORDENADORES e e-mails:

GT 1.             Emprego e Relações de Trabalho

Prof.ª Dr.ª Vânia Herédia (UCS)

vheredia@zaz.com.br

GT 2.            Economia Solidária (*)

Prof. Dr. Luis Ignácio Gaiger (UNISINOS)

gaiger@helios.unisinos.br

Prof.ª Dr.ª Ana Maria Muratori (UFPR)

amuratori@uol.com.br

GT 3.   Saúde e Trabalho

Prof. Márcio César Ferraciolli (UNOESC)

ferraci@unoesc.rct-sc.br

GT 4.            Trabalho e Educação

Prof.ª Dra. Maria Clara  Bueno Fisher (UNISINOS)

clara@bage.unisinos.br

GT 5.            Trabalho Infantil e Juvenil

Prof.ª Cleide Lavoratti (UEPG)

lavoratti@uepg.br

GT 6.            Trabalho Rural e Questões Agrárias

Prof. César Goes (UNISC)

cgoes@dhum.unisc.br

GT 7.            Gênero e Discriminação no Mundo do Trabalho

Prof. Dr. Dinarte Belatto (UNIJUÍ)

dcs@unijui.tche.br

GT 8.            Reflexões sobre o Trabalho

Prof. Dr. José Mário Angeli (UEL)

angeli@inbrapenet.com.br

GT 9.            Sindicalismo e Política de Trabalho

Prof. Dr. Ariovaldo de Oliveira Santos (UEL)

ariovald@uel.br

GT 10.            Trabalho e Meio Ambiente

Prof. José Edmilson de Souza Lima (FAE-PR)

edmilson@bbs2.sul.com.br

GT 11.            Mercado de Trabalho: formal e informal

Dr.ª Katy Maia (UFPR)

katymaia@terra.com.br

GT 12.            A responsabilidade social corporativa e seus limites

Prof.ª Dr.ª Eliza Bernardo Rocha (UEM)

eerbernardo@uem.br

(*) Integra este GT a ITCP – Rede de Incubadoras Tecnológicas de Cooperativas Populares e Economia Solidária e Autogestionária.

OFICINAS

COORDENADORES e e-mails:

OF 1.            Terceirização e efeitos da privatização em setores chave da economia nacional

Prof.ª Dr.ª Benilde Maria Lenzi Motim (UFPR)

benilde@brturbo.com

OF 2.         Sociedade & Trabalho: pesquisas e pesquisadores da UFPR

Prof.ª Dr.ª Acácia Kuenzer (UFPR)

acaciazk@uol.com.br

Prof.ª Dr.ª Silvia Maria de Araújo (UFPR)

saraujo@swi.com.br

OF 3.            Organização coletiva e o resgate da cidadania

Prof.ª Dr.ª Maria Nezilda Culti (UEM)

mnculti@uem.br
 
 
 
Enviado por: Silvia Maria de Araújo
E-mail para contato: saraujo@swi.com.br
 
 
C) O PAPEL DO ESTADO E A LUTA CONTRA A POBREZA NA AMÉRICA LATINA E CARIBE  

O Programa CLACSO-CROP de Estudos sobre Pobreza na América Latina e Caribe e a Fundação Joaquim Nabuco - FJN  

convocam para um Seminário Internacional, que conjuntamente organizam, sobre:

O PAPEL DO ESTADO E A LUTA CONTRA A POBREZA NA AMÉRICA LATINA E CARIBE

CONVOCATÓRIA

ANTECEDENTES

O Seminário pretende dar continuidade aos congêneres “A demografia da pobreza na América Latina” (Buenos Aires, Argentina, novembro/2000), “Populações indígenas e pobreza: enfoques multidisciplinares” (Antigua, Guatemala, novembro/2001) e “Estratégias de redução da pobreza no Caribe, os atores externos e seu impacto na redução da pobreza na região” (previsto para Havana, Cuba, novembro/2002). No propósito de fortalecer a perspectiva regional dos estudos sobre pobreza, promovendo a pesquisa comparativa, com ênfase especial na situação dos países menos desenvolvidos da região, o Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (Clacso), o Comparative Research Programme on Poverty (Crop) e a Fundação Joaquim Nabuco (FJN) convocam para o Seminário Internacional sobre “O papel do Estado e a luta contra a pobreza na América Latina e Caribe”, que se realizará na cidade do Recife, Brasil, de 19 a 21 de março de 2003.

OBJETIVO

O objetivo do Seminário, que ocorrerá nas dependências da Fundação Joaquim Nabuco (FJN), é examinar o papel do Estado na redução e erradicação da pobreza. O evento reunirá estudiosos de vários países e diversas áreas do conhecimento com o propósito de promover um debate orientado a esboçar as possíveis alternativas de ação do Estado frente à pobreza, à exclusão e às desigualdades sociais nos países em desenvolvimento, especialmente os da região latino-americana e caribenha.

