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São Paulo, 07
de junho de 2002
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XXVI Encontro Anual da ANPOCS. 22 a 26 de outubro de 2002,
Caxambu, MG. Veja abaixo a relação dos 25 grupos de trabalho que comporão
a programação oficial do XXVI Encontro. A
programação das mesas mesas redondas ainda está em fase de definição e
deverá ser informada nas próximas semanas. A
Diretoria e o Comitê Acadêmico da ANPOCS agradecem pelo interesse
e colaboração da comunidade e manifesta a expectativa de encontrar a
todos em Caxambu.
Enviado por:
ANPOCS
E-mail para contato:anpocs@anpocs.org.br
¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨ 3) GT 24 - Trabalhadores, sindicatos e a nova questão
social
-
Programação ANPOCS 2002 -
1ª Sessão: Trabalhadores e questões emergentes: meio ambiente,
território, política industrial e
cidadania
Coordenador: José Ricardo Ramalho (UFRJ) - Paisagens
obscuras: o mundo do trabalho e o pensamento crítico - Maria Célia Paoli
(USP)
- Trabalhadores, redes sociais e controle do meio ambiente industrial - J.Sergio Leite Lopes (Museu Nacional/UFRJ) - Trabalhadores e ação sindical em novos
espaços de produção: a fábrica da Mercedes-Benz em Minas Gerais -
Magda de Almeida Neves e Antonio Carvalho Neto
(IRT-PUCMINAS) - Processos de
liberação/desregulamentação/privatização no setor de telecomunicações e implicações
sobre os sindicatos: Brasil em perspectiva
internacional - Sônia Guimarães Larangeira
(UFRGS)
2ª Sessão:
Sindicatos e flexibilização de
direitos
Coordenador: Marco Aurélio Santana
(UNIRIO) - Mudanças na CLT: problemas históricos e dilemas atuais do novo sindicalismo - Arnaldo Mazzei Nogueira (PUC-SP / USP) - O sistema de relações de
trabalho em xeque: uma nota conceitual - Andréia Galvão
(UNICAMP) - Flexibilidade
das relações de trabalho e flexibilidade produtiva: uma análise da “nova
migração” do setor automobilístico brasileiro - Rejane Prevot Nascimento (COPPE/UFRJ) e Lidia Segre
(COPPE/UFRJ) - A negociação do ajuste produtivo e das
medidas de flexibilização da legislação trabalhista nas indústrias
calçadista, siderúrgica e têxtil. - Rosana Ribeiro
(UFU) 3ª Sessão:
Novas abordagens sobre o mundo do
trabalho e os sindicatos Coordenador: Heloísa Martins
(USP) - Nas trilhas de uma sociabilidade privada: uma experiência de células de produção em São Paulo - Leonardo G. Mello e Silva e equipe (USP) - O Processo de instituição de uma doença
do trabalho - Diana Antonaz (Museu Nacional/UFRJ) - Representação política e os interesses no STR de Xapuri: os conflitos e desafios dos anos 90 - Mauro César Rocha da Silva (PESACRE) - Análise da Estrutura Organizativa e o Corpo Funcional Frente às Transformações Produtivas: Um Perfil do Sindicalismo em Quatro Cidades Brasileiras - Allan Claudius Queiroz Barbosa (UFMG) Todas as sessões propostas terão um debatedor a ser convidado e indicado posteriormente. O GT estará oferecendo um Mini-curso na ANPOCS 2002: As transformações do trabalho e as ações coletivas dos trabalhadores no mundo contemporâneo Profs: Ricardo Antunes (UNICAMP) e Marco Aurélio Santana (UNIRIO) Gostaríamos de lembrar que, segundo determinação da ANPOCS, 31 de agosto de 2002 é o prazo final para envio dos papers pelos expositores de trabalho nos Grupos de Trabalho selecionados para o evento. Esses trabalhos devem ser enviados em disquete mais 5 (cinco) cópias impressas Atenção: |
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A) Política Trabalhista e Relações de Trabalho no Brasil: da Era Vargas ao Governo FHC
Defesa de tese de doutoramento em economia pelo Instituto de Economia da Unicamp
Título: Política Trabalhista e Relações de Trabalho no Brasil: da Era Vargas ao Governo FHC
Autor: Marco Antonio de Oliveira
Orientador: Prof. Dr. Carlos Alonso Barbosa de Oliveira
Banca Examinadora:
Prof. Dr. João Manuel Cardoso de Mello – Unicamp
Prof. Dr. Paulo de Andrade Baltar – Unicamp
Prof. Dr. Fernando Teixeira da Silva – Unimep
Prof. Dr. José Francisco Siqueira Neto – Mackenzie
Data e Local:
Dia 27/02/2002, às 14:30h.
Instituto de Economia da Unicamp
Resumo:
Como o próprio título sugere, a tese analisa a evolução da política trabalhista e das relações de trabalho no Brasil. Sem a pretensão de inovar, o autor procurou realizar uma síntese entre o que considera as contribuições mais relevantes da economia do trabalho, nessa área específica, com o esforço de revisão crítica das interpretações tradicionais sobre questões sindicais, que vem sendo levada a cabo por uma nova geração de historiadores e sociólogos.
Na primeira parte da tese, são examinados os primeiros passos da regulamentação do trabalho no país, que remontam à Primeira República, o complexo ordenamento jurídico-institucional ocorrido a partir da década de 30, que culminou em um sistema nacional de relações de trabalho, e a dinâmica das relações entre poderes públicos, empresários e trabalhadores no período de 1945 a 1964, quando esse sistema começou a vigorar em meio à rápida industrialização e urbanização e à crescente presença da classe trabalhadora no cenário político nacional.