 A problemática sucintamente descrita acima sugere perguntas como as seguintes:

 -          De que forma as políticas de ajuste neoliberal e reforma do Estado afetaram e afetam a capacidade dos Estados nacionais, estaduais e municipais de redução da pobreza?

-          Quais são os enfoques alternativos e os instrumentos concretos de intervenção capazes de sustentar política estatais de redução da pobreza e quais são as condições requeridas para sua viabilidade?

-          Quais são e por que subsistem os impedimentos mais visíveis que limitam as políticas estatais de redução da pobreza?

-          De que forma os grupos dominantes nacionais e transnacionais influenciam a configuração de um Estado incapaz de reduzir efetivamente a pobreza?

-          Como influem as recomendações dos grandes atores internacionais  -  tais como o FMI, o Banco Mundial, os governos do G-7  -  no desenho e  execução de políticas públicas de redução da pobreza que não atingem os objetivos propostos?

-          Quais são os mecanismos públicos e privados de controle da eficiência das políticas de redução da pobreza e qual é a sua efetividade para produzir as mudanças necessárias?

-          Qual é o papel dos parlamentos no desenho, execução e controle das políticas de redução da pobreza, principalmente através dos orçamentos nacionais e estaduais?

 Estas são algumas das perguntas que, à guisa de enunciados, são formuladas para orientar a seleção temática das propostas que forem apresentadas, e de forma alguma pretendem ser excludentes em relação a outros temas que os candidatos considerem pertinentes.

 REQUISITOS

 - As propostas deverão ser enviadas sob a forma de resumos que não excedam UMA PÁGINA (A4). O resumo deverá indicar o título da comunicação, a teoria, métodos e achados da proposta. Importante: Anexar um breve CV com uma lista das publicações mais recentes. Informar claramente nome, país, titulação, nacionalidade, endereço postal e eletrônico, telefone e número do fax.

A data limite para o recebimento dos resumos será  1° de outubro de 2002

- Os participantes serão avisados a partir de 10 de novembro se suas propostas foram aceitas ou não, como ainda serão informados sobre os detalhes do formato em que os papers serão preparados.

- Os idiomas oficiais do seminário serão português, espanhol e inglês. Tanto as comunicações quanto os resumos deverão ser apresentados numa dessas línguas.

- Cada expositor terá 20 minutos para sua apresentação e 30 minutos para a discussão. Haverá um debatedor para cada trabalho, previamente selecionado entre os participantes pelo Comitê do Seminário.

- O texto completo da comunicação deverá ser enviado por correio eletrônico até 15 de janeiro de 2003 aos endereços (e-mails) abaixo mencionados.

- As despesas de hospedagem e alimentação dos participantes, durante os dias do evento, serão cobertas pelos organizadores.

- Os assistentes deverão financiar as respectivas passagens aéreas. No entanto, as instituições organizadoras disporão de um número reduzido de bolsas para ajudar a pagar as passagens dos expositores selecionados, principalmente os procedentes da América Latina e do Caribe que tenham dificuldade de assumir o custo das passagens.

  APRESENTAÇÃO DE COMUNICAÇÕES

As comunicações devem ser apresentadas no formato que será indicado oportunamente, na data determinada, e dirigidas aos endereços a seguir:

Helenilda Cavalcanti - FJN - E-mail:  helen@fundaj.gov.br 

Com cópia para: Fabiana Werthein – Clacso - E-mail:  fabiana@clacso.edu.ar 

CROP E-mail:  crop@uib.no

 

Enviado por: Polifonia da Miséria
E-mail para contato: polifoni@fundaj.gov.br

 

******************   ACONTECEU  ******************

 

D) Rede Tématica: GEN - Relaciones de género

TERCER CONGRESO INTERNACIONAL DE

LATINOAMERICANISTAS EN EUROPA 

NETHERLAND ASSOCIATION for LATIN AMERICA STUDY-

AMSTERDAM 3-6 JULHO 2002

www.cedla.uva.nl/ceisal-2002

Sesion

Rede Tématica: GEN - Relaciones de género

GLOBALIZANDO LOS DERECHOS DE LAS TRABAJADORAS. CRUZANDO FRONTERAS ENTRE AMERICA LATINA Y EUROPA

Los diferentes procesos que han alcanzado las sociedades latinoamericanas y europeas - democratización, globalización y neoliberalismo - sugieren repensar sobre los desafíos económicos, sociales y culturales que se plantean al principio de igualdad de oportunidades entre hombres y mujeres en los lugares de trabajo. Los programas y políticas de igualdad de oportunidades en las empresas han sido bastante diferentes en cada país si consideramos el involucramiento de los actores sociales, la definición de los mecanismos legales, los modelos de negociación y en fin las experiencias de las trabajadoras. Sin duda los modelos construídos en los años 80 pueden hoy ser revisitados a la luz de las enseñanzas y los resultados alcanzados. Las modificaciones recientes en la internacionalización económica, sugieren poner atención en aquellas nuevas presiones  que pueden haber modificado las relaciones y las imágines de género en los lugares de trabajo.

Algunas consideraciones más generales nos ayudan a proponer este panel sobre las relaciones entre América Latina y Europa. Primeramente el hecho que la movilidad de las empresas  se ha realizado muchas veces cruzado las fronteras nacionales, actuando en los dos continentes. Simultáneamente, la demanda de igualdad de oportunidades en los lugares de trabajo ha tenido amplia resonancia internacional fomentando políticas y programas nacionales e internacionales desde los años 80. Algunas preguntas pueden guiar la propuesta de un panel comparativo.  ¿Cómo los clásicos actores sociales -Estado nación, sindicatos y movimientos de trabajadoras- han adoptado y negociado este principio ?

¿ Cuáles nuevas cuestiones la globalización económica requiere para mantener su preservación?

¿Las experiencias de políticas de igualdad de oportunidades han conseguido alterar las culturas nacionales de las empresas en relación a las imágenes de género?

 ¿Los vínculos de solidaridad sindical entre los dos continentes han evidenciado algunas nuevas modificaciones de este principio?

Las investigadoras invitadas (Brasil, Chile, Francia, Italia y Uruguay) tienen vasta experiencia en este campo de estudio, acompañando as transformaciones de las relaciones de género en el mundo del trabajo.

Presidente de Mesa:

Paola Cappellin - Universidade Federal do Rio de Janeiro

Rosario Aguirre -  Departamento de Sociología. Facultad de Ciencias Sociales. Universidad de la  República. Uruguay

Moderador:

Vera Soares - ELAS Assessoria - S. Paulo

Comentarista:

 Helena Hirata - GERS - Genre et Rapports Sociaux - IRESCO/CNRS - France

Ponencias :

Etta Olgiati - Fondazione Regionale Pietro Seveso y Gillian Shapiro - Univerity of Brigton

Igualdade de Género en los mercados Europeos en transformación.

El paper sistematiza los resultados de una investigación realizada en veinte  estudios de caso en varios paises - Italia, Francia, Reino Unido, Holanda, Alemania, Finlandia, España - recuperando la tématica de la igualdad de oportunidades y  les estrategias empresariales

 

Rosario Aguirre -  Departamento de Sociología. Facultad de Ciencias Sociales. Universidad de la  República. Uruguay

" Los derechos de las trabajadoras y los desafíos en el nuevo contexto económico y político. El caso de Uruguay".

Uruguay posee una legislación antidiscriminatoria  y ha ratificado los principales convenios de la Organización Internacional del Trabajo, sin embargo  la movilización de los intrumentos jurídicos de la igualdad por parte de las trabajadoras ha sido muy escasa. Las acciones de la cooperación internacional y de los organismos especializados (misiones de expertos y el funcionamiento de un organismo tripartito que tiene por objetivo promover políticas de igualdad)  no han logrado por el momento medidas tendientes a "producir igualdad". El artículo explorará las dificultades y resistencias que generan las acciones sociales y políticas en este campo. La participación de las trabajadoras dentro de los espacios de negociación  que se han abierto en  el proceso de integración (MERCOSUR)  abre nuevas posibilidades en tanto está contribuyendo a estimular la acción sindical  y la formulación de iniciativas,  tanto  a nivel supranacional como nacional.

 

Paola Cappellin - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Didice Delgado - ELAS Assessoria /SP y Vera Soares - ELAS Assessoria /SP

Las grandes empresas en Brasil: relaciones de género, trabajo e
igualdad de oportunidades.

El documento analiza las prácticas empresariales y sindicales en relación a las demandas de igualdad de oportunidades, en el contexto de reorganización e internacionalización económica en Brasil. Serán analizadas cuatro empresas que actúan en Brasil: Parmalat (Italia), UNILEVER (Holanda) y Santander (España) recuperando los estudios realizados por el
Observatorio Social en cumplimiento de las convenciones sociales de OIT relativas a la igualdad salarial y de oportunidades.  Nuestra meta es reconstituir la práctica y el discurso empresarial en la designación de los espacios ocupacionales femeninos, las demandas y las conquistas de las trabajadoras en defensa del derecho a la igualdad de oportunidades.

 

María Elena Valenzuela - Centro de Estudios de la Mujer - Chile

Feminización de la micro y pequeña empresa: Oportunidades o callejón sin salida para las mujeres?