Na segunda parte, são analisadas as medidas de política trabalhista implementadas sob o regime militar – momento em que ocorreram as primeiras mudanças significativas nas normas de regulação do trabalho no Brasil –, o processo de renovação sindical e de mudança nas relações de trabalho que ocorreu ao longo das décadas de 80 e 90, e finalmente o ciclo de debates e iniciativas de reforma trabalhista que se inicia com a elaboração da Constituição de 1988 e que prossegue até o governo FHC.
O autor procurou olhar não só para as experiências de luta e organização sindical ou para as relações políticas entre Estado e classe trabalhadora, mas também para a dinâmica das relações entre capital e trabalho, considerando o contexto econômico e as características do mercado de trabalho, dentro do que permitiam as fontes disponíveis. E no que se refere às normas de regulação do trabalho, tratou inicialmente de refazer os passos de sua implementação, examinado depois cada uma das iniciativas de revisão da legislação sindical e trabalhista que foram postas em prática entre 1964 e o governo FHC.
B) Comunidade operária, migração nordestina e lutas sociais: São Miguel Paulista (1945-1966)
Paulo Fontes defendeu no dia 15/3 no departamento de História da Unicamp a tese de doutorado intitulada "Comunidade operária, migração nordestina e lutas sociais: São Miguel Paulista (1945-1966)".
A banca foi formada
por Michael Hall (orientador), Claudio Batalha (Unicamp), Sidney Chalhoub
(Unicamp), Maria Célia Poli (USP), José Ricardo Ramalho (UFRJ) e Marco Aurélio
Garcia (Unicamp).
Resumo:
Esta tese analisa o impacto das migrações internas, em particular a nordestina, e da urbanização no processo de formação da classe trabalhadora brasileira entre os anos 40 e 60. Analisando o caso do bairro paulistano de São Miguel Paulista, considerado um dos primeiros distritos ‘nordestinos’ da cidade e um típico exemplo de expansão urbana periférica, o estudo procura destacar a importância das redes sociais, e das relações comunitárias para a formação da classe. Aspectos da vida cotidiana operária, tais como moradia, lazer e religião também são abordados. São Miguel Paulista constitui um importante campo de estudo para questionar e problematizar as explicações acadêmicas que privilegiaram ‘a origem rural do proletariado brasileiro’ como determinante para entender a sua suposta apatia e ausência de consciência de classe e, ao mesmo tempo, compreender no âmbito deste caso as relações entre especificidades regionais, migração e cultura operária. Por fim, a tese analisa a ação política e o forte associativismo experimentado pelas classes populares naquele período, incluindo além dos sindicatos e partidos políticos, as associações de bairro e outras organizações que claramente expressavam o processo formativo de uma classe multifacetada e dinâmica.
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5) Publicações
A) André Gorz:
trabalho e política
B) Indicadores de Ciência, Tecnologia e Inovação em São
Paulo - 2001
No dia 07 de maio de 2002. às 12 horas, no Hall Nobre, Rua Pio XI, 1500 - 2. andar - Alto da Lapa, ocorreu o coquetel de lançamento de "Indicadores de Ciência, Tecnologia e Inovação em São Paulo - 2001", patrocinado pela A FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).
O livro foi coordenado por Francisco Landi, Sandra Brisolla e Rui Quadros, e é resultado de um projeto coletivo, que envolveu muitos pesquisadores das universidades paulistas.
****************** ACONTECEU ******************
C)
Novas
Formas do Trabalho no Capitalismo
Global
II
Seminário do Trabalho
Novas
Formas do Trabalho no Capitalismo Global
Local:
Anfiteatro I (UNESP-Marília)
Programação
Dia
20 de Maio, segunda-feira
19:30
hs
Palestra
de Abertura
Os
Sentidos do Trabalho
Dr.
Ricardo Antunes (UNICAMP)
Dr.
Giovanni Alves (UNESP) (coordenador)
Dia
21 de Maio, terça-feira
9:00
hs
Mesa
de debates
Trabalho,
Reestruturação Produtiva e Sindicalismo
Dr.
Ariovaldo Santos (UEL)
Dr.
Antonio Thomaz Jr. (UNESP- Presidente Prudente)
Dra.
Vera Navarro (USP-Ribeirão Preto)
Roberto
Batista (UNESPAR) (coordenador)
14:00
hs
Sessão
de Comunicações
19:30
hs
Mesa
de Debates
Trabalho,
Tempo Livre e Estranhamento
Dr.
Jesus Ranieri (UNESP – Bauru)
Dr.
Jorge Gonzáles (UNISO)
Dr.
Giovanni Alves (UNESP-Marília)
Ms.
Valquiria Padilha (ASSER)
Dra.
Fátima Cabral (UNESP)(coordenadora)
Dia
22 de Maio, quarta-feira
9:00
hs
Mesa
de Debates
Toyotismo,
Novas Tecnologias e Sindicalismo
Dr.
Edílson Graciolli (UFU)
Dr.
André Laino (UFF)
Ms.
Terezinha Ferrari (Fundação Santo André-SP)
Dr.
Giovanni Alves (UNESP) (coordenador)
19:30
horas
Mesa
de Debates
A
Situação do Trabalho no Brasil
Um
Balanço dos Anos 90
Expositor:
Técnico
do DIEESE
Debatedores:
Dr.
Giovanni Alves (UNESP)
Ms.
José Marangoni (UNESP)
Dr.
Antonio Carvalho do Nascimento (Coordenador)