La micro y pequeña empresa ha adquirido creciente atentión por su capacidad de innovación, crecimiento económico y creación de empleo, y de adaptación frente a los rápidos cambios económicos globales. Se identificarán los principales problemas de las mujeres micro-pequeñas empresarias en Europa y América Latina, la emergencia de demandas por políticas de empleo igualitarias y los desafíos que enfrentan las políticas de igualdad para responder frente a las barreras ligadas a la condición de género de las microempresarias. 

 

Ximena Díaz Berr y  Julia Medel Riquelme - Centro de Estudios de la Mujer

Flexibilidad del uso del Tiempo de trabajo  en Chile: ¿hacia una mayor igualdad de oportunidades o nuevas inequidades de género?

Chile registra uno de los promedios más altos de horas de trabajo del mundo. Los empresarios tienen amplias facultades para definir extensión y distribución horaria. Los acuerdos negociados en esta materia son escasos. La participación laboral femenina aumenta pero la distribución del tiempo social de trabajo por sexo cambia poco. Para conciliar, las mujeres demandan empleos  flexibles -mayoritariamente precarios- (temporales, parciales, a domicilio)  ajustándose a necesidades de reorganización productiva y laboral del capital. Se reproducen segmentaciones en mercado laboral. Políticas de Igualdad de Oportunidades no han alterado la cultura empresarial ni sindical. Hay algunas experiencias positivas en empresas públicas y de capital transnacional.

 

Enviado por: Paolla Cappellin
E-mail para contato: cappellin@uol.com.br
 
 
 
E) Encuentro de Intercambio Sindical del Conosur

El Movimiento Sindical Frente a los Desafíos de la Crisis

Buenos Aires, 20 al 22 de Enero de 2002

 INFORME

 INTRODUCCIÓN

Durante los días 20, 21 y 22 de Enero de 2002, respondiendo a una convocatoria del Taller de Estudios Laborales (TEL), sindicalistas de Brasil, Uruguay, Chile y de nuestro país se reunieron para analizar y debatir los principales problemas y desafíos que enfrenta el movimiento sindical y obrero en la hora actual.

Colaboraron con la organización del encuentro las oficinas del Transnational Information Exchange (TIE) de Brasil y Chile.

La propuesta fue ofrecer un espacio, por fuera de los ámbitos orgánicos de discusión y decisión, donde los asistentes pudieran reflexionar e intercambiar ideas, planteando libremente dudas, ideas no elaboradas del todo, y preocupaciones.

Consideramos que este tipo de espacios informales son siempre necesarios, ya que los compromisos y obligaciones de los ámbitos orgánicos ponen inevitablemente ciertos límites a la reflexión colectiva. Pero son aun mas necesarios en momentos de crisis y cambios acelerados como el que estamos viviendo, ya que enfrentamos  desafíos graves y urgentes muy novedosos y muchas verdades previas resultan, por lo menos, insuficientes. La posibilidad de realizar esta reflexión junto a militantes de diversas ramas de actividad, con diferentes niveles de responsabilidad, y provenientes de varios países y provincias, lo hacían aún más interesante.

Aunque no nos propusimos llegar a acuerdos y la discusión giro en torno a temas mas bien generales, creemos que no fue un divague inconducente ya que los participantes son todos militantes directamente vinculados y comprometidos con luchas sociales y políticas concretas de los trabajadores y el pueblo. Apostamos a que todos se llevaran de este encuentro conceptos, contactos y propuestas de acción, que sirvieran para elevar su capacidad de lucha cotidiana en los lugares de trabajo, en sus sindicatos y en la sociedad.

 

ORGANIZACIÓN Y OTRAS ACTIVIDADES

La actividad central del encuentro fue un debate en plenario con la asistencia de una cantidad limitada de invitados realizado durante los días 21 y 22 de Enero.

El 22 por la noche se organizó una Mesa Redonda-Debate con invitación abierta.

Simultáneamente, se organizaron algunas actividades para que los invitados extranjeros se pusieran contacto con algunas organizaciones populares.

El Encuentro

Se funciono en forma plenaria durante dos jornadas. A los efectos de organizar mínimamente el debate se propusieron dos ejes de reflexión: 1. El primer día se abordaron los principales problemas y desafíos del movimiento sindical y obrero en la hora actual. 2. Durante el segundo día, el eje propuesto fueron las tareas y líneas de acción del movimiento sindical y obrero.

El carácter abierto del temario procuraba dejar espacio para que los participantes plantearan y compartieran francamente sus principales inquietudes.

La Mesa Redonda-Debate

El 22 de enero por la tarde y como culminación del encuentro se realizó una mesa redonda en la que se presentaron, y se pusieron en discusión, las principales ideas que surgieron durante el encuentro.

Se realizó en al local la Federación Judicial Argentina y asistieron unas 100 personas, pertenecientes en su mayoría a diversas organizaciones sindicales, sociales y políticas.

La actividad fue coordinada por el TEL, y expuso un compañero de cada país elegido por el resto de los integrantes de las respectivas delegaciones. As